terça-feira, 29 de julho de 2014

REVISÃO DO CADERNO VI SEMANA DE 28 a 31/07 CADERNO VI-AVALIAÇÃO NO ENSINO MÉDIO




 SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DO ESTADO DA PARAÍBA
ESCOLA ESTADUAL COMPOSITOR LUÍS RAMALHO
PACTO PELO FORTALECIMENTO DO ENSINO MÉDIO/SISMÉDIO
ORIENTADORA: PROFESSORA ANA BETÂNIA




PAUTA DE TRABALHO



OBJETIVOS:



- Refletir sobre a importância dos conteúdos estudados no CADERNO VI   na realidade escolar;

- Escrever uma carta aos professores  da escola , falando sobre a necessidade de um novo olhar sobre a AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM,levando em consideração as várias  JUVENTUDES da escola e o contexto em que estão inseridas no mundo atual,de acordo com o tema abordado no caderno VI.


ATIVIDADES:

 * LEITURA E REFLEXÃO DO TEXTO MOTIVADOR :Faleceu ontem quem atrapalhava sua vida...

1-Exibição do vídeo : AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM AINDA É BICHO PAPÃO - PES/PROJETOS EDUCACIONAIS

http://www.youtube.com/watch?v=JUly_0STUOg&feature=share

2- Roda de conversa sobre do tema do CADERNO VI,com reflexão sobre a AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM

3 – Em grupo,redija uma carta aos professores da escola falando sobre o tema estudado no Caderno VI e da necessidade de a escola ter um novo olhar sobre a AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM.


TEXTO MOTIVADOR


Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida...



Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida...

Um dia, quando os funcionários chegaram para trabalhar, encontraram na portaria um cartaz enorme, no qual estava escrito:


"Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida na Empresa. Você está convidado para o velório na quadra de esportes".


No início, todos se entristeceram com a morte de alguém, mas depois de algum tempo, ficaram curiosos para saber quem estava atrapalhando sua vida e bloqueando seu crescimento na empresa. A agitação na quadra de esportes era tão grande, que foi preciso chamar os seguranças para organizar a fila do velório. Conforme as pessoas iam se aproximando do caixão, a excitação aumentava:


- Quem será que estava atrapalhando o meu progresso ?

- Ainda bem que esse infeliz morreu !

Um a um, os funcionários, agitados, se aproximavam do caixão, olhavam pelo visor do caixão a fim de reconhecer o defunto, engoliam em seco e saiam de cabeça abaixada, sem nada falar uns com os outros. Ficavam no mais absoluto silêncio, como se tivessem sido atingidos no fundo da alma e dirigiam-se para suas salas. Todos, muito curiosos mantinham-se na fila até chegar a sua vez de verificar quem estava no caixão e que tinha atrapalhado tanto a cada um deles.


A pergunta ecoava na mente de todos: "Quem está nesse caixão"?


No visor do caixão havia um espelho e cada um via a si mesmo... Só existe uma pessoa capaz de limitar seu crescimento: VOCÊ MESMO! Você é a única pessoa que pode fazer a revolução de sua vida. Você é a única pessoa que pode prejudicar a sua vida. Você é a única pessoa que pode ajudar a si mesmo. "SUA VIDA NÃO MUDA QUANDO SEU CHEFE MUDA, QUANDO SUA EMPRESA MUDA, QUANDO SEUS PAIS MUDAM, QUANDO SEU(SUA) NAMORADO(A) MUDA. SUA VIDA MUDA... QUANDO VOCÊ MUDA! VOCÊ É O ÚNICO RESPONSÁVEL POR ELA."


O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos e seus atos. A maneira como você encara a vida é que faz toda diferença. A vida muda, quando "você muda".
Luís Fernando Veríssimo

CONSIDERAÇÕES SOBRE A PRIMEIRA ETAPA DA FORMAÇÃO DOS PROFESSORES DO ENSINO MÉDIO/PACTO PLEO FORTALECIMENTO DO ENSINO MÉDIO

A primeira etapa da Formação dos professores no Ensino Médio/Pacto pelo Fortalecimento do Ensino Médio ,em nossa escola foi concluída com êxito.
De março a julho,estivemos reunidos em torno do objetivo de analisarmos os seis cadernos da formação e fazermos,concomitantemente, uma reflexão sobre nossa postura dentro da escola,em sala de aula e do modo como o processo de ensino-aprendizagem está sendo conduzido por toda a equipe.Detectamos algumas falhas ,pontos que devem ser trabalhados ,individualmente e/ou em grupo .Sabemos que estamos apenas iniciando uma caminhada,mas estamos conscientes que nossa escola não é a mesma,nossos professores não são os mesmos de antes da formação.
Nossos encontros foram marcados por discussões que elevaram o nível do grupo,sentimo-nos fortalecidos pela presença do outro,pelo apoio do outro;as críticas que surgem são bem aceitas por todos e sempre procuramos sugerir soluções para os problemas.


Surgem projetos a partir das discussões como a SEMANA DO ESTUDANTE : ” JUVENTUDE TANTA COISA BOA A VIDA TEM PRA TE DAR” (projeto da professora Shirley ,de Biologia) e a proposta de incorporar uma área que fica por trás da escola e que está sendo utilizada como lixão pela comunidade circunvizinha para que possamos otimizar o espaço da escola –proposta já mencionada à professora Márcia e em fase de encaminhamento à Secretaria de Educação.

Percebemos que os professores envolvidos na formação repensam suas práticas em sala de aula e já usam metodologias diversas para promover o sucesso escolar.

Enfim,estamos todos de parabéns!

Professora Ana Betânia







 SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DO ESTADO DA PARAÍBA
ESCOLA ESTADUAL COMPOSITOR LUÍS RAMALHO
PACTO PELO FORTALECIMENTO DO ENSINO MÉDIO/SISMÉDIO
ORIENTADORA: PROFESSORA ANA BETÂNIA

REVISÃO DO CADERNO VI-AVALIAÇÃO DO ENSINO MÉDIO


Caros colegas professores,bom dia,


Vimos através desta carta, difundir nossas frustrações enquanto educadores, no que trata do processo avaliativo e como é difícil transformar nossas avaliações dos alunos em números, termos puramente abstratos. Vamos então mostrar-lhes outras das dificuldades e questionamentos pontuais que surgem no processo avaliativo, das diferentes disciplinas que compõem o currículo escolar:


  • Como falar ao aluno que ele deve melhorar sua escrita, que deve ler e aprender conceitos, muitas vezes técnicos e como ele se expressou no exercício não atende o que foi solicitado?
  • Que seu cálculo não apresenta nenhuma estética e que tem deficiências em fundamentos anteriores na matemática, em física ou química e interpretação de problemas?
  • Como realizar o diagnóstico?
  • Como dizer-lhe sua “nota qualitativa”? Em uma conversa? Pela contagem de faltas? Pela falta de pontualidade?
  • Será apenas que o Professor falha? Será que ele apenas terá que fazer uma reflexão? Será que falta alguma disciplina por parte do estudante?
Desta forma queremos compartilhar nossas dúvidas e frustrações. E que o “processo de ensinar a aprender” e o de “aprender a aprender” será árduo observando ainda que o processo de criação de parâmetros de avaliação terá de ser construído por todos, e também usado por todos. Devemos ter bem claro que mesmo tendo passado pela academia e por cursos específicos de formação de professores, não temos ainda ferramentas que nos deem total suporte para avaliar o aluno, uma vez que não existe uma fórmula pronta e com eficácia comprovada no que diz respeito à avaliação. Resta-nos a certeza de que aprendemos todos os dias no efetivo exercício de nossa profissão, com ensaios e erros que nos orientam ao caminho certo. Avaliar não é fácil, porém necessário e deve ser realizado em parceria com o aluno, de maneira que aconteça ao longo de todo processo de ensino aprendizagem, não sendo realizado apenas como fase conclusiva desse processo como se fosse seu fim.

                                                         EQUIPE DA QUINTA-FEIRA









Atividade  do Caderno  VI - Grupo da Segunda



SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO
ESCOLA ESTADUAL DE ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO COMP. LUIS RAMALHO
FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO ENSINO MÉDIO
PACTO PELO FORTALECIMENTO DO ENSINO MÉDIO
ORIENTADORA: PROFª ANA BETÂNIA


EQUIPE:  Janaina Silva, Maria José Tavares, Fátima, Alda,
Marquidove, Rita de Cássia, Marcelle 


ATIVIDADE DO CADERNO VI – Avaliação no Ensino Médio


Carta aos Professores,


Caríssimos colegas, foi muito proveitosa a discussão sobre a avaliação no encontro
passado, vimos que temos muito a avançar nesta questão e que não podemos apenas nos responsabilizar por essa tarefa tão complexa, mas nos cabe buscar e testar alternativas com base em conhecimento, seja no PPP ou nas Diretrizes Curriculares (DCNEM) como também na nossa vivência em sala de aula, formas de avaliar o que realmente signifique o crescimento do aluno e do nosso trabalho como formadores de opinião, “percebê-­la como parte integrante dos processos de ensino e aprendizagem, com funções diagnóstica, formativa e somativa”(pg. 8). 

Segundo AMARAL, embora não exista uma qualidade absoluta, ela depende dos interesses de quem participa da discussão, ou seja, existe uma qualidade do ponto de vista do estudante, do professor, do mercado de trabalho,da sociedade, etc. Embora esta qualidade seja um fenômeno complexo, temos portanto, que sair do tradicionalismo, onde os resultados da avaliação da aprendizagem são utilizados para decidir, ao final do período letivo, sobre a progressão de cada aluno, ou, em termos
mais conhecidos, para decidir quem “passará de ano” ou quem “será reprovado”, enfatizando com isso sua função somativa, isto é, realizada ao final do processo pedagógico. 

Essa obrigatoriedade da avaliação é assim fixada, entre várias razões, para que a ninguém seja dado o direito de se excluir de conhecimentos considerados indispensáveis para o aproveitamento de outros direitos, e como condição para uma vida mais autônoma.

Levando em consideração as várias JUVENTUDES da escola e o contexto em que estão inseridas as avaliações e os tipos delas seja da aprendizagem, seja institucional ou a avaliação externa (Enem e outros) é necessária uma reforma urgente, um outro olhar, associada ao sucesso de todos os alunos, vinculada ao trabalho coletivo e ancorada em técnicas, instrumentos e procedimentos pelos quais cada aluno seja avaliado em relação a si mesmo e, simultaneamente, em relação aos colegas, fixados os critérios de um resultado satisfatório para todos.

Fica, então, o incentivo para continuarmos nessa luta e que nos aprimoremos em vários
instrumentos para não sermos injustos nas nossas avaliações.

GRUPO DA SEGUNDA-FEIRA








 SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO
ESCOLA ESTADUAL DE ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO COMP. LUIS RAMALHO
FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO ENSINO MÉDIO
PACTO PELO FORTALECIMENTO DO ENSINO MÉDIO
ORIENTADORA: PROFª ANA BETÂNIA

 REVISÃO CADERNO VI-EQUIPE DA TERÇA-FEIRA

Em grupo, redija uma carta aos professores da escola falando sobre o tema estudado no caderno VI e da necessidade de a escola ter um novo olhar sobre a AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM.

Caros colegas professores, nesta noite tão bonita e cheia de entusiasmo por quem segura esta caneta, escrevo estas palavras na esperança de uma total mudança no sistema de avaliação que não só a nossa escola passa, mas, como todas as escolas do Brasil, ainda resistem em manter uma metodologia tradicional na forma de aplicação das avaliações para com os alunos. Nos dias de hoje, a avaliação da aprendizagem não é algo meramente técnico. Envolve auto-estima, respeito à vivência e cultura própria do indivíduo, filosofia de vida, sentimentos e posicionamento político. Embora essas dimensões não sejam perceptíveis a todos os professores, observa-se, por exemplo, que um professor que usa o erro do aluno como ponto inicial para compreender o raciocínio desse educando e rever sua prática docente, e, se necessário, reformulá-la, possui uma posição bem diversa daquele que apenas atribui zero àquela questão e continua dando suas aulas da mesma maneira.
As mudanças neste caso, são a longo prazo, talvez, com a dificuldade de aplicação ou aceitação por parte dos professores em querer inovar seus métodos de aplicar uma avaliação, ou quem sabe, o entrave maior, seja a questão de acatar as diretrizes que vem de cima para baixo e com isto, o professor é obrigado a seguir e cumprir  à risca, os conteúdos programados durante o ano letivo.
As dificuldades são grandes, mas, não impossível de mudá-las, basta apenas os professores terem a consciência, que, do jeito que está não dá para continuar ou continuar de uma forma que vai-se mesclando novas formas de avaliações para com os alunos. Isto foi feito na primeira atividade do caderno I eu apliquei uma atividade com várias turmas e eles conseguiram construir seu conteúdo de conhecimento, através de uma prática diferenciada e dinâmica, onde todos puderam compartilhar ideias e coloca-las no papel, de uma forma crítica construtiva, evitando assim, o famoso decoreba. O aluno dentro de sua realidade de construção do seu conhecimento.
O educador que faz uso de instrumentos de avaliação diversos para, ao longo de um período, acompanhar o ensino-aprendizagem, é diferente daquele que se restringe a dar uma prova ao final do período. A avaliação da aprendizagem não é um julgamento de valor apenas acerca do aluno, mas também acerca da prática docente, que tem como resultado o desempenho do aluno. Desse modo, o educador de hoje, deve repensar acerca dos seus critérios de avaliação, acerca da necessidade de construir políticas e práticas que considerem essa diversidade e que estejam comprometidas com o sucesso e não o fracasso escolar.
Então, vai se chegar o dia em que novas técnicas de avaliações superarão as tradicionais e com isto, a escola só tem a ganhar em qualidade. A visão ainda está um tanto opaca pelos professores, mas, com o colírio da sabedoria, inovação, atualizações, persistência, coragem, trabalho interdisciplinar, certamente conseguiremos chegar a uma qualidade de educação que tanto queremos, uma educação, onde os alunos possam estar livres das amarras do tradicionalismo. Espero, caros colegas, que esta mensagem, seja uma de milhões por este Brasil, que venha a contribuir para uma verdadeira avaliação de qualidade. Um educador motivado pela vocação, forma alunos motivados e bem avaliados.


  EQUIPE DA TERÇA-FEIRA




quinta-feira, 24 de julho de 2014

REVISÃO DO CADERNO V : ORGANIZAÇÃO DA GESTÃO DEMOCRÁTICA DA ESCOLA SEMANA DE 21 A 24 /07/2014

SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DO ESTADO DA PARAÍBA
ESCOLA ESTADUAL COMPOSITOR LUÍS RAMALHO
PACTO PELO FORTALECIMENTO DO ENSINO MÉDIO/SISMÉDIO
ORIENTADORA: PROFESSORA ANA BETÂNIA



REVISÃO DO CADERNO V : ORGANIZAÇÃO DA GESTÃO DEMOCRÁTICA DA ESCOLA
SEMANA DE  21 A 24 /07/2014



PAUTA DE TRABALHO



OBJETIVOS:



- Refletir sobre a importância dos conteúdos estudados no CADERNO V   na realidade escolar;

- Escrever uma carta à direção da escola , citando as maiores dificuldades encontradas para o bom desenvolvimento do processo de ensino-aprendizagem .


ATIVIDADES:

1-Exibição dos vídeos :

A) GESTÃO DEMOCRÁTICA. www.youtube.com/watch?v=mBluNKV2SWQ

B) O Grêmio Estudantil e o protagonismo juvenil - RPCTV (Globo)
https://www.youtube.com/watch?v=x5dTC9usKhI

2- Roda de conversa sobre do tema do CADERNO V,com reflexão sobre a gestão da escola,levando-se em consideração : Conselho Escolar , Grêmio Estudantil , PPP , Equipe pedagógica , etc.

- O que a escola faz bem?

- O que é preciso melhorar na escola?

- O que é preciso fazer acontecer?

- Como sensibilizar os alunos da escola para a formação do Grêmio Estudantil?

3 – Em grupo,elenque os pontos fortes e os pontos fracos da gestão escolar e, baseados neles,redija uma Carta à direção da escola,parabenizando-a pelos pontos positivos e pedindo providências quanto ao que a escola precisa otimizar.


4 – Redija,em grupo,um texto falando da importância dos  conteúdos estudados   no CADERNO V sobre a realidade escolar.




Formação de Professores do Ensino Médio
SEE-PB – E. E. E. F. M. Compositor Luis Ramalho
Turma: Quinta-feira - Manhã
Relator: Diego Soares
Grupo:Armando Santiago, Diego Soares, Joana, Liliane Alves, Mônica Ferreira.

Relatório de atividades: reflexão sobre atividades do caderno V

Após o estudo do Caderno V e das rodas de discussão que participamos ,na escola,chegamos à conclusão que deveríamos elaborar uma carta à direção da escola falando sobre nossa realidade escolar e sugerindo um novo olhar sobre a gestão democrática da escola.

Carta à direção da escola


Caríssimos:

            O motivo da redação dessa carta está na reflexão conjunta sobre o que é a gestão democrática. Sempre ouvimos falar sobre esse tipo de gestão e da importância de se praticá-la. Porém, nos questionamos sobre o acontecimento desta: de fato ela ocorre? Fazemo-la de maneira correta? Para que ela aconteça, dependemos do quê e de quem?
            É importante observar, antes de selar nessa carta o resultado de as nossas reflexões, que pretendemos aqui sermos críticos, ou seja, entender a nossa realidade escolar como gestão democrática, realidade que, claro, vai além de nossa escola. Assim, procuramos apontar os pontos positivos e negativos, pois compreendendo em que acertamos e/ou erramos, ajudará à construção coletiva de sermos escola.
            Entendemos que gestão democrática não é aquele tipo de prática na qual todos metem o bedelho; muito menos aquela na qual cada um pode fazer o que quer e como bem entender. Para nós, ser gestão democrática é, antes de tudo, atuar observando direitos e deveres. Pois aqueles não funcionam sem esses. Gestão democrática é a observância o respeito ao que é de direito, mas também o que é de dever.
            Outro ponto importante está relacionada às pessoas que compõem esse tipo de gestão. Ela não está apenas fundada no quadro da direção, para que ao final, quando tudo dê certo, possamos jogar os louros da glória, ou, se der errado, batermos com os pregos na cruz. A gestão democrática não é responsabilidade plena do diretor e dos seus auxiliares. Acreditamos também que não é plenamente do professor. Às vezes parece que este é o maior inimigo da educação, pois a ideia de educar recai sobre as mãos desses. Daí, se as coisas ocorrem bem, ele é o culpado; mas, se as coisas ocorrem mal, se tudo vêm ao caos, esse sim é de fato o culpado.
            Não, a culpa não é da direção; também não é do professor. Muito menos dos alunos. A esses também cabem direitos, mas também cabem deveres. Devemos começar a badalar aos quatro cantos que alunos não são pessoas que podem de tudo e um pouco. Se há democracia, há a relação direito e dever, e isso também cabem a eles. Se a relação sadia entre esses atores de fato ocorrer, ou seja, se direção, professores e alunos tiverem a mesma voz, claro, observando o papel específico de cada um, a escola será gerida de maneira democrática. O professor não deve fazer as vezes de aluno; este não pode ser o diretor, e determinar como a escola deve ser; muito menos pode o diretor sair de sua sala para lecionar, ou o professor de sua sala para gerir. Cada um tem um papel específico que deve ser observado.
            Este é o verdadeiro sentido de uma escola democrática. Porém, vimos problemas que de maneira direta ou indireta competem à direção. Devemos lembra-los que isto não é uma sentença contra vocês, mas apenas uma pessoa dessa trindade que pensa, de maneira crítica, o ambiente escolar.
            O primeiro problema está relacionado àquilo que dá condições ao funcionamento dessa ciranda democrática: o quadro técnico. Uma escola não se constrói sem funcionários do quadro pedagógico, da limpeza, inspetoria ou merenda. Esses últimos, sempre fazem seu papel e são presentes na escola, apesar de alguns casos específicos que atrapalham mais que ajudam. O que percebemos mesmo é que a falta de supervisores, psicólogos mais atuantes em suas funções, assistentes sociais, bibliotecários, atrapalha bastante o funcionamento, pois são esses funcionários que farão o contato entre direção, aluno e professor. Não devem atuar em bastidores, mas sim como coadjuvantes. Sabemos que há alguns desses profissionais na escola, e que, por necessidade ou por dever, passam a exercer outras funções. Sabemos, principalmente, que isto não é culpa de vocês, que compõem a direção. Tal como nós professores, vocês são vítimas do sistema político de ensino, que parece tratar a educação com o zelo que só eles o entendem como tal: na verdade parece que ver escola é ver um mundo de faz de contas e da esperança caduca de uma futura melhora. É por isso que, se professores, diretores e alunos tiverem a noção do seu real papel, poderemos mudar essa realidade, fazendo que a escola dite suas necessidades ao governo e não ao contrário.
            Dessa constatação, surgem dois outros problemas que apontaremos nessa carta: o papel do aluno e a real autonomia da escola. O papel do aluno envolve outro “temido” ator dessa história: os pais! Esses também devem ser peça fundante na escola e participar de maneira mais efetiva. Mas, voltemo-nos para os alunos. O que percebemos é que, para que possamos gritar aos quatro cantos que participamos de uma gestão democrática, devemos incluí-los de maneira radical.
É questão de bom senso que não usemos esses como massa de manobra. O aluno nunca pode ser aquele que endossa nossas incompetências ou limitações, pois se é, de fato, gestão democrática, o erro apontado será de todos. A existência e as necessidades dos alunos não devem ser o cabo de guerra na briga paranoica entre professor e diretor. Esse não pode usar as necessidades dos alunos para crucificar aquele, nem o professor usá-los de tal maneira para derrubar diretor. Sabemos que isto pode acontece, mas o importante é a autonomia do aluno. Este deve ser articulado, politizado e crítico de sua realidade. Portanto, a criação de mecanismos que possibilitem essa autonomia, como grêmios! E pela nossa convivência, sabemos que um ponto positivo dessa direção é o diálogo, baluarte da democracia. Isso enobrece vocês, pois sabemos que terão a paciência e a lisura em lidar em pé de igualdade democrática com nossos alunos.
O último ponto, para não nos estendermos mais, é a questão da estrutura do prédio, a qual todos nos somos vítimas do sistema. A deterioração se faz com o uso. Claro que o patrimônio é depredado e o maior responsável, infelizmente, são os alunos. Mas não é neste ponto que queremos chegar, isto é motivo para outra carta. Em nossas reflexões coletivas, chegamos a questão da estrutura do prédio e naquilo que pode mudar nessa. A reforma que o governo implantara mais nos atrapalhou que ajudou. Se esta viesse, talvez nossa escola estivesse nova em folha. Porém, acreditamos que, mesmo nova, ela estaria ainda carente de estrutura. Não temos espaço adequado para biblioteca, não temos o funcionamento adequado para laboratórios de ciências e informática, não há local apropriado para refeitórios, muito menos para aulas esportivas e culturais. Se pensarmos em escola democrática que possibilita uma educação integral do indivíduo, devemos ter a consciência de que estes pontos são essenciais.
Devemos deixar claro mais uma vez, que isto não é uma crítica negativa. Não estamos botando a culpa em vocês por estas coisas não acontecerem; muito menos nos alunos que quebram as coisas, se por acaso elas já existirem na escola; muito menos, também, botando a culpa no professor que não olhou seu aluno. Professor, aluno e diretor possuem cada um seu papel e responsabilidades. Dessa maneira, zelar pelo patrimônio é responsabilidade de todos, mais acreditamos que o papel de dialogar com o poder público de maneira mais direta é da gestão. Assim, como sabemos o espírito de diálogo, bem como da preocupação em fazer escola de qualidade que é específico do caráter de vocês, desejamos aqui listar alguns pontos para que, em diálogo cordial e objetivo, todos nós possamos melhorar nossas estruturas para uma melhor educação.
Constatamos que, além daqueles espaços, faltam funcionários específicos. Bibliotecas com bibliotecários e acervo, laboratórios com técnicos e materiais de ponta. O vicio do governo de adaptar funções e realidades não deve ser uma regra nossa. Mas há as exceções e em alguns casos essas devem ser adotadas.  Porém, se fizéssemos essas alterações, esbarraremos no limite de espaço da escola: não temos lugar para alojar laboratórios variados, bibliotecas de qualidade e ricas em acervo, refeitórios muito menos ambiente de vestiários para práticas esportivas. Que fazer então?
Nesse ponto, acreditamos chegar ao elemento chave que poderá ser a marca de nossa gestão democrática: a inclusão em nossa estrutura de prédios públicos vizinhos à escola, que se encontram abandonados e sendo ponto de consumo de droga, o que nos preocupa diuturnamente, pois compromete a nossa segurança. Em nossas reflexões, chegamos a este ponto. Devemos reconhecer que vocês já fizeram referencia a este intento. Mas acreditamos que, se nossa escola se propuser a dialogar de maneira democrática, se alunos, pais, professores e gestores fizerem clamor ao poder público, facilmente conseguiremos realizar esta ideia. Aí sim seríamos escola de referencia! Aí sim teríamos possibilidades para melhorar a qualidade do ensino.
Por fim, agradecemos a vocês pela coragem de tocarem a escola e o espírito democrático que emana dessa ação. Acreditamos que esta carta elenque problemas que, talvez, vocês já pensaram sobre. Assim, através do diálogo, direitos, deveres e respeito, poderemos concretizar esses planos.


João pessoa, 26 de julho de 2014.








                                    SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DO ESTADO DA PARAÍBA
1ª GERÊNCIA REGIONALDE ENSINO
ESCOLA ESTADUAL DE ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO COMPOSITOR LUÍS RAMALHO
FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO ENSINO MÉDIO
PROFESSORA-ORIENTADORA

GRUPO DA TERÇA-FEIRA



Atividade V – Organização e Gestão Democrática da Escola.

Observando e refletindo sobre a realidade de sua escola, após o estudo e aprofundamento adquirido na primeira etapa da Formação, na prática, o que muda no cotidiano escolar com relação aos temas abordados nos cadernos de Estudos?

 Sim. Conheço o PPP da escola e em muitas ocasiões participei do mesmo e sua importância é vital para o processo de ensino-aprendizagem, desta forma segue abaixo a importância de sua existência na escola e sua aplicabilidade com coesão.
         O processo se dá através de uma necessidade básica de a escola possuir um projeto político pedagógico para atender a exigência que a Secretaria de Educação do Estado faz para que os professores do estado possam receber o décimo quarto salário e com isto, para que seja montado o projeto e processo, acontecem várias reuniões em alguns setores da escola, incluindo o alunado, para ver a real necessidade do que se aplicar como conteúdo pedagógico em períodos também pré-determinado dentro do projeto. Tentar coletar informações dos setores principalmente docente, para ver então, os encaminhamentos cabíveis com a finalidade voltada para o processo de ensino-aprendizagem e tentando abranger o máximo possível a interdisciplinaridade.
O que percebe-se durante a fase preparatória do projeto é a preocupação em renovar os conteúdos pedagógicos dentro de uma realidade em que a escola está contida, realidade esta, que é, a questão financeira da mesma, para poder “bancar” os projetos elaborados pelos setores ou solicitados pelos mesmos, a visão financeira do alunado, que em dados momentos contribui para a montagem e execução das atividades, a montagem da disponibilidade dos professores no acompanhamento das atividades realizadas pelos alunos, preocupação em convidar instituições ou pessoas para participarem do evento mas, tendo a preocupação de bater certas condições de quem vai colaborar com o evento.
A leitura que se dá para fazer é de que o alunado está sempre disposto a participar de qualquer atividade voltada para o seu benefício de cunho pedagógico e consequentemente de aprendizagem, basta apenas um incentivo, uma motivação, um despertar da procura de soluções a partir de problemas reais, muitos dos alunos fazem uma leitura crítica de todo o processo, contribuindo assim, para um andamento satisfatório do processo de ensino-aprendizagem. Percebe-se também, que a participação dos pais é um tanto mínima nos eventos que ocorrem na escola, ficando mais saliente a presença quase que maciça de alunos e adolescentes da comunidade, que por convite dos colegas marcam presença na escola, que muita das vezes a questão de prestigiar o evento, fica num segundo plano, como se fosse um ponto de encontro dos grupos que ali, vão para reunião de paqueras e marcação de outras atividades após o término do projeto principal. Para isto o corpo docente deve instigar seus alunos para a descoberta do saber, da procura de soluções dentro da sua realidade e condições mínimas de um fazer concreto dentro da escola. Devemos orientar para um caminho ou caminhos que ele mesmo construa, que não encontre nada pronto e sim, sinta o quanto é necessário e prazeroso obter resultados positivos. Então, vejo a situação, como um processo de participação mutua, onde todos saem ganhando o prêmio máximo ou que vai acumulando no decorrer da via, que é, conhecimento. De como é prazeroso obter saber de uma forma alegre e construtiva, de poder utilizar seus conhecimentos para formar novos agentes de transformação na sociedade.





GESTÃO UNIDA E DEMOCRÁTICA



PROJETOS DE REFORMAS DAS ESCOLAS DO ESTADO ADORMECIDOS




Importância dos conteúdos do caderno V = Organização da Gestão Democrática da Escola.
 A importância do caderno V quanto a realidade escolar consiste em
despertar para uma reflexão que por consequência leve a uma prática
objetivando criar elementos relevantes para uma gestão democrática
dentro  do processo educacional.
    Levando em consideração que a  democratização  da gestão escolar
pode contribuir para novas propostas que visem uma educação construída
em um alicerce mais sólido, de qualidade, já que,  a Educação é um
direito social, conforme o art.6º da Constituição Federal de 1988 diz,
devemos investir rompendo com o poder clientelístico de ocupantes de
cargo de poder público, bem como, procurar fugir à tradição, tentando
adotar atitudes no sentido de inovar em busca de uma gestão
participativa e aberta à mudanças.
    A criação do Conselho Escolar no da década de 1970, a princípio
´por algumas escolas, e hoje implantado nas escolas públicas de um
modo geral, pode ser considerado um avanço quando tratamos do processo
da democratização, pois é aberto a participação de todos os segmentos
no âmbito escolar, ao mesmo tempo que devido ao seu caráter
deliberativo, procura tomar decisões que venham favorecer a
instituição escolar de forma democrática.
    A abertura para constituição do Grêmio Estudantil também é um dos
pontos favoráveis ao trabalho democrático na Escola, pois permite que
o educando tenha sua liberdade de expressão assegurada, de maneira a
contribuir com a inserção dos argumentos do mesmo como participante do
processo de gestão democrática..
    Quanto ao Projeto Político Pedagógico (PPP), que por sinal é uma
exigência legal, os professores, alunos, técnicos educacionais,
comunidades e família têm papel relevante na definição de estratégias
adequadas ao perfil da Escola para garantir o processo formativo do
indivíduo que está inserido na mesma.
    A partir do debate a respeito das questões sugeridas:
    - O que a Escola faz bem?
    - O que é  preciso  melhorar na Escola?
    - O que é preciso fazer acontecer? om
    - Como sensibilizar os alunos para formação do Grêmio Estudantil?
Produzimos uma carta destinada aos gestores com a intenção de
contribuir com o crescimento da Escola no sentido de tornar o
ensinar/aprender mais consistente,  significativo e agradável.


Atividade V – Organização e Gestão Democrática da Escola.

Observando e refletindo sobre a realidade de sua escola, após o estudo e aprofundamento adquirido na primeira etapa da Formação, na prática, o que muda no cotidiano escolar com relação aos temas abordados nos cadernos de Estudos?

 Sim. Conheço o PPP da escola e em muitas ocasiões participei do mesmo e sua importância é vital para o processo de ensino-aprendizagem, desta forma segue abaixo a importância de sua existência na escola e sua aplicabilidade com coesão.
         O processo se dá através de uma necessidade básica de a escola possuir um projeto político pedagógico para atender a exigência que a Secretaria de Educação do Estado faz para que os professores do estado possam receber o décimo quarto salário e com isto, para que seja montado o projeto e processo, acontecem várias reuniões em alguns setores da escola, incluindo o alunado, para ver a real necessidade do que se aplicar como conteúdo pedagógico em períodos também pré-determinado dentro do projeto. Tentar coletar informações dos setores principalmente docente, para ver então, os encaminhamentos cabíveis com a finalidade voltada para o processo de ensino-aprendizagem e tentando abranger o máximo possível a interdisciplinaridade.

O que percebe-se durante a fase preparatória do projeto é a preocupação em renovar os conteúdos pedagógicos dentro de uma realidade em que a escola está contida, realidade esta, que é, a questão financeira da mesma, para poder “bancar” os projetos elaborados pelos setores ou solicitados pelos mesmos, a visão financeira do alunado, que em dados momentos contribui para a montagem e execução das atividades, a montagem da disponibilidade dos professores no acompanhamento das atividades realizadas pelos alunos, preocupação em convidar instituições ou pessoas para participarem do evento mas, tendo a preocupação de bater certas condições de quem vai colaborar com o evento.

A leitura que se dá para fazer é de que o alunado está sempre disposto a participar de qualquer atividade voltada para o seu benefício de cunho pedagógico e consequentemente de aprendizagem, basta apenas um incentivo, uma motivação, um despertar da procura de soluções a partir de problemas reais, muitos dos alunos fazem uma leitura crítica de todo o processo, contribuindo assim, para um andamento satisfatório do processo de ensino-aprendizagem. 

Percebe-se também, que a participação dos pais é um tanto mínima nos eventos que ocorrem na escola, ficando mais saliente a presença quase que maciça de alunos e adolescentes da comunidade, que por convite dos colegas marcam presença na escola, que muita das vezes a questão de prestigiar o evento, fica num segundo plano, como se fosse um ponto de encontro dos grupos que ali, vão para reunião de paqueras e marcação de outras atividades após o término do projeto principal. Para isto o corpo docente deve instigar seus alunos para a descoberta do saber, da procura de soluções dentro da sua realidade e condições mínimas de um fazer concreto dentro da escola. Devemos orientar para um caminho ou caminhos que ele mesmo construa, que não encontre nada pronto e sim, sinta o quanto é necessário e prazeroso obter resultados positivos. Então, vejo a situação, como um processo de participação mutua, onde todos saem ganhando o prêmio máximo ou que vai acumulando no decorrer da via, que é, conhecimento. De como é prazeroso obter saber de uma forma alegre e construtiva, de poder utilizar seus conhecimentos para formar novos agentes de transformação na sociedade.


CARTA AOS GESTORES


Prezados gestores ,



A partir do estudo do caderno V: Organização e Gestão Democrática da Escola, na formação dos professores do ensino médio, vimos tecer algumas considerações a respeito da gestão da nossa escola, esperamos que os senhores entendam, que estas considerações são baseadas na realidade em que todos os funcionários da escola vivem e através de conversas e discussões sobre os pontos positivos e negativos, chegamos a um consenso equilibrado, para que algo seja feito ou buscar através dos órgãos competentes as aspirações que todos almejam, que é de uma escola para todos, construídos por todos e que todos, sintam-se bem no processo letivo e naqueles que ainda estão por vir. Nosso sentido não foi o de insinuar que a direção não participa dos processos, mas, que, participe de uma forma democrática, que em muitos discursos, colocados por algumas gestões, de CONQUISTA dos professores e funcionários, o que na verdade, durante o caminho deste processo, esbarram em algumas dificuldades de relacionamentos pessoais com alguns professores e funcionários, com isto, gerando, alguns momentos desagradáveis. Então, foi colocado alguns itens que a escola faz bem, o que precisa melhorar e o que precisa fazer acontecer.
Todos os professores desta escola sentem-se orgulhosos em fazer parte da equipe de docência e agradecemos deste já, a compreensão pelos fatos escritos nesta carta, que na verdade é uma partícula do problema em relações a outras escolas, que vivem em situações calamitosas. E desejamos que a gestão termine numa harmonia plena.



O QUE A ESCOLA FAZ BEM?
·       
            Procura orientar seus  funcionários quanto à importância da presença de cada um no recinto escolar;
·         Adota um perfil democrático, aberto à novos projetos, motivando o corpo docente à desenvolvê-los;
·         Sempre que pode procura contribuir com a distribuição de materiais para a execução de planos de trabalho;
·         Permite que os alunos se expressem acerca das necessidade escolares.

O QUE PRECISA MELHORAR?

É necessário aperfeiçoar o processo de comunicação de maneira que as decisões tomadas sejam repassadas de forma agradável entre os professores e funcionários, levando em consideração o bem estar de ambos. É preciso ainda melhorar a qualidade das divulgações a respeito de reuniões e ações que convergem para o bem comum. Viabilizar formações em caráter pedagógico com o objetivo de estimular os docentes em sua prática. E por fim, procurar adotar, em relação à merenda escolar, um cardápio mais variado e nutritivo.


O PRECISA FAZER ACONTECER?

Precisa-se fazer a reforma do prédio escolar (Da portaria ao ginásio de esportes),com a intenção de proporcionar mais segurança, conforto e estímulo visual a todos. Faz-se  necessário ainda a presença  de: supervisores, mais psicólogos, auxiliares de serviço, bibliotecários e responsáveis pelo laboratório de  informática, de ciência e pela sala de vídeo. Há ainda a carência de planejamentos didático pedagógicos e como sugestão, indica-se um bimestral. Além disso, urge que se dedetize trimestralmente a escola em função do risco e desconforto causado pelos mosquitos da dengue, que estão se proliferando absurdamente.
Deve-se organizar entre os docentes uma comissão de divulgação e orientação quanto a formação do Grêmio Estudantil perante os alunos e, esclarecendo os limites e a importância do mesmo, para uma convivência harmônica e salutar a todos sem focar interesses partidários e exclusivistas.



















SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DO ESTADO DA PARAÍBA
ESCOLA ESTADUAL COMPOSITO LUIS RAMALHO
PACTO PELO FORTALECIMENTO DO ENSINO MÉDIO/ SISMÉDIO
ORIENTADORA: PROFª ANA BETÂNIA


EQUIPE: Alda Claúdia, JanainaSilva, Maria José Tavares, Marquedove, Marcele, Rita de Cássia (Grupo da Segunda-feira)





1 – Roda de conversa sobre o tema do caderno V, com reflexão sobre a gestão da escola, levando-se em consieração: Conselho Escolar, Grêmio Estudantil, PPP, Equipe Pedagógica, etc.


  • O que faz bem?
Os eventos sociais e culturais; possui uma equipe de professores eficientes e qualificados, com projetos dinâmicos e ousados; possuímos materiais de boa qualidade e sempre disponíveis às necessidades da equipe;  uma merenda boa, diversificada e de grande valor nutricional e também um conselho escolar eficiente.
  • O que é preciso melhorar na escola?
A estrutura física de toda escola (salas de aulas, de professores, biblioteca, sala de vídeo, banheiros, e etc).É necessário uma melhor higienização destes ambientes , embora a escola possua um quadro de funcionários responsáveis para esta tarefas, ela vem deixando muito a desejar; melhorar a equipe pedagógica e de se reelaborar o projeto politico pedagógico da escola (PPP), para que o lado pedagógico funcione melhor.
  • O que é preciso fazer acontecer?
É preciso que a escola ponha em funcionamento o PPP, a partir desta, desenvolve-se tudo de forma mais organizada no que se planeja para o ano letivo, e que o planejamento sejam realizados de forma unificada, em um só turno satisfazendo o maior numero de professores, para que haja integração e uma superinterdisciplinaridade entre todos.
  • Como sensibilizar os alunos da escola para a formação do Grêmio Estudantil
Precisamos estimular os alunos para exercer e participar do processo democrático e cidadão.


2- CARTA AOS GESTORES



Aos Senhores Gestores Escolares: Maria Gorete (Diretora Geral)
Edvirgens (Diretora Adjunta)
Jurandir (Diretor Adjunto)

Após uma roda de conversa com a equipe docente da escola, estamos por meio desta, parabenizando nossa diretora pelo maravilhoso trabalho realizado nesta unidade de ensino.
Contamos com uma diretora humana, dinâmica, comprometida e responsável pelo trabalho desenvolvido na comunidade escolar; sua gestão é democrática e participativa, embora se perceba a falta de integração mais consistente é preciso que haja uma maior comunicação entre as todos os gestores.
Na escola, são desenvolvidas bons eventos sociais e culturais, ela possui uma equipe de professores eficientes e qualificados, que desenvolvem projetos dinâmicos e ousados. Possuímos materiais de boa qualidade e sempre disponíveis as necessidades da equipe. Os alunos podem contar em dias letivos com uma merenda boa, diversificada e de grande valor nutricional.
Possuímos também um conselho escolar que sempre se reúne e toma decisões importantes para o bom andamento da escola. Mas ,como em toda escola, necessitamos sempre buscar melhorias, em especial observamos a precariedade na estrutura física de toda escola que necessita de uma reforma em suas salas de aulas, de professores, biblioteca, sala de vídeo, banheiros, e etc. Observamos também a necessidade de uma melhor higienização destes ambientes que embora possua um quadro de funcionários responsáveis para esta tarefas, ela vem deixando muito a desejar.
Existe a necessidade de se melhorar a equipe pedagógica e de se reelaborar o projeto politico pedagógico da escola (PPP), para que o lado pedagógico funcione melhor.
É preciso que a escola ponha em funcionamento a politica de planejamento pois, a partir desta, desenvolve-se tudo de forma mais organizada no que se planeja para o ano letivo. É necessário que os planejamentos sejam realizados de forma unificada, em um só turno satisfazendo o maior número de professores, para que haja integração e uma superinterdisciplinaridade entre todos que compõem a comunidade escolar.
Com relação à possível formação de um grêmio estudantil, precisamos orientar os alunos mostrando a eles um caminho democrático e cidadão.
Certos que contribuímos de uma forma geral para a concretização de uma grande parte destes dados citados, pedimos providências pela parte que precisa ser otimizada na escola.


Atenciosamente:


Equipe docente da escola



3-  Redija em grupo, um texto falando da importância dos conteúdos estudados no caderno V sobre a realidade da escola?

O Caderno V trata da “Organização e Gestão democrática da Escola”  que foi bem discutido por nós participantes e sabemos quão importante é chegarmos a um nível aceitável de democratização, para que possamos estimular a revisão de práticas gestoras, sugestões e facilitar o acesso a uma educação de qualidade. Pois, a gestão democrática é processo de construção social que requer a participação de diretores, pais, professores, alunos, funcionários e entidades representativas da comunidade local como parte do aprendizado coletivo de princípios de convivência democrática, de tomada de decisões e de sua implementação.

Nessa perspectiva, a CF (1988) prescreveu e a LDB (1996) regulamentou a gestão democrática como um dos princípios fundamentais da educação, ao lado de outros seis princípios, a saber: igualdade, liberdade, pluralismo, gratuidade e valorização dos profissionais da educação. Mais não depende apenas da legislaçao como vimos, depende de que decisões tomadas pela direção, pelo corpo técnico da escola, por um grupo de professores, podem e devem passar pelo mesmo processo e todos nós ganhamos com isso.

Estamos caminhando em direção dessa democratização, com alternativas como o conselho escolar que veio para somar as experiências vivídas no ambiente escolar e não repetir os mesmos erros. Temos o PPP, o Regimento Escolar pautado nas necessidades da escola e que constantemente nos leva a reflexões, como também se encontra em processo a criação do grêmio estudantil, onde nós educandos temos que fazer o papel de estimuladores e interlocutores e fazer com que o Grêmio estudantil participe de discussão e a promoção de debates sobre o projeto pedagógico da escola e sobre temas do interesse deles, alunos (trabalho, cultura, vida social, saúde, transporte, etc.), assim como do interesse da educação, da escola e da região onde vivem com suas famílias. Na realidade temos muito ainda para avançar, os desáfios são muitos, vericou-se o clientelismo, o patrimonialismo entre outras práticas, mas com otimismo podemos chegar lá.

A sala de aula é o espaço privilegiado do fazer pedagógico tradicional, mesmo que não seja o único, e se o compromisso da escola é formar indivíduos solidários (e não concorrentes), autônomos (e não dependentes) e criativos (e não repetitivos), cabe aos profissionais da educação e às escolas tomarem a sala de aula como espaço de ações pedagógicas que valorizem a auto-organização, o trabalho cooperativo e que tenham a problematização como estratégia básica para o ensino e a aprendizagem. Mas a possibilidade de implementação de ações mais dinâmicas e criativas depende também das condições concretas para a sua realização. Assim, a efetivação de práticas pedagógicas integradoras entre a teoria e prática, entre o pensar e o fazer,podem ser facilitadas ou dificultadas se houver na escola espaços adequados como laboratórios e salas de artes, material esportivo, por exemplo, que permitam o desenvolvimento da autonomia e das amplas capacidades humanas. Pois, somente assim se ampliam as capacidades humanas e se constroem a democracia e o espírito colaborativo entre os discentes.