sexta-feira, 28 de novembro de 2014

PACTO PELO FORTALECIMENTO DO ENSINO MÉDIO - II ETAPA

SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DO ESTADO DA PARAÍBA

EEEFM COMPOSITOR LUÍS RAMALHO

FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO ENSINO MÉDIO/SISMÉDIO 2014

PROFESSORA ANA BETÂNIA

SEGUNDA ETAPA : CADERNO I – ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO NO ENSINO MÉDIO

SEMANA DE 24 A 29 DE NOVEMBRO

PAUTA DE TRABALHO

OBJETIVOS :

1-    Apresentar o CADERNO I – ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO NO ENSINO MÉDIO,através de slides,de forma objetiva e com a participação do grupo.

      2 -  Trabalhar, de forma articulada , os componentes curriculares.

      3 -   Definir dia e horários da Formação.


1º MOMENTO :


– VÍDEO MOTIVADOR :Imagine um mundo perfeito...


2º MOMENTO :


- Decidir ,em grupo , os dias e horários da Formação –segunda etapa.


3º MOMENTO:


Apresentação do Caderno I : Organização do Trabalho Pedagógico no Ensino Médio – slides/resumo .
.

4° MOMENTO : Exibição do vídeo do professor Miguel Arroyo



ATIVIDADES:


1ª - REFLEXÃO E AÇÃO – Grupo I: (página 13/14)


O professor Miguel Arroyo realiza uma discussão acerca da diversidade na sociedade e na escola.


Faça uma reflexão com seus colegas, com base nas questões:


1-    A diversidade e a pluralidade cons­tituem desafio na organização do trabalho pedagógico escolar? Quais?
2-    2- A pluralidade e a diversidade podem ser mola propulsora de nova organização do trabalho pedagógico? Como? Por quê? Essa reflexão possibilitou um novo olhar sobre a diversidade da sua escola? Registre as conclusões dessa reflexão, destacando os aspectos que a comunidade escolar precisa considerar na reescrita do PPP e na elaboração do Plano de Trabalho Docente. Apresente os registros dessa reflexão ao Conselho Escolar para análise, apreciação e deliberação quanto a mudanças necessárias das práticas pedagógicas e de gestão da escola.



2ª REFLEXÃO e  AÇÃO – Grupo II : (página 20)



Professora e professor, propomos uma reflexão acerca dos espaços de participação ampliada de estudantes, professores, funcionários e familiares nos processos de gestão democrática da escola, com vistas à socialização do conhecimento e democratiza­ção das relações internas na escola. Realize uma discussão com os estudantes em pelo menos uma de suas turmas para debater as formas de participação no Conselho Escolar, no Grêmio Estudantil e no Conselho de Classe Participativo, como locus do exercício do diálogo enquanto ferramenta de construção da auto­nomia dos atores da escola, como por exemplo, a reescrita do PPP. Nesta atividade formativa de reescrita do PPP, todos os sujeitos do processo educativo assumem o seu papel social de ator e de autor do projeto da escola em condições de igualdade, superando os limites da democracia representativa que circunscreve o exercício de voz e voto apenas àqueles representantes eleitos. Nesta reflexão, realize as seguintes ati­vidades: 1) Explicite as principais características da pluralidade e diversidade dos sujeitos (professores e estudantes) como fundamentos a serem considerados no PPP. 2) Faça uma discussão com os estudantes de uma de suas turmas acerca do empoderamento e dos desafios decorrentes dessa relação democrática. 3) Realize uma reflexão sobre a dualidade estrutural do Ensino Médio, identificando as manifestações nos estudantes e professores. 4) Faça uma discussão sobre a formação continuada como espaço de debate e de aproveitamento das experiências docentes. A partir dessas reflexões e dos registros decorrentes dessas ati­vidades, faça uma análise com os professores cursistas de sua turma, considerando as seguintes questões: a) Quais são os problemas que precisam ser resolvidos imediatamente na escola? b) O que já foi feito para resolvê-los? c) Como cada segmento pode contribuir para mudar essa situação? Destaque as contribuições dos estudantes. Agora, encaminhe os registros desta atividade ao gestor e ao Conselho Escolar como con­tribuição para a reescrita do Projeto Político-Pedagógico.


3ª REFLEXÃO E AÇÃO – GRUPO III : ( página 32 )


Faça uma reflexão acerca do esquema apresentado como síntese desta unidade do Caderno,página 31. A se­guir, em pequenos grupos, discuta com seus colegas e escreva os principais problemas da escola (Ensino Médio) na coluna da tabela. Analise os impactos desses problemas na escola. Agora, proponha ações para mudar essa realidade. Socialize os resultados desta atividade como contribuição para a reescrita do PPP.


PROBLEMA
(O que precisa ser mudado)
IMPACTOS NEGATIVOS
(Do problema)



AÇÕES
(Para resolver o problema)


4ª: REFLEXÃO E AÇÃO – GRUPO IV (página 40)


I - Mediante sua participação no Conselho de Classe, responda:
1-Quais foram os problemas levantados?
2-Quais os encaminhamentos propostos?
3-Estabeleça a diferença entre queixa e problema.
4-Quais questões de ensino e aprendizagem foram tratadas no Conselho?
5-Quais foram as sugestões propostas?
6-Quais práticas de gestão democrática você identificou no Conselho?
7- Que mudanças você propõe para a realização do Conselho de Classe?



OBSERVAÇÃO :
 
1-    Selecione um líder ,em cada grupo.Ele ficará encarregado de enviar as atividades realizadas para mim.
2-    Todas as atividades realizadas serão apresentadas no próximo encontro.



BOM TRABALHO!




REGISTRO FOTOGRÁFICO


 Eu e a nossa formadora : Maria Prazeres dos Santos Macedo




 Professores e professoras da escola 



 Assistindo à exibição do vídeo do professor Miguel Arroyo


 Apresentação do Caderno I



 Atividades em grupo








DIVISÃO DOS GRUPOS:

GRUPO I:

Janaína
Maria Tavares
Alda
Marquidove



GRUPO II

Mônica
Shirley
Marcelle
Diego


GRUPO III

Paulo 
Edna
Fátima
Armando


GRUPO IV

Adeilma
Joana D'Arc
Rita de Cássia
Liliane



ATIVIDADES 

E. E. E. F.M COMPOSITOR LUIS RAMALHO
PACTO PELO FORTALECIMENTO DO ENSINO MÉDIO
PARTICIPANTES:Janaina, Marquidove, Alda, Maria Tavares, 
PROFESSORA ORIENTADORA: ANA BETÂNIA
GRUPO 1  - (PG. 13/14) -  1ª  ATIVIDADE  -  REFLEXÃO E AÇÃO  


1. A diversidade e a pluralidade constituem desafio na organização do trabalho pedagógico escolar? Quais?
  O primeiro desafio é reconhecer a diversidade cultural, diagnosticar este universo complexo da sociedade em que estamos inseridos. Pois nesse interior surgem diferenças relevantes que marcam fronteiras entre os grupos sociais, dos quais surgem os movimentos responsáveis por determinadas conquistas que expressam as formas de resistência, suas sabedorias e construções de conhecimento, sua visão de mundo, mas não apenas uma reivindicação de direitos e de justiça, mas uma forma de afirmação de um patrimônio cultural específico.
   Considerar esse processo educativo induz à estruturação de uma sociedade com capacidade de romper estereótipo que geram exclusões, combater o preconceito e discriminação. Logo, não podemos confundir diagnóstico com juízo de valor. Não podemos discriminar, o que significa negar oportunidades , negar acesso  e sim respeitar a diversidade e saber viver com ela, contribuindo para o crescimento pessoal e de todos ao nosso redor.

     Para conhecer melhor o alunado, a família tem que ser participativa, ter uma equipe pedagógica e ativa, sendo os mediadores entre a família, professor e aluno, e também o grande número de aluno por sala.

2. A pluralidade e a diversidade podem ser mola propulsora de nova organização do trabalho pedagógico? Como? Porquê? Essa reflexão possibilitou um novo olhar sobre a diversidade da sua escola ? Registre as conclusões dessa reflexão, destacando os aspectos que a comunidade escolar precisa considerar na reescrita do PPP e na elaboração do plano de trabalho docente. Apresente os registros dessa relexão ao Conselho escolar para análise, apreciação e deliberação quanto a mudanças necessárias das práticas pedagógicas e de gestão da escola.


          O reconhecimento da diversidade e da pluralidade presente no contexto social permite distinguir diferentes possibilidades de organização familiar. Com essa reflexão o núcleo familiar constitui um espaço de humanização em que se estabelece um relacionamento entre pessoas com valores e organização específicos, e são construídos vínculos afetivos, de proteção e de responsabilidade, essenciais ao desenvolvimento humano em condições dignas e de respeito aos direitos humanos. Esta reflexão deve estar presente na elaboração do plano de trabalho docente buscando fundamentos no PPP e na participação da comunidade escolar ( alunos, familiares, gestão escola, regimento interno, etc).Esta articulação nos possibilita repensar a escola nos aspectos múltiplos e singulares como via de construção da identidade da escola de Ensino Médio.
            Para que este crescimento aconteça a articulação da diversidade e a pluralidade gera justiça coletiva, atos de cidadania que devem ter base legal para as políticas públicas não excluírem os ´injustiçados`. Temos que pra isso ter todo um contexto histórico, conhecer bem a fundo a nossa escola ou seja quem faz parte dela.


Segundo Goglec:

 O multiculturalismo é conhecido como um fenômeno que estabelece a coexistência de várias culturas em mesmo espaço territorial e nacional.
Multiculturalismo tende a combinar elementos de diversas culturas em uma nova e diferente expressão cultural. Vendo por este ângulo, entende-se que é um movimento altamente nivelado, pois deixa  de lado todas as representações discriminatórias.
Vendo assim, já para pensar que realmente a discriminação não existe, mas engana-se todos que acreditavam no conceito de pluralismo ou multiculturalismo.
Sabemos que diversidade cultural engloba as diferenças que encontramos entre pessoas, como: na linguagem, vestuário, tradições, crenças, religiões, racial e gênero. “No nosso Pais “Brasil” a grande diversidade dar-se pelo fato de ter sido “colonizado” e habitado por povos diferentes.

É necessário na escola uma política “plano de ação” ou conjunto de práticas com ações sociais concretas que atenda a todos com intuito de organização; Com agentes que abordam a causa e resgate esses indivíduos por meio da informação, comunicação, interação e cooperação.


A escola fará oficinas e palestras para os gestores, professores e funcionários com objetivo de capacitar multiplicadores, buscar ajuda junto às ONGs que trabalham com a diversidade e os professores no seu planejamento já devem Alencar ações neste sentido. Buscando o tão almejado pluralismo que tem aplicações em diversos âmbitos e que está associado a pluralidade e a convivência de coisas bastantes diversas. Como é sabido o pluralismo aceita, reconhece e tolera a existência de diferenças, posições e ideologias e pensamentos. O pluralismo valoriza e promove a igualdade de todos. Por isso a escola deve-se trabalhar para relegar as diferenças e discriminações existentes no nosso meio. 





E. E. E. F.M COMPOSITOR LUIS RAMALHO
PACTO PELO FORTALECIMENTO DO ENSINO MÉDIO
PARTICIPANTES: MÔNICA,SHIRLEY,MARCELLE,DIEGO
PROFESSORA ORIENTADORA: ANA BETÂNIA

CADERNO I – ATIVIDADE 2- Grupo II


          Num cenário marcado por incertezas, dúvidas e muitas indagações a elaboração do PPP e sua implementação supõe rupturas com o presente e projeções intencionais visando à interferência em uma realidade escolar objeto de estudo e de reflexões por seus protagonistas. A dimensão mobilizadora do PPP revela-se no leque de possibilidades de reflexões e múltiplas indagações no macro contexto das políticas educacionais e de seus desdobramentos, mas prioritariamente, no questionamento e na problematização do que é possível fazer, no micro contexto da escola, ainda que diante de um cenário ‘complexo’ e multifacetado. Cenário este que também contempla diversas perspectivas de análises e de ações coletivas e institucionais. É neste reconhecido desafio de lidar com o instituído, com as tensões e contradições do cotidiano escolar que reside o espaço e a relevância do planejamento, enquanto o pensar e agir edificantes de novas práticas pedagógicas.
         Nesta perspectiva, partindo-se de uma concepção de planejamento participativo é que o PPP constitui-se em instrumento de intervenção na realidade escolar visando proporcionar a  organização do trabalho pedagógico; a utilização dos tempos e espaços escolares;  identificar e valorizar aspirações, ideais e anseios; e sobretudo, mesmo no bojo das diretrizes gerais da política educacional e de uma ‘autonomia relativa’ permite dentre tantas limitações que a comunidade escolar possa refletir, definir, construir coletivamente os pilares de sua trajetória histórico-social.
          O PPP remete ao estudo da realidade e do cotidiano escolar instigando conquistas coletivas; não apenas se reporta ao cenário das grandes revoluções; como também remete-se ao âmago das pequenas e contínuas mudanças, das legítimas conquistas  resultantes da autoria intelectual coletiva dos seus diversos protagonistas capazes de pensar, projetar e desenhar um caminho e de identidade institucional peculiar a cada escola.
Nessa ótica, Veiga (2003) esclarece que tanto a inovação regulatória como a emancipatória provocam mudanças na escola, entretanto, deve-se considerar as diferenças substanciais existente entre elas. As inovações emancipatórias têm sua origem e destino nas necessidades do coletivo escolar, ao contrário as inovações regulatórias decorrem de prescrições, de recomendações externas à escola; por isso tendem a ser burocratizadas, não sendo resultado de processos participativos e partilhados pela comunidade escolar. É justamente a perspectiva emancipatória do PPP que buscamos destacar no enfoque práticas dialógicas e democráticas.

           Assim, entendemos que o projeto político-pedagógico é instrumento de comunicação, interação entre a comunidade escolar e extra-escolar configurando-se também valioso instrumento de intervenção na realidade escolar. A esse respeito indicamos o estudo da Sala Ambiente 1 – Realidade Escolar, como essencial para a construção de uma projeto de intervenção. Nessa ótica também concebemos o processo de elaboração, implementação e avaliação do projeto político-pedagógico como objeto privilegiado de contínuas reflexões, estudos sistemáticos e de pesquisas interdisciplinares e multidisciplinares.

O PPP constitui-se em um imprescindível instrumento de intervenção na realidade escolar e de comunicação entre os sujeitos que interagem no cotidiano escolar, bem como configura-se como canal de diálogo e de participação dos diversos protagonistas da comunidade externa.
Concebido nesta perspectiva o PPP ganha força como instrumento para o aprendizado dos princípios da autonomia intelectual “e da construção da identidade institucional” no exercício de uma gestão colegiada caracterizada pela tomada de decisão coletiva e pela contínua reflexão em torno das demandas, necessidades, fragilidades e potencialidades apresentadas na realidade escolar.
Destacamos as palavras de José Mário Aleluia (2009) ao afirmar que
     A comunidade escolar como um todo possui o direito e o dever de tornar públicas as informações relevantes de interesse coletivo. Neste sentido, para tornar comum, informações, problemas, soluções, projetos, necessitamos intensificar processos de comunicação no ambiente escolar. Por exemplo, o [Projeto Político-Pedagógico – PPP] [link para o texto da sala PPP], como instrumento de participação e de gestão democrática, precisa ser entendido como um documento público, comum a todos que compõem a comunidade escolar, e, para tanto, a sua comunicação é imprescindível nesse processo. Tornar comum tanto a construção do documento quanto a sua operacionalização e avaliação.
       Nessa circunstância, destacamos que o PPP é também de responsabilidade compartilhada entre todos os membros da comunidade escolar (professores, coordenadores pedagógicos, diretores, equipe de gestão e de suporte pedagógico, alunos, pais de alunos, servidores técnico-administrativos). A esse respeito destacamos anteriormente o relevante papel do coordenador pedagógico enquanto mobilizador da reflexão, do diálogo e da comunicação no âmbito do planejamento dialógico participativo.  
        Gadotti (2000) destaca que “o projeto pedagógico da escola está hoje inserido num cenário marcado pela diversidade. Cada escola é resultado de um processo de desenvolvimento de suas próprias contradições. Não existem duas escolas iguais”. Nisto reside a pluralidade de projetos pedagógicos desenvolvidos à luz do marco referencial e a partir de uma efetiva análise da realidade escolar peculiar a cada instituição de ensino.
A democratização da gestão escolar tendo por sustentáculo a participação dos sujeitos escolares na elaboração/implementação do PPP e na atuação dos órgãos colegiados requer, portanto, mudança de mentalidade. Implica a mudança no uso de tempos e espaços escolares, na organização do trabalho pedagógico e nas formas de comunicação e interação. Por isso, vale destacar as palavras de Gadotti (2000) ao afirmar que a “gestão democrática é, portanto, atitude e método. A atitude democrática é necessária, mas não é suficiente, precisamos de métodos democráticos de efetivo exercício da democracia. Ela também é um aprendizado, demanda tempo, atenção e trabalho”.





 E. E. E. F.M COMPOSITOR LUIS RAMALHO
PACTO PELO FORTALECIMENTO DO ENSINO MÉDIO
PARTICIPANTES: Edna,Paulo,Fátima,Armando
PROFESSORA ORIENTADORA: ANA BETÂNIA

CADERNO I – ATIVIDADE 3- Grupo III



PROBLEMA
IMPACTOS NEGATIVOS
AÇÕES
Ausência de interação entre o corpo docente e os funcionários
dificulta o trabalho  coletivo, pois atrasa o processo, devido as ações individuais que não têm objetivos em comum.
Propor uma reflexão coletiva de professores e funcionários, que levem a construção da unidade escolar.
Falta de cronograma das atividades pedagógicas anuais.

Os professores trabalham individualmente, dificultando as atividades pedagógicas como um todo.

Construir um calendário no início do ano letivo, levando em consideração as propostas lançadas durante o planejamento.

Não valorização do profissional, enquanto ser colaborador, quanto ao  respeito, salários, recursos didáticos,...

Causa insatisfação ao profissional e oportuniza disseminação de doenças psicossomáticas, levando ao desconforto e tornando as relações sociais difíceis.

Mostrar à comunidade as angústias vividas pelos profissionais da educação para sensibilizar, reconhecer e valorizar em relação aos aspectos mencionados anteriormente.

Falta de interesse do corpo discente

A não assimilação dos conteúdos formais, e consequentemente prejuízo quanto  a qualificação para o trabalho, causando falta de profissionais capacitados para provimento da necessidade.

– estruturar a escola a partir de uma mudança metodológica que vise levar o aluno a construir o conhecimento de maneira contextualizada e significativa para o mesmo.



Falta de aplicação do PPP local de forma abrangente, integrando todos os componentes da comunidade.

Carência de ações interdisciplinares quanto ao programa proposto durando o ano letivo, bem como, a difícil interação na busca das soluções pertinentes as problemáticas que surgem no decorrer do processo.

Colocar o PPP em prática a partir do primeiro planejamento levando-o em consideração  nas etapas subsequentes.



   






















E. E. E. F.M COMPOSITOR LUIS RAMALHO
PACTO PELO FORTALECIMENTO DO ENSINO MÉDIO
PARTICIPANTES: ADEILMA BASTOS;
LILIANE ALVES, JOANA D’ARC; RITA DE CÁSSIA
PROFESSORA ORIENTADORA: ANA BETÂNIA
GRUPO IV


                                                                      ATIVIDADE 4

1          O conselho de classe de nossa escola não está, ainda, acontecendo a contento; contudo a equipe escolar, na última reunião colocou em pauta tal problema, e todos, numa coletividade decidiu, que deve-se regularizar as reuniões para o ano letivo de 2015. Nesse sentido, percebemos que o primeiro problema foi a regularidade das reuniões, para o ano letivo seguinte deveremos organizar os encontros.
2.       Regularidade das reuniões; discutir os problemas gerais da escola e como isso está influenciando negativamente na relação ensino-aprendizagem dos educandos; proposta de acompanhamento mais efetivo da frequência dos educandos (essa atividade já vem sendo desenvolvida por projetos de professores da escola), entre outras questões.
3.Queixa são as insatisfações, na maioria das vezes, localizadas e que tem reflexo nas subjetividades dos envolvidos e que nem sempre tem relação com toda a comunidade escolar e que não traz prejuízo para  esta mesma comunidade, geralmente tem relação com a contingência do cotidiano escolar, como conflitos localizados entre professores e alunos, desgastes profissionais, etc; já o problema é mais objetivo e mais fácil de identificar, uma vez que sempre tem relação direta com toda a comunidade escolar e que afeta o cotidiano geral da escola e toda a coletividade nela inserida, tais como: falta de infraestrutura adequada para o desenvolvimento das atividades escolares, indisciplina generalizada, tráfico de drogas e violência nas escolas, racismo institucional, desrespeito às diferenças, etc.
4.  A falta de interesse generalizada da juventude por temas mais clássicos da sociedade, a alta conectividade mal aproveitada dos educandos, as drogas e a violência escolar e na juventude em geral, a busca de alternativas para a melhoria do ensino- aprendizagem e para a motivação dos educandos.
5. Mais empenho por parte dos docentes, planejamento frequente para evitar a rotina e a improvisação, planejamento por área de ensino e também por componente curricular, horário de atendimento para os educandos e para a realização de estudos por parte dos professores, etc.
6. A roda de diálogo entre os presentes no conselho, a troca de experiências e tentativa de soluções dos problemas a partir da narrativa de experiências dos professores mais experientes com os professores mais jovens, a atenção por parte da gestão para ouvir as opiniões dos docentes e da comunidade escolar, etc.
7. A existência de um calendário de reuniões bimestrais sem prejuízo dos dias letivos do calendário escolar, que estas sejam ordinárias e que elas não se centrem em queixumes em relação ao cotidiano escolar, mas que ela seja bem conduzida por profissionais competentes para que não caia na esparrela de só elencar problemas sem propor soluções, que as reuniões sejam exitosas no sentido de nos aclarar as soluções para o cotidiano escolar e consequentemente otimizar o processo de ensino-aprendizagem.