terça-feira, 29 de julho de 2014

REVISÃO DO CADERNO VI SEMANA DE 28 a 31/07 CADERNO VI-AVALIAÇÃO NO ENSINO MÉDIO




 SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DO ESTADO DA PARAÍBA
ESCOLA ESTADUAL COMPOSITOR LUÍS RAMALHO
PACTO PELO FORTALECIMENTO DO ENSINO MÉDIO/SISMÉDIO
ORIENTADORA: PROFESSORA ANA BETÂNIA




PAUTA DE TRABALHO



OBJETIVOS:



- Refletir sobre a importância dos conteúdos estudados no CADERNO VI   na realidade escolar;

- Escrever uma carta aos professores  da escola , falando sobre a necessidade de um novo olhar sobre a AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM,levando em consideração as várias  JUVENTUDES da escola e o contexto em que estão inseridas no mundo atual,de acordo com o tema abordado no caderno VI.


ATIVIDADES:

 * LEITURA E REFLEXÃO DO TEXTO MOTIVADOR :Faleceu ontem quem atrapalhava sua vida...

1-Exibição do vídeo : AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM AINDA É BICHO PAPÃO - PES/PROJETOS EDUCACIONAIS

http://www.youtube.com/watch?v=JUly_0STUOg&feature=share

2- Roda de conversa sobre do tema do CADERNO VI,com reflexão sobre a AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM

3 – Em grupo,redija uma carta aos professores da escola falando sobre o tema estudado no Caderno VI e da necessidade de a escola ter um novo olhar sobre a AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM.


TEXTO MOTIVADOR


Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida...



Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida...

Um dia, quando os funcionários chegaram para trabalhar, encontraram na portaria um cartaz enorme, no qual estava escrito:


"Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida na Empresa. Você está convidado para o velório na quadra de esportes".


No início, todos se entristeceram com a morte de alguém, mas depois de algum tempo, ficaram curiosos para saber quem estava atrapalhando sua vida e bloqueando seu crescimento na empresa. A agitação na quadra de esportes era tão grande, que foi preciso chamar os seguranças para organizar a fila do velório. Conforme as pessoas iam se aproximando do caixão, a excitação aumentava:


- Quem será que estava atrapalhando o meu progresso ?

- Ainda bem que esse infeliz morreu !

Um a um, os funcionários, agitados, se aproximavam do caixão, olhavam pelo visor do caixão a fim de reconhecer o defunto, engoliam em seco e saiam de cabeça abaixada, sem nada falar uns com os outros. Ficavam no mais absoluto silêncio, como se tivessem sido atingidos no fundo da alma e dirigiam-se para suas salas. Todos, muito curiosos mantinham-se na fila até chegar a sua vez de verificar quem estava no caixão e que tinha atrapalhado tanto a cada um deles.


A pergunta ecoava na mente de todos: "Quem está nesse caixão"?


No visor do caixão havia um espelho e cada um via a si mesmo... Só existe uma pessoa capaz de limitar seu crescimento: VOCÊ MESMO! Você é a única pessoa que pode fazer a revolução de sua vida. Você é a única pessoa que pode prejudicar a sua vida. Você é a única pessoa que pode ajudar a si mesmo. "SUA VIDA NÃO MUDA QUANDO SEU CHEFE MUDA, QUANDO SUA EMPRESA MUDA, QUANDO SEUS PAIS MUDAM, QUANDO SEU(SUA) NAMORADO(A) MUDA. SUA VIDA MUDA... QUANDO VOCÊ MUDA! VOCÊ É O ÚNICO RESPONSÁVEL POR ELA."


O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos e seus atos. A maneira como você encara a vida é que faz toda diferença. A vida muda, quando "você muda".
Luís Fernando Veríssimo

CONSIDERAÇÕES SOBRE A PRIMEIRA ETAPA DA FORMAÇÃO DOS PROFESSORES DO ENSINO MÉDIO/PACTO PLEO FORTALECIMENTO DO ENSINO MÉDIO

A primeira etapa da Formação dos professores no Ensino Médio/Pacto pelo Fortalecimento do Ensino Médio ,em nossa escola foi concluída com êxito.
De março a julho,estivemos reunidos em torno do objetivo de analisarmos os seis cadernos da formação e fazermos,concomitantemente, uma reflexão sobre nossa postura dentro da escola,em sala de aula e do modo como o processo de ensino-aprendizagem está sendo conduzido por toda a equipe.Detectamos algumas falhas ,pontos que devem ser trabalhados ,individualmente e/ou em grupo .Sabemos que estamos apenas iniciando uma caminhada,mas estamos conscientes que nossa escola não é a mesma,nossos professores não são os mesmos de antes da formação.
Nossos encontros foram marcados por discussões que elevaram o nível do grupo,sentimo-nos fortalecidos pela presença do outro,pelo apoio do outro;as críticas que surgem são bem aceitas por todos e sempre procuramos sugerir soluções para os problemas.


Surgem projetos a partir das discussões como a SEMANA DO ESTUDANTE : ” JUVENTUDE TANTA COISA BOA A VIDA TEM PRA TE DAR” (projeto da professora Shirley ,de Biologia) e a proposta de incorporar uma área que fica por trás da escola e que está sendo utilizada como lixão pela comunidade circunvizinha para que possamos otimizar o espaço da escola –proposta já mencionada à professora Márcia e em fase de encaminhamento à Secretaria de Educação.

Percebemos que os professores envolvidos na formação repensam suas práticas em sala de aula e já usam metodologias diversas para promover o sucesso escolar.

Enfim,estamos todos de parabéns!

Professora Ana Betânia







 SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DO ESTADO DA PARAÍBA
ESCOLA ESTADUAL COMPOSITOR LUÍS RAMALHO
PACTO PELO FORTALECIMENTO DO ENSINO MÉDIO/SISMÉDIO
ORIENTADORA: PROFESSORA ANA BETÂNIA

REVISÃO DO CADERNO VI-AVALIAÇÃO DO ENSINO MÉDIO


Caros colegas professores,bom dia,


Vimos através desta carta, difundir nossas frustrações enquanto educadores, no que trata do processo avaliativo e como é difícil transformar nossas avaliações dos alunos em números, termos puramente abstratos. Vamos então mostrar-lhes outras das dificuldades e questionamentos pontuais que surgem no processo avaliativo, das diferentes disciplinas que compõem o currículo escolar:


  • Como falar ao aluno que ele deve melhorar sua escrita, que deve ler e aprender conceitos, muitas vezes técnicos e como ele se expressou no exercício não atende o que foi solicitado?
  • Que seu cálculo não apresenta nenhuma estética e que tem deficiências em fundamentos anteriores na matemática, em física ou química e interpretação de problemas?
  • Como realizar o diagnóstico?
  • Como dizer-lhe sua “nota qualitativa”? Em uma conversa? Pela contagem de faltas? Pela falta de pontualidade?
  • Será apenas que o Professor falha? Será que ele apenas terá que fazer uma reflexão? Será que falta alguma disciplina por parte do estudante?
Desta forma queremos compartilhar nossas dúvidas e frustrações. E que o “processo de ensinar a aprender” e o de “aprender a aprender” será árduo observando ainda que o processo de criação de parâmetros de avaliação terá de ser construído por todos, e também usado por todos. Devemos ter bem claro que mesmo tendo passado pela academia e por cursos específicos de formação de professores, não temos ainda ferramentas que nos deem total suporte para avaliar o aluno, uma vez que não existe uma fórmula pronta e com eficácia comprovada no que diz respeito à avaliação. Resta-nos a certeza de que aprendemos todos os dias no efetivo exercício de nossa profissão, com ensaios e erros que nos orientam ao caminho certo. Avaliar não é fácil, porém necessário e deve ser realizado em parceria com o aluno, de maneira que aconteça ao longo de todo processo de ensino aprendizagem, não sendo realizado apenas como fase conclusiva desse processo como se fosse seu fim.

                                                         EQUIPE DA QUINTA-FEIRA









Atividade  do Caderno  VI - Grupo da Segunda



SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO
ESCOLA ESTADUAL DE ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO COMP. LUIS RAMALHO
FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO ENSINO MÉDIO
PACTO PELO FORTALECIMENTO DO ENSINO MÉDIO
ORIENTADORA: PROFª ANA BETÂNIA


EQUIPE:  Janaina Silva, Maria José Tavares, Fátima, Alda,
Marquidove, Rita de Cássia, Marcelle 


ATIVIDADE DO CADERNO VI – Avaliação no Ensino Médio


Carta aos Professores,


Caríssimos colegas, foi muito proveitosa a discussão sobre a avaliação no encontro
passado, vimos que temos muito a avançar nesta questão e que não podemos apenas nos responsabilizar por essa tarefa tão complexa, mas nos cabe buscar e testar alternativas com base em conhecimento, seja no PPP ou nas Diretrizes Curriculares (DCNEM) como também na nossa vivência em sala de aula, formas de avaliar o que realmente signifique o crescimento do aluno e do nosso trabalho como formadores de opinião, “percebê-­la como parte integrante dos processos de ensino e aprendizagem, com funções diagnóstica, formativa e somativa”(pg. 8). 

Segundo AMARAL, embora não exista uma qualidade absoluta, ela depende dos interesses de quem participa da discussão, ou seja, existe uma qualidade do ponto de vista do estudante, do professor, do mercado de trabalho,da sociedade, etc. Embora esta qualidade seja um fenômeno complexo, temos portanto, que sair do tradicionalismo, onde os resultados da avaliação da aprendizagem são utilizados para decidir, ao final do período letivo, sobre a progressão de cada aluno, ou, em termos
mais conhecidos, para decidir quem “passará de ano” ou quem “será reprovado”, enfatizando com isso sua função somativa, isto é, realizada ao final do processo pedagógico. 

Essa obrigatoriedade da avaliação é assim fixada, entre várias razões, para que a ninguém seja dado o direito de se excluir de conhecimentos considerados indispensáveis para o aproveitamento de outros direitos, e como condição para uma vida mais autônoma.

Levando em consideração as várias JUVENTUDES da escola e o contexto em que estão inseridas as avaliações e os tipos delas seja da aprendizagem, seja institucional ou a avaliação externa (Enem e outros) é necessária uma reforma urgente, um outro olhar, associada ao sucesso de todos os alunos, vinculada ao trabalho coletivo e ancorada em técnicas, instrumentos e procedimentos pelos quais cada aluno seja avaliado em relação a si mesmo e, simultaneamente, em relação aos colegas, fixados os critérios de um resultado satisfatório para todos.

Fica, então, o incentivo para continuarmos nessa luta e que nos aprimoremos em vários
instrumentos para não sermos injustos nas nossas avaliações.

GRUPO DA SEGUNDA-FEIRA








 SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO
ESCOLA ESTADUAL DE ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO COMP. LUIS RAMALHO
FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO ENSINO MÉDIO
PACTO PELO FORTALECIMENTO DO ENSINO MÉDIO
ORIENTADORA: PROFª ANA BETÂNIA

 REVISÃO CADERNO VI-EQUIPE DA TERÇA-FEIRA

Em grupo, redija uma carta aos professores da escola falando sobre o tema estudado no caderno VI e da necessidade de a escola ter um novo olhar sobre a AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM.

Caros colegas professores, nesta noite tão bonita e cheia de entusiasmo por quem segura esta caneta, escrevo estas palavras na esperança de uma total mudança no sistema de avaliação que não só a nossa escola passa, mas, como todas as escolas do Brasil, ainda resistem em manter uma metodologia tradicional na forma de aplicação das avaliações para com os alunos. Nos dias de hoje, a avaliação da aprendizagem não é algo meramente técnico. Envolve auto-estima, respeito à vivência e cultura própria do indivíduo, filosofia de vida, sentimentos e posicionamento político. Embora essas dimensões não sejam perceptíveis a todos os professores, observa-se, por exemplo, que um professor que usa o erro do aluno como ponto inicial para compreender o raciocínio desse educando e rever sua prática docente, e, se necessário, reformulá-la, possui uma posição bem diversa daquele que apenas atribui zero àquela questão e continua dando suas aulas da mesma maneira.
As mudanças neste caso, são a longo prazo, talvez, com a dificuldade de aplicação ou aceitação por parte dos professores em querer inovar seus métodos de aplicar uma avaliação, ou quem sabe, o entrave maior, seja a questão de acatar as diretrizes que vem de cima para baixo e com isto, o professor é obrigado a seguir e cumprir  à risca, os conteúdos programados durante o ano letivo.
As dificuldades são grandes, mas, não impossível de mudá-las, basta apenas os professores terem a consciência, que, do jeito que está não dá para continuar ou continuar de uma forma que vai-se mesclando novas formas de avaliações para com os alunos. Isto foi feito na primeira atividade do caderno I eu apliquei uma atividade com várias turmas e eles conseguiram construir seu conteúdo de conhecimento, através de uma prática diferenciada e dinâmica, onde todos puderam compartilhar ideias e coloca-las no papel, de uma forma crítica construtiva, evitando assim, o famoso decoreba. O aluno dentro de sua realidade de construção do seu conhecimento.
O educador que faz uso de instrumentos de avaliação diversos para, ao longo de um período, acompanhar o ensino-aprendizagem, é diferente daquele que se restringe a dar uma prova ao final do período. A avaliação da aprendizagem não é um julgamento de valor apenas acerca do aluno, mas também acerca da prática docente, que tem como resultado o desempenho do aluno. Desse modo, o educador de hoje, deve repensar acerca dos seus critérios de avaliação, acerca da necessidade de construir políticas e práticas que considerem essa diversidade e que estejam comprometidas com o sucesso e não o fracasso escolar.
Então, vai se chegar o dia em que novas técnicas de avaliações superarão as tradicionais e com isto, a escola só tem a ganhar em qualidade. A visão ainda está um tanto opaca pelos professores, mas, com o colírio da sabedoria, inovação, atualizações, persistência, coragem, trabalho interdisciplinar, certamente conseguiremos chegar a uma qualidade de educação que tanto queremos, uma educação, onde os alunos possam estar livres das amarras do tradicionalismo. Espero, caros colegas, que esta mensagem, seja uma de milhões por este Brasil, que venha a contribuir para uma verdadeira avaliação de qualidade. Um educador motivado pela vocação, forma alunos motivados e bem avaliados.


  EQUIPE DA TERÇA-FEIRA