quarta-feira, 2 de julho de 2014

Formação de Professores do Ensino Médio
SEE-PB – E. E. E. F. M. Compositor Luis Ramalho
Turma: Quinta-feira - Manhã
Relator: Diego Soares

Relatório de atividades: Semana de 01 a 04/07, reflexão sobre atividades do caderno I.

            Após os estudos aprofundados dos cadernos específicos, nossas atividades se voltaram para a reflexão dos conteúdos estudados e da aplicação dos mesmos em nosso cotidiano escolar. Para tanto, tomamos as seguintes questões como guias para a reflexão das atividades do primeiro caderno: O que mudou no cotidiano da escola com relação ao tema abordado? Que contribuição este conhecimento trouxe para a realidade escolar?
            No que se refere à primeira questão, trabalhamos no caderno I a realidade do Ensino médio e a formação integral humana. Analisou-se, assim, o desenvolvimento histórico-conceitual do ensino médio, no intuito de compreender como esta modalidade de ensino surgee se desenvolve na realidade brasileira. Desse processo de compreensão, que teve por natureza específica entender o ensino médio sob a ótica jurídica e pedagógica, pudemos concluir a importância de nos colocarmos como atores protagonistas do processo da educação, sendo esta encarada como uma formação integral. Enquanto professores, técnicos da educação e alunos, percebemos que a finalidade da legislação, bem como de ações pedagógicas, só se efetivam mediante nossas práticas, as quais devem condicionar, através do diálogo, aquelas. Assim, os estudos de tal temática serviam para fixar e esclarecer a consciência coletiva de que, de fato, somos responsáveis pelo processo de educação, bem como da mudança deste para melhor.
            Como decorrência dessa consciência de ser escola, entramos no segundo questionamento guia para nossas reflexões. Nela também, encontramos os elementos para nossas respostas. Uma vez conscientes da nossa condição de atores protagonistas e da compreensão do que significa isto, encontramos como contribuição a capacidade de sermos mais ativos e participativos da nossa realidade escolar. Embora não se possa perceber isto em curto prazo, percebem-se, de maneira geral, as fagulhas que permitirão, a logo prazo, a efetivação de uma escola mais humana e integral, baseada na formação para a dignidade humana.

            Dessas reflexões, concluímos que o processo de educação não deve ser encarado como Sonhos: expectativas e anseios de um ideal perfeito, que pode ser comprando ou figurado em capas de livros de pedagogias; o sonho deve ser um roteiro pragmático, que, planejado e traçado mediante a realidade escolar deficiente, visa mudá-la de maneira efetiva e radical.