Formação
de Professores do Ensino Médio
SEE-PB
– E. E. E. F. M. Compositor Luis Ramalho
Turma: Quinta-feira - Manhã
Relator: Diego Soares
Relatório de atividades: Semana de 01 a
04/07, reflexão sobre atividades do caderno I.
Após os estudos aprofundados dos
cadernos específicos, nossas atividades se voltaram para a reflexão dos
conteúdos estudados e da aplicação dos mesmos em nosso cotidiano escolar. Para
tanto, tomamos as seguintes questões como guias para a reflexão das atividades
do primeiro caderno: O que mudou no cotidiano da escola com relação ao tema
abordado? Que contribuição este conhecimento trouxe para a realidade escolar?
No que se refere à primeira questão,
trabalhamos no caderno I a realidade do Ensino médio e a formação integral
humana. Analisou-se, assim, o desenvolvimento histórico-conceitual do ensino
médio, no intuito de compreender como esta modalidade de ensino surgee se
desenvolve na realidade brasileira. Desse processo de compreensão, que teve por
natureza específica entender o ensino médio sob a ótica jurídica e pedagógica,
pudemos concluir a importância de nos colocarmos como atores protagonistas do
processo da educação, sendo esta encarada como uma formação integral. Enquanto
professores, técnicos da educação e alunos, percebemos que a finalidade da
legislação, bem como de ações pedagógicas, só se efetivam mediante nossas
práticas, as quais devem condicionar, através do diálogo, aquelas. Assim, os
estudos de tal temática serviam para fixar e esclarecer a consciência coletiva
de que, de fato, somos responsáveis pelo processo de educação, bem como da
mudança deste para melhor.
Como decorrência dessa consciência
de ser escola, entramos no segundo questionamento guia para nossas reflexões.
Nela também, encontramos os elementos para nossas respostas. Uma vez
conscientes da nossa condição de atores protagonistas e da compreensão do que
significa isto, encontramos como contribuição a capacidade de sermos mais
ativos e participativos da nossa realidade escolar. Embora não se possa
perceber isto em curto prazo, percebem-se, de maneira geral, as fagulhas que
permitirão, a logo prazo, a efetivação de uma escola mais humana e integral,
baseada na formação para a dignidade humana.
Dessas reflexões, concluímos que o
processo de educação não deve ser encarado como Sonhos: expectativas e anseios
de um ideal perfeito, que pode ser comprando ou figurado em capas de livros de
pedagogias; o sonho deve ser um roteiro pragmático, que, planejado e traçado
mediante a realidade escolar deficiente, visa mudá-la de maneira efetiva e
radical.