quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

II ETAPA - CADERNO II - CIÊNCIAS HUMANAS

SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DO ESTADO DA PARAÍBA
EEEFM COMPOSITOR LUÍS RAMALHO
FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO ENSINO MÉDIO/SISMÉDIO 2014
PROFESSORA ANA BETÂNIA
SEGUNDA ETAPA : CADERNO II –CIÊNCIAS HUMANAS
SEMANA DE 01 a 05 de DEZEMBRO


PAUTA DE TRABALHO


A minha escola não tem personagem
A minha escola tem gente de verdade
Alguém falou do fim do mundo,
O fim do mundo já passou
Vamos começar de novo:
Um por todos, todos por um.
Vamos fazer um filme. Legião Urbana.

OBJETIVOS :

1-       Apresentar o CADERNO II –CIÊNCIAS HUMANAS,através de slides,de forma objetiva .

2-  Analisar o conteúdo do Caderno II e ver sua aplicabilidade no Ensino Médio.


1º MOMENTO : Leitura reflexiva do  texto :

A ESCOLA DOS BICHOS - Rosana Rizzuti 


     Conta-se que vários bichos decidiram fundar uma escola. Para isso reuniram-se e começaram a escolher as disciplinas.
     O Pássaro insistiu para que houvesse aulas de voo. O Esquilo achou que a subida perpendicular em árvores era fundamental. E o Coelho queria de qualquer jeito que a corrida fosse incluída.
     E assim foi feito, incluíram tudo, mas...cometeram um grande erro. Insistiram para que todos os bichos praticassem todos os cursos oferecidos.
     O Coelho foi magnífico na corrida, ninguém corria como ele. Mas queriam ensiná-lo a voar.
Colocaram-no numa árvore e disseram: "Voa,Coelho". Ele saltou lá de cima e"pluft"...coitadinho! Quebrou as pernas. O Coelho não aprendeu a voar e acabou sem poder correr também.
     O Pássaro voava como nenhum outro, mas o obrigaram a cavar buracos como uma topeira.
Quebrou o bico e as asas, e depois não conseguia voar tão bem, e nem mais cavar buracos.
     SABE DE UMA COISA?
Todos nós somos diferentes uns dos outros e cada um tem uma ou mais qualidades próprias dadas por DEUS.Não podemos exigir ou forçar para que as outras pessoas sejam parecidas conosco ou tenham nossas qualidades.Se assim agirmos, acabaremos fazendo com que elas sofram, e no final, elas poderão não ser o que queríamos que fossem e ,ainda pior, elas poderão não mais fazer o que faziam bem feito.
RESPEITAR AS DIFERENÇAS É AMAR AS PESSOAS COMO ELAS SÃO.



2º MOMENTO :


 Apresentação do  Caderno II , através de slides.


3º MOMENTO:


- Leitura e discussão ,em grupo, sobre o conteúdo do Caderno II : Ciências Humanas –
GRUPO I – A integração entre as Ciências Humanas como projeto pedagógico./9
GRUPO II – Os sujeitos estudantes do Ensino Médio e os direitos a aprendizagem e ao desenvolvimento humano na Área das Ciências Humanas/19
GRUPO III – Trabalho,Cultura,Ciência e tecnologia na Área de Ciências Humanas/28
GRUPO IV – Possibilidades de abordagens pedagógico-curriculares na Área das Ciências Humanas/37



4º MOMENTO :


Apresentação do estudo feito em grupo.

ATIVIDADES:

a)       INDIVIDUAL :

REFLEXÃO E AÇÃO


              O  texto abaixo sugere que o trabalho interdisciplinar exige o “en­cargo da compreensão”. Leia o texto e discuta este conceito entre seus colegas. Registre em um texto as principais ideias debatidas, e em seguida, identifique um conteúdo ou tema do seu componente curricular com potencial para uma ação interdisciplinar.
“Apesar de os estudos de processos integrativos serem pequenos em número, os autores concordam em vários pontos. Tomar emprestado de outra disciplina exige assumir o que Janice Lauer chamou de ‘encargo da compreensão’. É necessária uma compreensão mínima do seu mapa cognitivo, incluindo os conceitos básicos, modos de investigação, termos, categorias de observação, técnicas de representação, padrões de prova e tipos de explicação. Aprender uma disciplina a fim de praticá-la é, porém, diferente de usá-la para propósitos interdisciplinares. O domínio da disciplina denota conhecimento completo. O trabalho interdisciplinar exige adequação. Os que tomam algo emprestado não reivindicam expertise em todas as áreas. Eles identificam informações, conceitos ou teorias, métodos ou ferramentas relevantes para a compreensão de um problema particular, processo ou fenômeno. Além disso, não há nenhum Esperanto interdisciplinar. (...) A linguagem interdisciplinar normalmente evolui por meio do desenvolvimento de uma língua de comércio que se torna um pidgin – definido em linguística como uma língua provisória – ou um crioulo – uma nova primeira língua de uma comunidade”


b)       Grupal :


REFLEXÂO E AÇÂO :


     A partir da comunidade escolar em que você está inserido(a), procure refletir e discutir com os(as) seus(suas) colegas se os saberes que formam a área de Ciências Humanas (História, Geografia, Filosofia e Sociologia) cumprem ou não as ações educativas descritas no caderno . Se possível, elenque situações vividas no cotidiano escolar que justifiquem ou exemplifiquem sua apreciação sobre o assunto.



BOM ESTUDO!





































ATIVIDADES

SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DO ESTADO DA PARAÍBA
EEEFM COMPOSITOR LUÍS RAMALHO
FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO ENSINO MÉDIO/SISMÉDIO 2014
PROFESSORA ANA BETÂNIA
SEGUNDA ETAPA : CADERNO II –CIÊNCIAS HUMANAS
SEMANA DE 01 a 05 de DEZEMBRO


GRUPO I

SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DO ESTADO DA PARAÍBA

EEEFM COMPOSITOR LUÍS RAMALHO

SEGUNDA ETAPA - CADERNO II – CIÊNCIAS HUMANAS

A) Atividade Individual: Janaina Silva de Oliveira 


            Sem sombra de dúvidas que temos que ter uma compreensão mínima de outras disciplinas para fazermos esta ponte da interdisciplinaridade, para que possamos adequar aos nossos objetivos, na realidade como o próprio texto destacou estamos tomando algo emprestado não para tornar expertise em todas as áreas, mas como ferramenta relevante para a compreensão de um problema particular, processo ou fenômeno. Acredito que todos os conteúdos de meu componente curricular podeM se adequar com potencial para uma ação interdisciplinar. A exemplo, posso citar a questão da genética que tem um fator histórico interessante, na matemática os cálculos probabilísticos, as novas tecnologias, e questões filosóficas e éticas. Enfim, podemos trabalhar em muitos temas e propiciar a interdisciplinaridade por meio de práticas curriculares inventivas, repensando as fronteiras disciplinares, sem pretensão de anulá-las. Por isso é importante partilhar o saber docente, ideias e experiências pedagógicas.

B) GRUPAL

            O Papel dos professores das áreas humanas (História, Geografia, Filosofia e Sociologia) são muito importantes e vem a cumprir com as ações educativas no âmbito escolar. Algumas situações podem ser elencadas como:
                     Atos de cidadania e ética , desnaturalizando a desigualdade social;
                     o interesse dos jovens com a violência nas proximidades e no ambiente escolar, que tem sido motivo de muitos relatos jornalísticos e debatidos em sala.
                     O bulling, o preconceito com as diferentes raças, religião, padrões físicos, tem levado a reflexão e ações positivas;
                     A ausência de novas tecnologias em sala de aula, dificultando o saber e distanciando de aprender melhor;
                     A questão de inclusão social e a acessibilidade na escola, todas essas são situações que a área de Ciências Humanas podem e vem sendo trabalhado em doses homeopáticas para que no futuro possa render frutos ou a sensibilização. Não achar que tudo é natural e sim vir a estranhar o próprio mundo, o cotidiano, nossas rotinas usuais, atentar para as vivências e experiências individuais ou coletivas rompendo atitudes de indiferenças e incompreensão na relação com o outro e com os problemas que afeta a comunidade, povos e sociedade.





Grupo II

SECRETARIA DA EDUCAÇÃO E CULTURA DO ESTADO DA PARAÍBA
ESCOLA ESTADUAL COMPOSITOR LUÍS RAMALHO
PACTO PELO FORTALECIMENTO DO ENSINO MÉDIO-PACTO
ORIENTADORA: ANA BETÂNIA
SEGUNDA ETAPA – CADERNO II - GRUPO II

Professores Cursistas: Diego Soares de Souza, Mônica Maria F. de S. Nascimento, Marcelle e Shirley   .

REFLEXÃO E AÇÃO I – APONTAMENTOS PARA ATIVIDADE COLETIVA

            Em discussão coletiva sobre o tema das ciências humanas, questionamos sobre a efetividade das práticas e ações educativas sobre cada disciplina dessas ciências. Como proposta de solução para resposta, começamos entendendo como ocorrem essas ações educativas, pois apenas assim poderíamos falar em efetividade das práticas.
            As ações educativas ocorrem em duas modalidades complementares: a prática individual, na qual temos o desenvolvimento próprio de cada disciplina, e a prática interdisciplinar, na qual ocorre o diálogo coletivo.
            No que se refere ao primeiro aspecto, acreditamos que este ainda demanda de meios para efetivação plena. O que observamos é que a curta carga horária que cabe às disciplinas de humanas é insuficiente para que haja o desenvolvimento das ações próprias de cada uma das disciplinas. Falamos em pouco tempo, pois lidamos com disciplinas e conteúdos que exigem tempo de leitura, compreensão e maturação das ideias e categorias.
Diante dessa impossibilidade, os olhares interdisciplinares podem parecer caricaturas de um conteúdo. Desta feita, acreditamos que a prática interdisciplinar em humanas ainda é defasada, pois está prática só poderá ocorrer plenamente quando o aluno tiver clara em mente à identidade de ciência e/ou área de cada saber individual. Sem isso é impossível que haja interdisciplinaridade plena. Para tanto, se faz necessário conhecer o papel das Ciências Humanas como área do conhecimento no currículo escolar da educação básica, como também, oportunizar aos educadores de modo geral, a reflexão sobre o que se entende por área do conhecimento, e analise do processo de constituição da referida área, para a partir de então, em ação conjunta inseri-la de forma efetiva na estrutura curricular da educação básica, tendo como objetivo maior despertar no educando o interesse pelas disciplinas que compõe essa área.

              ATIVIDADE DO CADERNO II, PÁGINA 18, INDIVIDUAL

              CURSISTA: PROFª MARCELLE MARQUES DA SILVA


              A interdisciplinaridade ainda é pouco conhecida. Porém, a utilização da mesma tem como objetivo desenvolver um trabalho de integração dos conteúdos de uma disciplina com outras áreas de conhecimento de forma que contribua para o aprendizado do aluno.
              É possível integrar disciplinas aparentemente distintas. Essa interação é uma forma complementar ou suplementar que possibilita a formulação de um saber crítico e reflexivo, o qual deve ser valorizado no processo de ensino aprendizagem, e com isso pode-se superar a fragmentação entre as disciplinas proporcionando um diálogo entre estas, reinstalando o trabalho coletivo, em torno do estudo da realidade.
             A interdisciplinaridade oferece uma nova postura diante   do conhecimento, uma mudança de atitude em busca do contexto do conhecimento, visando garantir a construção de um conhecimento globalizante, rompendo com os limites das disciplinas.

            Na área da matemática, existem diversos conteúdos os quais podemos executar uma ação interdisciplinar, e dentre estes, posso citar aqui as funções trigonométricas, que tem uma ampla aplicação na área da saúde, na física, e em diversos fenômenos do cotidiano dos alunos.



PACTO NACIONAL PELO FORTALECIMENTO DO ENSINO MÉDIO
SEGUNDA ETAPA – CADERNO II - GRUPO II

REFLEXÃO E AÇÃO I – ATIVIDADE INDIVIDUAL - Professor Diego

            A necessidade da ação interdisciplinar vem sendo a tónica quando falamos em educação. Isto decorre em parte da busca de um processo que forme integralmente o individuo. Nesta perspectiva de formação temos a nítida constatação de que conteúdos e temas disciplinares traçam entre si pontos de contatos nos quais o limite é inexistente. Em outras palavras, percebemos que disciplinas não funcionam de maneira estanque, pois, pela dinâmica do próprio saber, transbordam e esvaziam limites existentes, exigindo novas práticas pedagógicas. No que se refere às ciências humanas (Filosofia – Historia – Geografia – Sociologia), tal observação é facilmente constatada quando analisamos seu método e objeto de estudo.
Deve-se esclarecer que as ciências humanas têm métodos específicos que lhes dão características próprias. Com isso, queremos alertar que ao falarmos em ciência falamos em um termo que teve seu sentido dilatado no final do século XIX. A partir desta época, fala-se em ciência natural – aquelas que priorizam o método da análise e observação experimental, que geral conhecimentos de caráter universal – e em ciências humanas, nova classe que está fundada na interpretação e compreensão, tomando a hermenêutica como método cientifico.
Desta feita, temos uma abordagem específica ao objeto único dessa área: o homem. É neste sentido que a interdisciplinaridade se mostra como campo aberto para atuação pedagógica. O que cada ciência humana estuda é um aspecto cultual e ontológico desse objeto. Poderíamos afirmar que a abordagem de cada uma dessas áreas específicas funciona como uma espécie de “olhar sob um determinado ponto de referência”: seja a filosofia no que tange à conceitos fundamentais, a história o tempo, a geografia o espaço e a sociologia em relação a organização social. Assim, uma vez que o aluno tenha em mente a especificidade do método e da identidade dessa categoria de ciência, a pratica interdisciplinar surge como meio necessária para se montar e compreender esse quebra-cabeça chamado ser humano.


SECRETARIA DA EDUCAÇÃO E CULTURA DO ESTADO DA PARAÍBA
ESCOLA ESTADUAL COMPOSITOR LUÍS RAMALHO
PACTO PELO FORTALECIMENTO DO ENSINO MÉDIO-PACTO
ORIENTADORA: PROFESSORA ANA BETÂNIA
SEGUNDA ETAPA: CADERNO II – CIÊNCIAS HUMANAS

Professora Cursista: Mônica Maria F. de S. Nascimento

REFLEXÃO E AÇÃO I – ATIVIDADE INDIVIDUAL

É indiscutível nos dias atuais não pensar em trabalhar de forma interdisciplinar, já que esse é o meio que dispomos para romper as barreiras do distanciamento que há entre as disciplinas do componente curricular. A interdisciplinaridade no ambiente escolar poderá minimizar o preconceito existente com determinadas áreas do conhecimento, as quais são vistas sem muita importância por colegas educadores. Tal fato foi observado recentemente em reunião pedagógica.
No início da década de 90 a interdisciplinaridade foi tema que teve destaque em Encontros Bienais de Professores de Didática e Prática de Ensino e da Conferência Brasileira de Educação, no entanto, após um longo período de esquecimento a temática volta à tona, e atualmente se busca trabalhar na educação de maneira mais efetiva, porém não é tarefa fácil colocar em prática a interdisciplinaridade.
Para tanto, se faz necessário promover momentos de reflexão, onde professores possam compartilhar conhecimentos e busquem socializa-los, isto é, de como fazer acontecer esse processo, evitando assim uma educação fragmentada e com conhecimentos isolados. 
Segundo Japiassu, a interdisciplinaridade corresponde a uma nova etapa do desenvolvimento do conhecimento, exigindo que as disciplinas, por meio de uma articulação constante, fecundem-se reciprocamente. (1992, p. 88)
Sendo assim, observa-se que a interdisciplinaridade requer do educador uma prática de integração, na qual o mesmo supere os desafios e busque meios para melhorar a aprendizagem do seu educando, de modo que ele possa ampliar seus conhecimentos, de se comunicar, questionar e enfrentar problemas de naturezas diversas.
Contudo, vale ressaltar que colocar em prática a interdisciplinaridade exige mudanças metodológicas na condução de atividades pedagógicas para que ela aconteça de forma contextualizada, e em consonância com as disciplinas do currículo escolar. “Para observância da interdisciplinaridade é preciso entender que as disciplinas escolares resultam de recortes e seleções arbitrários, historicamente constituídos, expressões de interesses e relações de poder que ressaltam, ocultam ou negam saberes (Parâmetros Curriculares Nacionais - Ensino Médio. Brasília: MEC, 2002, pág. 88)”.
Enfim, fica claro que dispomos de uma infinidade de temas que podem ser trabalhados de forma interdisciplinar sem que haja interferência ou anulação de saberes, mas sim, soma de experiências e conhecimentos que nos levarão a descoberta de novos horizontes.





Referências Bibliográficas

BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Média e Tecnológica. Parâmetros Curriculares Nacionais: Ensino Médio. Brasília: Ministério da Educação,
2002.
JAPIASSU, H. A atitude interdisciplinar no sistema de ensino. Revista Tempo Brasileiro. Rio de Janeiro: 1992.





REFLEXÃO E AÇÃO I – ATIVIDADE INDIVIDUAL - Shirley Emanuelle


Para facilitar a transmissão e a absorção do conhecimento, o processo pedagógico dividiu o conhecimento em vários compartimentos, comumente chamados de disciplinas:  português, matemática, física, química, biologia, história, geografia, artes, filosofia - para não mencionar sociologia, antropologia, economia, etc. Contudo, essas formas de classificar o conhecimento são artificiais: raramente um aspecto se encaixa unicamente dentro dos limites de uma só disciplina.
Por isso, quando nos propomos a estudar problemas reais, em vez dos conteúdos geralmente demarcados para uma disciplina, acabamos tendo que adotar uma abordagem interdisciplinar. Tomemos como exemplo a questão da sexualidade , conteúdo curricular destinado a ser trabalhado entre os alunos do 2º ano. Tal conteúdo permite a integração entre as disciplinas no que concerne
às áreas:
MATEMÁTICA: interpretar dados estatísticos de casos de gravidez na adolescência;
PORTUGUÊS: consultar reportagens, levantamento de dados, produções de texto,  confecção de um jornal elaborado pelos alunos;
HISTÓRIA: comparar a evolução do papel histórico do homem e da mulher na sociedade;
GEOGRAFIA: estudo da distribuição geográfica de casos da gravidez na adolescência no Brasil.
INGLÊS: pesquisar e traduzir músicas que abordem temas da juventude;
QUÍMICA: estudo do efeito de substâncias químicas no organismo como por exemplo, os métodos anticoncepcionais hormonais;
BIOLOGIA: estudo anatômico e fisiológico dos sistemas reprodutor masculino e feminino;
EDUCAÇÃO FÍSICA: estudo das diferenças anatômicas que influenciam na execução de esportes entre o homem e a mulher.
ESPANHOL: pesquisa e tradução de músicas que abordem temas da juventude;
ARTES: confecção e exposição de mural, cartazes e etc.

ATIVIDADE INDIVIDUAL: Shirley Emanuelle


FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO ENSINO MÉDIO/SISMÉDIO  2014
SEGUNDA ETAPA: CADERNO I I – CIÊNCIAS HUMANAS
DIA: 02/12/14 – Terça-feira – noite

AÇÃO E REFLEXÃO         (Grupal):
Caderno II   -  (Paulo, Fátima, Edna, Shirley, Armando)

GRUPO  III

                Após a leitura e discussão coletiva do Caderno II, tópico 4: Possibilidades de abordagem pedagógico-curriculares na Área de Ciencias Humanas, chegamos a algumas conclusões bem interessantes.
                Pode-se dizer que a área de Ciências Humanas cumpre parcialmente seu papel quanto as ações educativas descritas nas Diretrizes Curriculares, pois embora haja uma preocupação com o que ensinar e o que aprender, não é reciproco o como fazer isso. Embora também seja importante, digamos que não se trata como prioridade, porque a preocupação como o programa é maior do que é dado ao próprio estudo em si . Quanto ao conteúdo da História propriamente dita, já é sabido que há ainda uma necessidade de manutenção dos diálogos com conhecimentos diversos que pertencem a outras áreas do conhecimento, bem como a valorização da temporalidade/especialidade.
                Como exemplo, podemos citar situações vividas no cotidiano escolar, com a preocupação dos alunos com a questão do cumprimento do conteúdo efetivo, sem muitas vezes questionar a inovação metodologia.
                Entende-se como objeto de estudo da Geografia, a compreensão do espaço geográfico incluindo seus componentes físicos, químicos, biológicos e sociais. Tal entendimento requer um estudo interdisciplinar para que exista uma interpretação da realidade.
                Uma boa estratégia de ensino no campo da Geografia concentra-se nas aulas de campo previamente planejadas envolvendo as diversos componentes a fim de viabilizar o estudo do local, valorizando as experiências e saberes vividos pelos estudantes que assumem verdadeiramente o papel de sujeitos da aprendizagem, promovendo a articulação entre teoria e prática dos conteúdos abordados em sala de aula.
                Dentro de uma interdisciplinariedade em nossa escola, um evento promovido em suas dependências pôde exemplificar tal estratégia foi a “semana folclore”, naquele momento, os alunos foram estimulados a realizar inúmeras pesquisas históricas e geográficas abordando as diversas manifestações culturais do nosso país, incluindo comidas, usos e costumes
                Noções claras da matemática foram necessárias para trabalhar com dados estatísticos, noções de tecnologia foram utilizadas para organizar as apresentações, dessa forma a interdisciplinarieade provou sua fundamental importância para a aquisição do conhecimento como um todo.
                O professor precisa sempre ser um mediador dos temas e subtemas das disciplinas, procurando introduzir o assunto de uma forma em que o aluno exercite o seu pensar critico a respeito do tema, formando seu arquivo de conhecimento democráticos. O professor da Filosofia por exemplo, precisa se compreender como aquele que instaura um novo começo, para sair de cena e deixar que os alunos sigam suas próprias trilhas. A constante inquietação do filósofo precisa estar a serviço do quesito questionar do seu aluno, tipo da sua idade, mas dentro de uma perspectiva planejada, crítica da realidade prática do aluno.
                Dentro do ensejo das ciências humanas e sua importância dentro do seio escolar, o estudo da a Sociologia traz um questionamento eminentemente crítico, reflexivo, dinâmico das relações sociais, num amplo processo de problematização e contextualização da realidade.
A Sociologia foi implantada nas escolas públicas no ano de 2009, e a partir desse momento, as ciências sociais foram acrescidas de mais um questionamento extremamente enriquecedor nas escolas, porque estudar sociologia é buscar a efetivação do despertar dos alunos para o papel do “indivíduo cidadão”, enquanto membro da sociedade e que precisa interferir nela de forma consciente.
Entretanto, efetivar uma dinâmica do despertar do aluno para o senso crítico, apurado, transformador exige um planejamento articulado, organizado do conhecimento. As Ciências Humanas são enriquecedoras e precisam cumprirem a sua função de transformar realidades, e fazer do educando um indivíduo participativo, autônomo, independente, critico, capaz de buscar e alcançar uma sociedade mais justa.



 ATIVIDADE INDIVIDUAL - PROFESSOR ARMANDO


TEMA SUGERIDO PARA ATIVIDADE INTERDISCIPLINAR: ENERGIA.

No cotidiano usamos a energia desde cedo, a exemplo de ligar o chuveiro elétrico para tomarmos banho de manhã cedo, acender o fogão para fazer o café da manhã, caminhar para de manhã para escola, ao nos alimentarmos no almoço, pagar a conta de luz no banco, até a noite quando apagamos a luz para poder dormir seja a elétrica ou até a as lamparinas que usávamos antigamente.
Se observarmos, o trecho acima “passeia” questões que pode ser problematizadas por várias áreas do conhecimento, a exemplo de Física, Química, Biologia, Educação Física, História, Nutrição, Matemática, Geografia, Economia e Português.
Desta forma, pode sugerir que o tema energia seja contextualizado com junto com tema sustentabilidade, verificando os tipos de energia renováveis e não renováveis. Verificando também que o tema é atualmente ainda é discutido na imprensa, quando mencionam sobre o racionamento de água e a produção de energia nas usinas hidrelétricas, nossa principal matriz energética.

ATIVIDADE INDIVIDUAL - AÇÃO E REFLEXÃO - PROFESSORA EDNA

          Partindo do pressuposto de que é fundamental adquirir um conhecimento, pelo menos básico, acerca das demais áreas de estudo para conduzir da melhor forma possível o programa curricular específico, percebe-se a relevância da interdisciplinaridade, o que
exige a adequação mencionada no texto.

    Lembrando que o processo interdisciplinar deve ocorrer naturalmente, à medida em que o próprio conteúdo ou a dinâmica utilizada para desenvolvê-lo assim o exige. A interdisciplinaridade não deve ser vista como algo obrigatório e maçante, mas como algo  necessário e enriquecedor, pois existe , entre os conteúdos , laços que os ligam e ultrapassam as fronteiras.  Além disso, o educando é quem mais lucra quando está inserido em um contexto interdisciplinar durante a aprendizagem propriamente dita.


AÇÃO E REFLEXÃO   - 


GRUPO  III     -   (INDIVIDUAL)      -  Maria de Fátima da Silva


                A interdisciplinariedade vem sendo muito requisitada nas escolas como forma de dinamizar a educação, e que precisa ser uma ponte para o melhor entendimento das disciplinas entre si e entre as áreas. Precisa ser encarada pelos professores e demais comunidade escolar como ponto positivo do processo de ensino-aprendizagem, pois os conteúdos se auto interagem para uma melhor compreensão e complementação.
                O educador deve primar pela utilização de práticas metodológicas associadas a estratégias que possam dinamizar o trabalho pedagógico. Nem sempre é fácil, vários fatores contribuem para que essa tarefa seja árdua, mas cabe ao professor/educador o papel de encantar os alunos pela sua melhor forma de selecionar, organizar e contextualizar os conteúdos, promovendo assim, um desenvolvimento intelectual crítico, reflexivo e dinamizador no alunado.
                Em nossa escola, já temos trabalhos interdisciplinar bem interessante, com resultados brilhantes relacionados a interação entre conteúdos e interesses. No evento promovido recentemente na escola “semana do folclore”, além de mobilizar os alunos em prol do conjunto, do coletivo, foi trabalhado a interdisciplinariedade de conteúdos. A História contribui com seus levantamentos históricos e evolutivo dos acontecimentos, a Geografia veio com sua participação geográfica dos eventos e sua dinâmica de mobilização sociais, a Artes foi claramente exemplificada pelos desfiles de tradições, costumes, valores, musicas, danças, teatro, competições. A tecnologia e a matemática agregaram a sua contribuição através de dados estatísticos importantes para a compreensão da lógica dos acontecimentos do mundo real em que vivemos, entre outros.
Em tese, não resta dúvidas que a interdisciplinariedade nas escolas deve ser incentivada e   motivada cada vez mais, isso dentro de um processo planejado e direcionado para que o objetivo pleno seja alcançado, que é desenvolver no aluno a capacidade de interagir no mundo em que vive de forma a contribuir com a construção de uma sociedade mais justa, mais igualitária.


PACTO PARA O FORTALECIMENTO DO ENSINO MÉDIO
2ª ETAPA
02/12/14 – Esc. E.E.F.M. Compositor Luis Ramalho
SEGUNDA ETAPA: CADERNO I I – CIÊNCIAS HUMANAS
Cursista : Prof.  Paulo José


ATIVIDADE INDIVIDUAL

REFLEXÃO E AÇÃO :
O texto abaixo sugere que o trabalho interdisciplinar exige o “encargo da compreensão”. Leia o texto e discuta este conceito entre seus colegas. Registre em um texto as principais ideias debatidas, e em seguida, identifique um conteúdo ou tema do seu componente curricular com potencial para uma ação interdisciplinar.
DESENVOLVIMENTO :
     A compreensão básica das disciplinas, parte de um referencial inicial do tema a ser abordado ou proposto pelo professor, dentro dos componentes curriculares das disciplinas. A interdisciplinaridade deve-se adequar ao grupo ( que são diferentes alunos em uma turma), dentro de uma linguagem básica e acessível ao alunado, para que no final, chegue a uma conclusão própria ( aluno ) de sua vivência e experiência, dentro do assunto exposto pelo professor ou sugestionado  pelo mesmo.


Exemplo : semana do estudante.
Enfatizando o esporte
Tema gerador : O esporte e o racismo;
                          O esporte e a cultura local;
                          Como formar uma equipe entre eles de forma equilibrada ( parte da habilidade individual ).




SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DO ESTADO DA PARAÍBA
EEEFM COMPOSITOR LUÍS RAMALHO
FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO ENSINO MÉDIO/SISMÉDIO 2014
PROFESSORA ANA BETÂNIA
SEGUNDA ETAPA : CADERNO II –CIÊNCIAS HUMANAS
SEMANA DE 01 a 05 de DEZEMBRO


GRUPO IV : ADEILMA, LILIANE, JOANA D’ARC E RITA DE CÁSSIA
ATIVIDADE: ETAPA II CADERNO II

1.       Um conteúdo que identificamos no nosso componente curricular (Ciências Humanas) que pode ser trabalhado interdisciplinarmente é o tema de A Reforma Agrária, a Luta pela terra e o Movimento Camponês no Brasil e no mundo, pois este tema suscita acionamento de conceitos de diversas áreas, vejamos: no aspecto da filosofia, pode-se discutir a relação do homem com os meios de produção (cabe aqui uma reflexão sobre a filosofia política hegeliana e marxista, acerca do mundo das ideias e da especulação hegeliana e a passagem da filosofia para o campo da práxis proposta por Marx e a busca pela organização da classe trabalhadora- estando aí o campesinato- no sentido de eliminação do capitalismo. A filosofia tem uma área dedicada a política, sendo esta responsável para aclarar conceitos bastante apropriados por áreas afins; no âmbito da sociologia, esta poderia se responsabilizar em discutir a trajetória do campesinato no mundo e em especial no Brasil, e quais as suas estratégias enquanto criação e recriação no que toca às estratégias de resistência e luta pela terra no Brasil; cabe à sociologia também discutir o que são os movimentos sociais e suas antigas e novas modalidades de manifestação,  podendo fazer a análise de movimentos como As Ligas Camponesas e mais modernamente, A Comissão Pastoral da Terra (CPT); O MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra (MST) e a Via Campesina. No tocante a geografia, pode-se abordar o tema a partir da concentração fundiária e da divisão do espaço em favor do capitalismo; como a regionalização se deu e se dá partir de uma divisão injusta e sem nenhuma perspectiva de sustentabilidade, cabe também à geografia perceber as novas formas de organização do campesinato e suas reivindicações. A geografia vem se ocupando recentemente de discussões como a Agricultura Familiar e a Agroecologia e toda as suas redes de organização a partir da busca de emancipação dos campesinos. À história cabe a responsabilidade de historiar e historicizar os fenômenos históricos que levaram a formação de uma categoria social diferenciada dos demais trabalhadores ( tal discussão está imbricada com outras áreas auxiliares da história); cabe também a história mostrar essa luta em diversas temporalidades históricas, como por exemplo, os primeiros levantes históricos que se tem notícia pelo acesso e permanência na terra – a questão agrária na Roma Antiga, na Grécia, a relação do trabalho e os assentamentos das bases sociais na Idade Média; as reformas agrárias francesas do período da revolução, o modelo de apropriação da terra nos EUA : o norte da agricultura de subsistência e sul escravocrata e latifundiário, etc. do mesmo modo refletir sobre a apropriação da terra no Brasil desde o período colonial até os dias atuais, reconhecendo as lutas dos camponeses e a forma de lutar dos trabalhadores no Brasil. Por fim, uma boa sugestão de ampliação dos debates em torno do campesinato e da reforma agrária seria uma aula de campo em que o alvo da visita seria o Memorial das Ligas Camponesas, sendo lá uma síntese atual e ainda viva da criação e recriação do campesinato e manutenção da memória e da luta dos camponeses no Brasil.

2.       A nossa escola tem um bom corpo docente, porém reconhecemos que essas ações têm sido feitas de formas esporádicas e isoladas, por exemplo, algumas professoras de história costumam fazer aulas de campo, porém com um enfoque mais geral de determinadas regiões. Percebemos a necessidade de que a partir da abertura de horizontes e reflexões, faremos a proposta acontecer no ano letivo de 2015.