SECRETARIA DE
EDUCAÇÃO DO ESTADO DA PARAÍBA
EEEFM COMPOSITOR
LUÍS RAMALHO
FORMAÇÃO DE
PROFESSORES DO ENSINO MÉDIO/SISMÉDIO 2014
PROFESSORA ANA
BETÂNIA
SEGUNDA ETAPA :
CADERNO III – CIÊNCIAS DA NATUREZA
SEMANA DE 09 a 12
de DEZEMBRO
Objetivos:
1 - Motivar a equipe docente para a realização dos estudos
do Caderno III: CIÊNCIAS DA NATUREZA.
2 – Orientar o estudo, debate, atividades coletivas e
individuais além de viabilizar a socialização dos conteúdos da atividade
individual/casa ( leitura do Caderno e Ação/Reflexão a ser elaborada).
1º Momento: Acolhimento/sensibilização:
- Mensagem reflexiva – Até onde você iria?
O homem investe tudo o que tem numa pequena oficina.
Trabalha dia e noite, inclusive dormindo na própria oficina. Para poder
continuar nos negócios, empenha as próprias jóias da esposa. Quando
apresentou o resultado final de seu trabalho a uma grande empresa, dizem-lhe
que seu produto não atende ao padrão de qualidade exigido. O homem desiste ?
Não !
Volta à escola por mais dois anos, sendo vítima da maior gozação dos seus colegas e de alguns professores que o chamavam de "visionário". O homem fica chateado ? Não ! Após dois anos, a empresa que o recusou finalmente fecha contrato com ele. Durante a guerra, sua fábrica é bombardeada duas vezes, sendo que grande parte dela é destruída. O homem se desespera e desiste? Não! Reconstrói sua fábrica, mas um terremoto novamente a arrasa. Essa é a gota d'água e o homem desiste? Não! Imediatamente após a guerra segue-se uma grande escassez de gasolina em todo o país e este homem não pode sair de automóvel nem para comprar comida para a família. Ele entra em pânico e desiste? Não! Criativo, ele adapta um pequeno motor à sua bicicleta e sai às ruas. Os vizinhos ficam maravilhados e todos querem também as chamadas "bicicletas motorizadas". A demanda por motores aumenta muito e logo ele fica sem mercadoria. Decide então montar uma fábrica para essa novíssima invenção. Como não tem capital, resolve pedir ajuda para mais de quinze mil lojas espalhadas pelo país. Como a idéia é boa, consegue apoio de mais ou menos cinco mil lojas, que lhe adiantam o capital necessário para a indústria. Encurtando a história: hoje a Honda Corporation é um dos maiores impérios da indústria automobilística japonesa, conhecida e respeitada no mundo inteiro. Tudo porque o Sr. Soichiro Honda, seu fundador, não se deixou abater pelos terríveis obstáculos que encontrou pela frente. |
2º Momento:
Estudo/debate do Caderno I:
- CIÊNCIAS DA NATUREZA- SLIDES/exposição dialogada
3ºMomento:
- Realização
da atividade da página 21 – Todos os
grupos:
- REFLEXÃO E
AÇÃO
Após a
leitura do Caderno III – Ciências da Natureza,leiam as proposições abaixo,
retiradas do livro Ensino de Ciências e Cidadania das autoras Myrian
Krasilchik e Marta Marandino (2007, p. 54-55).
ENSINAR CIÊNCIAS É:
Estimular atividade intelectual e social dos
alunos.
Motivar e dar prazer pelo aprendizado.
Demonstrar que o processo da ciência e da
tecnologia resultou de um esforço cumulativo de toda a humanidade.
Demonstrar que o conhecimento científico vai
mudando à medida que novas informações e teorias levam a interpretações
diferentes de fatos.
Estimular a imaginação, a curiosidade e a
criatividade na exploração de fenômenos de interesse dos alunos.
Fazer com que os estudantes conheçam fatos,
conceitos e ideias básicas da ciência.
Dar condições para trabalhos práticos que
permitam vivenciar investigações científicas rigorosas e éticas.
ENSINAR CIÊNCIAS NÃO É:
Realizar exercícios de laboratório seguindo
“receitas”, sem promover discussões para análise de procedimentos e
resultados.
Usar “fórmulas” para resolver problemas sem
discutir o seu significado e propostas alternativas.
Fazer os alunos decorarem termos que não mais
serão usados durante o curso.
Priorizar na sequência do curso e das aulas o
conteúdo sem levar em conta fatores que promovam a motivação e o interesse pelo
mesmo.
Não relacionar e exemplificar sempre que
possível o conteúdo ao cotidiano e às experiências pessoais dos alunos.
Não apresentar aplicações práticas do que é
ensinado.
Não criar situações para realização de
experimento mesmo em situações adversas de trabalho, falta de material, classes
numerosas, entre outras.
Permitir que os alunos pensem que a Ciência está
pronta e acabada e que os conhecimentos atuais são definitivos.
Não apresentar e analisar a evolução histórica
da ciência.
Discutam
essas afirmações . Todos concordam com essas afirmações? Como podem, de fato,
serem planejadas práticas que corroborem com tais proposições?Redijam um texto com as considerações do grupo.
4ºMomento: Página 28 - (todos os grupos)
Caro professor, cara professora, a partir das reflexões dessa unidade sugerimos que pensem no planejamento
de uma atividade ou sequência de atividades de ensino desenvolvida de forma interdisciplinar
a partir dos temas indicados a seguir, ou outro tema que o grupo achar pertinente. O planejamento deve
considerar a sequência proposta pela figura 2 para uma abordagem CTS e também aspectos do ensino por
investigação discutidos na unidade 1 deste Caderno.
Sugerimos que após o planejamento, discussão e reflexão sobre a realização da atividade, esta seja
concretizada em sala de aula com seus alunos.
Temas: alimentos transgênicos; clonagem humana; construção de usinas nucleares; crise no fornecimento
de água e energia; efeito estufa; enchentes; exploração espacial; fontes de energia e os possíveis
impactos ambientais; meios de transporte; poluição em suas diferentes formas; utilização do aparelho
telefônico celular na atualidade.
Bom trabalho !
REGISTRO FOTOGRÁFICO
ATIVIDADES
SECRETARIA
DE EDUCAÇÃO DO ESTADO DA PARAÍBA
EEEFM
COMPOSITOR LUÍS RAMALHO
FORMAÇÃO
DE PROFESSORES DO ENSINO MÉDIO/ SISMÉDIO 2014
GRUPO:
01 – Marquedove; Janaina, Alda e Maria José T.
ETAPA
II – CADERNO III – CIÊNCIAS DA NATUREZA
Após a leitura do caderno III –
Ciências da Natureza, leiam as proposições abaixo, retiradas do livro Ensino de
Ciências e Cidadania das autoras Myrian Krasilchik e Marta Marandino (2007, p. 54-55)...
...Discutam essas afirmações. Todos
concordam com essas afirmações? Como podem, de fato, serem lanejadas práticas
que corroborem com tais proposições?
ATIVIDADE INDIVIDUAL- Reflexão e
Ação – página 21- JANAINA
Concordo com
maior parte desstas afirmações, temos que realizar práticas no laboratório e
tendo que promover discussão, análise dos procedimentos e resultados, através
de um relatório individual feito pelo aluno;
A decoreba esta longe da realidade dos seus interesses imediatos, temos
que priorizar conteúdos que os motivem e de seu interesse, relacioná-lo ao seu
cotidiano e as suas próprias experiências.
Levar o
aluno a pensar e não apenas aprensentar aplicações práticas e prontas do que é
ensinado. O aluno de hoje é diferente do aluno de ontem, temos que considerar
esta mudança quando formos planejar práticas, o aluno não quer copiar os
conteúdos no quadro, ele usa o celular para fazer isso e até mesmo pesquisar os
exercícios em vez de usar os livros.
Infelizmente
nossas escolas públicas não tem acompanhado esta evolução tecnológica, mas
precisamos nos adequar para motivar os alunos, pois muitos deles tem este
acesso e agem diferente a captação destes conhecimento. Um bom planejamento
considerando todos esses aspectos vem tornar menos chata a disciplina que para
os alunos é enfadonha e decoreba.
ATIVIDADE INDIVIDUAL: Maria José Tavares da Silva
Ensinar
Ciência é / Ensinar Ciência não é
Como a
ciência é um conjunto metódico de conhecimentos obtidos mediante as observações
e experiências, deve ser trabalhada através de estímulo, atividade intelectual
e social do aluno, levando em consideração a união de toda a humanidade.
Ensinar
ciência significa mudar cientificamente as informações, criando novas ideias. O
professor por sua vez, deve estimular o alunado a explorar fenômenos do seu
interesse no sentido de curiosidade, criatividade e transformações positivas
dentro da ciência.
Considerando ponto negativo o alunado não deve
desenvolver suas atividades de laboratório visando só conteúdo trabalhado em sala
de aula, e sim, ampliando seus estudos com pesquisas, discussões, novas ideias
e criatividade.
O aluno não deve se limitar com o que está sendo
oferecido pela escola e pelo professor. Ir mais além dos seus conhecimentos,
capacidade inovadora e meio tecnológico para a produção de conhecimentos.
ATIVIDADE INDIVIDUAL: Marquidove
Ao término da leitura conclui que o
ensino da ciência passa por todos esses conceitos listados estimulando a
intelectualidade a demonstração do processo tecnológico cumulativo de toda
humanidade, estimulando a curiosidade, a criatividade, os fenômenos e
interesse, fazendo com que os alunos tomem conhecimento dos conceitos,
vivenciando a investigação científica e a ética
Para termos na ciência um ensino
eficiente é necessário promover uma discussão analisando seus resultados,
discutir seu significado demonstrando propostas alternativas, levando em conta
fatores que promovam a investigação e o interesse do mesmo no cotidiano. É
preciso aplicar a praticas as teorias, tendo que criar situações para que haja
experimentos em situações adversas de trabalho, permitir o promover a
possibilidade de pensar cientifico atrelado aos conhecimentos. Deve-se fazer uma análise da evolução da
ciência para solucionar os problemas da humanidade
ATIVIDADE INDIVIDUAL:
Alda
Concordo em parte. Após as
discussões percebi que o ensino da ciência está de acordo com esses conceito
interligados, baseando nos PCNs.
Para ter uma trabalho é necessário
promover discussões para análise de um bom trabalho, temos que discutir as
formulas e demonstrar o significado das proposta, o alunado tem que compreender
termos que não mais serão usados durante o curso, priorizar no curso o conteúdo
levando em conta todos os fatores que promovam a motivação e o interesse pelo
mesmo.
Tem que relacionar e exemplificar
sempre que possível o conteúdo ao
cotidiano a sua experiências. Não existe pratica sem teoria, temos que criar
situações para realização de experimentos mesmo que em situações adversas de
trabalho.
A ciência está em constante
transformação, é dever do professor apresentar e analisar a evolução da ciência
para uma melhor compreensão do alunado.
ATIVIDADE COLETIV A: Reflexão e Ação
- página 28.
Segue a
sequência de atividades de ensino desenvolvida de forma interdisciplinar a
partir do tema : Alimentos Transgênicos.
Em
Português, trazer um artigo sobre o assunto escolhido, fazer uma interpretação,
após pode ser pedido em cima desse texto uma resenha crítica, que o aluno
reescreva o artigo, e que ele faça uma entrevista com pessoas especializadas no
assunto, entre outros.
Enquanto, a
Biologia pode fazer uma pesquisa de cunho científico, mostrando os efeitos
colaterais dos OGM(organismos geneticamente modificados ou transgênicos), a
resistência a pragas desses alimentos e
a questão dos impactos deles na natureza, desenvolver o conceito, o valor
comercial e a eficácia na produtividade em detrimento as nossas necessidades.
Com relação
a Inglês, pode trazer um artigo em inglês e por meio dele trabalhar: a leitura,
tradução, compreensão e interpretação. A Filosofia pode abordar a questão
bioética relacionado aos limites da ciência no que se refere a manipulação da
natureza. Se de fato, a ciência tem o direito e o poder de alterar a condição
antologica do ser vivo.
E depois
fazer um feedback usando as mídias disponíveis na escola para a apresentação de
toda a comunidade escolar.
SECRETARIA DA EDUCAÇÃO E CULTURA DO ESTADO DA PARAÍBA
ESCOLA ESTADUAL COMPOSITOR LUÍS RAMALHO
PACTO PELO FORTALECIMENTO DO ENSINO MÉDIO-PACTO
ORIENTADORA: ANA BETÂNIA
SEGUNDA ETAPA – CADERNO III – CIÊNCIAS DA NATUREZA
GRUPO II
Professores Cursistas:
Diego Soares de Souza, Mônica Maria F. de S. Nascimento, Marcelle Marques da
Silva e Shirley Emanuelle
ATIVIDADE – PÁGINA 21
Em se tratando do ensino de Ciências
devemos privilegiar o desenvolvimento de algumas competências que têm a ver com
a formação do pensamento científico crítico e autônomo.
Nós educadores devemos saber que os modos
de fazer e pensar da ciência são parte fundamental do que devemos
ensinar, isto é, desenvolver técnicas de motivação que proporcionem prazer pelo
aprendizado. Se esses não forem nossos objetivos didáticos, o desenvolvimento
do pensamento científico acabará ocupando um lugar secundário, enquanto os
dados, a terminologia e os conceitos continuarão figurando como o mais
importante. Tão essencial quanto examinar o saber já estabelecido é apresentar
aos alunos a ciência como um processo, como uma maneira de chegar aos conhecimentos
que já dispomos atualmente, reforçando a contribuição cumulativa da ciência e
tecnologia que vem ocorrendo ao longo do desenvolvimento da humanidade.
Os bons professores de Ciências
organizam suas aulas incluindo diversas abordagens didáticas: a realização de
experiências, o trabalho com textos, os debates, as pesquisas sobre a história
da ciência, as atividades com o objetivo de analisar os resultados dos
experimentos feitos pela turma e muitas outras. O importante é que as aulas
permitam aos alunos ter um papel ativo, estimulando a atividade intelectual e
social do educando a partir do uso da imaginação, curiosidade e criatividade.
Contudo, o mais importante é que os
conteúdos se tornem, progressivamente, mais complexos. O currículo também deve
mostrar quais conceitos e habilidades serão ensinados em cada ano e em cada
ciclo escolar. Pode-se começar com competências mais simples, como a observação,
a descrição, a classificação, a busca de padrões e a formulação de perguntas.
Num segundo momento, abordar as que estão mais próximas do pensamento
hipotético-dedutivo, como a realização de experiências, a análise dos dados, a
elaboração de conclusões etc. Isso permitirá que os professores - se possível,
trabalhando em equipe - possam planejar suas aulas. A cada ano, essas
sequências precisam ser revistas para ajustes de acordo com observações de sala
ou para incorporar novas propostas de metodologia para a investigação em
Ciências.
As boas experiências são aquelas que
se relacionam de maneira direta com o tema estudado, que apresentam perguntas a
ser respondidas e que não se restringem apenas a receitas que, seguidas passo a
passo, confirmam algo que já se sabe. Ao fazer bons experimentos, os estudantes
aprendem a manter todas as condições constantes, salvo aquela variável que se
quer investigar, a necessidade de registrar os dados para poder analisá-los
depois e a importância de escolher um método de medição ou análise que
corresponda aos objetivos, entre muitas outras coisas. Também é fundamental que
as experiências sejam guiadas sempre partindo de perguntas genuínas, que não se
prestem apenas a verificar informações que o educador já transmitiu aos alunos.
Vale
ressaltar que, algumas estratégias não levam a um bom desempenho do educando no
processo educativo, tal como não fazer uso de discussões acerca do problema
apresentado, já que o intuito do mesmo é estimular o senso crítico de todos os
envolvidos no processo da construção do saber.
Sendo
assim, para que sejam planejadas práticas que levem ao sucesso no aprendizado,
faz-se necessário que haja empenho por parte do educador, enquanto facilitador
do processo de ensino-aprendizagem, a fim de utilizar técnicas que levem o
educando a participar de maneira ativa, tornando-se um indivíduo crítico e
consciente de seu papel na sociedade.
SECRETARIA DA
EDUCAÇÃO E CULTURA DO ESTADO DA PARAÍBA
ESCOLA ESTADUAL
COMPOSITOR LUÍS RAMALHO
PACTO PELO
FORTALECIMENTO DO ENSINO MÉDIO-PACTO
ORIENTADORA: ANA
BETÂNIA
SEGUNDA ETAPA –
CADERNO III – CIÊNCIAS DA NATUREZA
GRUPO II
Professores
Cursistas: Diego Soares de Souza, Mônica
Maria F. de S. Nascimento, Marcelle Marques da Silva e Shirley Emanuelle
REFLEXÃO E AÇÃO –
PÁGINA 28
Para facilitar a transmissão e a absorção do
conhecimento, o processo pedagógico dividiu o conhecimento em vários compartimentos,
comumente chamados de disciplinas: português, matemática, física, química,
biologia, história, geografia, artes, filosofia - para não mencionar
sociologia, antropologia, economia, etc. Contudo, essas formas de classificar o
conhecimento são artificiais e raramente um aspecto se encaixa unicamente
dentro dos limites de uma só disciplina.
Por isso, quando nos propomos a estudar
problemas reais, em vez dos conteúdos geralmente demarcados para uma
disciplina, acabamos tendo que adotar uma abordagem interdisciplinar. Tomemos
como exemplo a questão da sexualidade, conteúdo curricular destinado a ser
trabalhado entre os alunos do 2º ano. Tal conteúdo permite a integração entre
as disciplinas no que concerne
às áreas:
às áreas:
MATEMÁTICA: interpretar dados estatísticos de casos de
gravidez na adolescência;
PORTUGUÊS: consultar reportagens, levantamento de dados,
produções de texto, confecção de um jornal elaborado pelos alunos;
HISTÓRIA: comparar a evolução do papel histórico do homem e
da mulher na sociedade;
GEOGRAFIA: estudo da distribuição geográfica de casos da
gravidez na adolescência no Brasil.
INGLÊS: pesquisar e traduzir músicas que abordem temas da
juventude;
QUÍMICA: estudo do efeito de substâncias químicas no
organismo como por exemplo, os métodos anticoncepcionais hormonais;
BIOLOGIA: estudo anatômico e fisiológico dos sistemas
reprodutor masculino e feminino;
EDUCAÇÃO FÍSICA: estudo das diferenças anatômicas que
influenciam na execução de esportes entre o homem e a mulher.
ESPANHOL: pesquisa e tradução de músicas que abordem temas
da juventude;
ARTES: confecção e exposição de mural, cartazes e etc.
FILOSOFIA: levantamento de conceitos relacionados à
bioética, área de contato entre ciências naturais e filosofia. Tal atividade de
pesquisa permitirá uma abordagem mais fundamentada na prática interdisciplinar,
determinando os limites epistemológicos de cada ciência.
Sendo assim, diante do exposto pode-se
observar que a interdisciplinaridade é um recurso que dispomos para trabalhar
de maneira integrada, compartilhando conhecimentos, e levando as informações
aos educandos de forma mais descontraída e prazerosa, o que os levam a
apreenderem com mais facilidade as informações transmitidas nas aulas.
GRUPO III
AÇÃO E REFLEXÃO - PÁGINA 21
Ao discutirmos o item 3. Trabalho, Ciência e Tecnologia na área de Ciências da Natureza, do caderno III, chegamos a conclusão que todas as afirmações são coerentes e pertinentes ao ensino das Ciências, tendo em vista que o nosso conteúdo propriamente dito se trona atraente a partir da importância dada pelo receptor, quando esse está envolvido, conectado dentro do contexto, ou seja, quando há um conceito prático para se apropriar do conhecimento e utilizá-lo em seu cotidiano.
Dentro deste contexto de envolvimento do aluno com o conteúdo planejado, organizado, surge a necessidade de envolver o educando quanto ao programa e conteúdo curricular, através da problematização das questões inerentes ao mesmo, gerando práticas que possam ser assimilados enquanto teoria, e vivenciadas enquanto práxis.
A sala de aula deve ser encarada como um amplo laboratório, no qual os alunos deverão ser sujeitos no processo ensinar/aprender, os protagonistas de sua própria história. O ambiente escolar precisa ser acolhedor, propício ao conhecimento e as descobertas. A relação entre professor e aluno precisa que esteja conectado ao conhecimento parceria. O professor não pode ser apenas emissor, transmissor, ele precisa está pronto a fazer pontes e ligações entre as mais diversas áreas do conhecimento, e as mais diversas sociedades existente dentro do campo maior que é viver em coletividade.
A sociedade é dinâmica e a educação tem evoluído diante desses avanços sociais, e precisamos aderir para tornar as aulas mais atrativas e significativas para esse novo jovem que vem surgindo. Em nossa escola este ano vivenciamos experiências muito ricas. Foram realizados inúmeros trabalhos internamente, com participação assídua de alguns professores e a própria comunidade escolar, que tem contribuído bastante para uma maior interação entre as diversas “comunidades” existente dentro da nossa escola. Como exemplo podemos mencionar ”A semana cultura”, onde durante toda a semana foi ministrado diversas atividades com intuito claro da interdisciplinariedade de conhecimentos e convivências, como gincanas, aulas de robótica, desfiles, danças, pesquisas, exposição de desenhos, poemas, descobrimentos de novos talentos da própria escola, entre outros.
Em síntese, queremos mencionar que muito ainda precisa ser acrescentado dentro e fora da nossa escola que venha a contribuir de forma efetiva com o crescimento intelectual e pessoal dos nossos alunos. A proposta está lançada e em andamento, mas consciente estamos que educar com qualidade requer compromisso de todas as esferas da administração, seja ela escolar, seja a administração pública como um todo, a final à educação é um direito de todos e responsabilidade do Estado.
AÇÃO E REFLEXÃO - PÁGINA 28
Material de curso
TEMA SUGERIDO PARA ATIVIDADE INTERDISCIPLINAR: ENERGIA.
No
cotidiano usamos a energia desde cedo, a exemplo de ligar o chuveiro elétrico
para tomarmos banho de manhã cedo, acender o fogão para fazer o café da manhã,
caminhar para de manhã para escola, ao nos alimentarmos no almoço, pagar a
conta de luz no banco, até a noite quando apagamos a luz para poder dormir seja
a elétrica ou até a as lamparinas que usávamos antigamente.
Se
observarmos, o trecho acima “passeia” questões que pode ser problematizadas por
várias áreas do conhecimento, a exemplo de Física, Química, Biologia, Educação
Física, História, Nutrição, Matemática, Geografia, Economia e Português.
Desta
forma, pode sugerir que o tema energia seja contextualizado com junto com tema
sustentabilidade, verificando os tipos de energia renováveis e não renováveis. Verificando
também que o tema é atualmente ainda é discutido na imprensa, quando mencionam
sobre o racionamento de água e a produção de energia nas usinas hidrelétricas, nossa
principal matriz energética.
Desta
forma pode-se sugerir as atividades correlacionadas as disciplinas:
Geografia:
abordar os impactos ambientais em conflitos com os interesses econômicos da
produção de energia.
História:
Verificar os conceitos de energia na História, abordando principalmente a
Revolução Industrial.
Química:
Mostrar as Reações de Químicas de combustão, de hidrocarbonetos, evidenciando o
gás metano. Identificar substâncias fósseis que produzem poluentes com sua
combustão.
Educação
Física: mostrar as diversas atividades físicas, respectivos gastos energéticos
em determinado tempo.
Física:
Conceituar os vários tipos energéticos e suas transformações.
Sociologia:
Abordar o uso da energia em várias sociedades e os impactos sociais.
Filosofia:
identificar os conceitos de energia em cada época.
Biologia: Expor do Ciclos Biogeoquímicos e gastos de
energia celular.
Português:
Construir redações sobre o tema sustentabilidade e gastos energéticos.
Matemática:
Construir gráficos relacionando gastos de energia mensal e anual, bem como
seus custos.
GRUPO IV
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO E
CULTURA DO ESTADO DA PARAÍBA
ESCOLA ESTADUAL
COMPOSITOR LUÍS RAMALHO
PACTO PELO
FORTALECIMENTO DO ENSINO MÉDIO-PACTO
ORIENTADORA: PROFESSORA
ANA BETÂNIA DO NASCIMENTO
COMPARTILHANDO
CONHECIMENTO
Reflexão proposta na página 21 do
Caderno III
Existe
a ideia de que ensinar ciências é repetir experimentos conhecidos há muitos
anos, pois alguns acreditam que o conhecimento dessa área é concreto e
imutável. Na verdade, tratando-se de ciência pode-se comprovar ou mesmo refutar
a hipótese a partir do estudo e da pesquisa. O aluno precisa ter isso bem
claro, uma vez que o que estudamos hoje e que é aceito pode ser rejeitado a
qualquer momento. Também não seria de muita valia memorizar nomes científicos,
termos técnicos, porém conhecê-lo e saber o porquê do uso desses é
imprescindível. Propor a discussão, a análise do que é estudado deve ser sempre
feito pelo professor, mas não só no ensino da ciência, em outras áreas também.
O aluno deve sempre posicionar-se de maneira crítica frente ao conhecimento que
lhe é apresentado.
O
maior desafio vivenciado nas escolas é a necessidade de fazermos uma ponte
entre o conhecimento apresentado e sua utilização de maneira prática. Uma
necessidade de todas as áreas, não apenas da ciência. O aluno precisa estar
motivado e entender o sentido que aquele conteúdo tem com relação a sua vida.
Atividades práticas possibilitam o “dar sentido” tão necessário em nossas
escolas. Apresentar os conteúdos de forma significativa, suscitando a
criatividade e o interesse dos alunos tornam o aprender um momento mais
prazeroso e assim mais efetivo.
PROFESSORES
CURSISTAS: Adeilma Bastos, Liliane Alves de Sousa; Joana Darc e Rita de Cássia
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO E
CULTURA DO ESTADO DA PARAÍBA
ESCOLA ESTADUAL
COMPOSITOR LUÍS RAMALHO
PACTO PELO
FORTALECIMENTO DO ENSINO MÉDIO-PACTO
ORIENTADORA: PROFESSORA
ANA BETÂNIA DO NASCIMENTO
COMPARTILHANDO
CONHECIMENTO
Reflexão proposta na página 28 do
Caderno III
TEMA: POLUIÇÃO/UTILIZAÇÃO DE APARELHO
CELULAR
- Justificativa
Vivenciando as necessidade
e aspirações dos alunos da EEEFM Compositor Luís Ramalho, no bairro de
Mangabeira I, em João Pessoa e tendo em vista a necessidade de desenvolver a
consciência ambiental, também a capacidade desses de comunicarem-se através da
arte e da escrita, de manifestarem sua capacidade de sensibilidade estética e
artística, perceber a evolução histórica da humanidade e das tecnologias e a
atuação do ser humano no meio ambiente, além da necessidade de
profissionalização dos alunos e visando a redução da evasão escolar e o aumento
do rendimento escolar, este projeto deverá fomentar em cada aluno o desejo de
desenvolver-se nessas áreas citadas anteriormente. Por perceber a forte ligação
que os alunos possuem com a tecnologia, o uso de computadores, smartphones,
tablets entre outros equipamentos, tornou-se necessária a utilização desses nas
aulas. Essas tecnologias fazem parte do cotidiano atual, e os jovens tornaram
esses equipamentos “amigos íntimos” que estão presentes em todos os momentos. E
na escola não poderia ser diferentes. Tablets e smartphones tornam-se
ferramentas que auxiliam e muito o processo ensino-aprendizagem. Apesar de
muitos educadores perceberem esses equipamentos como vilões na escola, devemos
trabalhar para que essa visão preconceituosa seja vencida, fazendo com que a
tecnologia torne-se cada vez mais uma aliada da educação.
- Referencial
teórico:
A palavra
Fotografia vem do grego φως [fós] ("luz"), e γραφις [grafis] ("estilo", "pincel")
ou γραφη grafê, e significa
"desenhar com luz". Por
definição, fotografia é, essencialmente, a técnica de criação de imagens
por meio de exposição luminosa, fixando esta em uma superfície
sensível. A primeira fotografia reconhecida remonta ao ano de 1826 e é
atribuída ao francês Nièpce. Contudo, a invenção da fotografia não é obra de um
só autor, mas um processo de acúmulo de avanços por parte de muitas pessoas,
trabalhando juntas ou em paralelo ao longo de muitos anos. Se por um lado os
princípios fundamentais da fotografia se estabeleceram há décadas e, desde a
introdução do filme fotográfico colorido, quase não sofreram mudanças, por
outro, os avanços tecnológicos têm sistematicamente possibilitado melhorias na
qualidade das imagens produzidas, agilização das etapas do processo de produção
e a redução de custos, popularizando o uso da fotografia.
Atualmente, a introdução
da tecnologia digital tem modificado drasticamente os paradigmas que norteiam o mundo da fotografia. Os equipamentos, ao
mesmo tempo em que são oferecidos a preços cada vez menores, disponibilizam ao
usuário médio recursos cada vez mais sofisticados, assim como maior qualidade
de imagem e facilidade de uso. A simplificação dos processos de captação,
armazenagem, impressão e reprodução de imagens, proporcionados intrinsecamente
pelo ambiente digital, aliada à facilidade de integração com os recursos da informática, como organização em álbuns, incorporação de imagens em
documentos e distribuição via Internet,
têm ampliado e democratizado o uso da imagem fotográfica nas mais diversas
aplicações. A incorporação da câmera fotográfica aos aparelhos de telefonia móvel, e seu uso na rede mundial de
computadores (internet) têm definitivamente levado a fotografia ao cotidiano
particular do indivíduo.
Dessa forma, a fotografia,
à medida que se torna uma experiência cada vez mais pessoal, deverá ampliar,
através dos diversos perfis de fotógrafos amadores ou profissionais, o já amplo
espectro de significado da experiência de se conservar um momento em uma
imagem. Ateado a tudo isso, temos a necessidade de desenvolvimento do estudo da
nossa língua mãe: a Língua Portuguesa. É uma necessidade de a sociedade
promover o gosto pela leitura e produção textual. Sabendo que a fotografia é
algo do cotidiano das pessoas, resolveu-se nesse projeto atrelar a fotografia
artística ao desenvolvimento da escrita. Os alunos deveriam fazer uma
fotografia artística com o tema paisagem e a partir dessa construir um texto
descritivo. Compondo o tripé do ensino da arte: a apreciação artística, a
produção artística e a história da arte.
Alunas: Adeilma Bastos;
Liliane Alves, Joana Darc; Rita de Cássia

















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