SECRETARIA
DE EDUCAÇÃO DO ESTADO DA PARAÍBA
ESCOLA
ESTADUAL COMPOSITOR LUÍS RAMALHO
SISMÉDIO/PACTO
PELO FORTALECIMENTO DO ENSINO MÉDIO
ORIENTADORA
: ANA BETÂNIA DO NASCIMENTO
SEMANA
DE 14 A 17 DE JULHO
PAUTA
DE TRABALHO
OBJETIVOS
:
-
Apresentar os trabalhos do Caderno II
-
Revisar os conteúdos dos Cadernos III e IV- O currículo do Ensino Médio, seus
sujeitos e desafios da formação humana integral; Áreas de conhecimento e
integração curricular.
-
Refletir sobre a importância dos conteúdos estudados na realidade escolar
MATERIAL
UTILIZADO
1- 14/07
a 18/07: Atividade Final dos Cadernos III e IV- O currículo do Ensino Médio,
seus sujeitos e desafios da formação humana integral; Áreas de conhecimento e
integração curricular. Por serem temáticas que se complementam, serão
integrados estes dois Cadernos de Estudos.
2- PPP
da escola
3- Dados
educacionais da escola
4- Texto
motivacional
ATIVIDADES:
- Leitura e reflexão
sobre o texto motivacional ;
- Reflexão sobre os Cadernos III e IV ;
- Releitura do PPP e dos dados educacionais da escola ;
- Reflexão , em grupo , sobre a importância dos conteúdos
; estudados nos Cadernos III e IV na realidade escolar.
Texto motivador
BREVES CONSIDERAÇÕES SOBRE A APRENDIZAGEM POR COMPETÊNCIAS
A meta da educação básica é promover o
desenvolvimento pessoal do aluno, tornando-o capaz de tomar decisões ao longo
de sua vida e de intervir socialmente. O que o tornará sujeito crítico, capaz
de solucionar problemas e tomar decisões é uma aprendizagem por competências.
Através dela, o aluno terá que enfrentar desafios apresentados pelo professor,
pelo grupo e/ou pela sociedade.
O jovem aprende a enfrentar desafios através
da mobilização de competências frente a problemas significativos para ele.
Logo, terão significado para o aluno os problemas referentes ao seu contexto.
Cada aluno é único, com histórias e “repertório” diversificados (saberes e
competências acumulados pela escolaridade e pelo que a vida lhe ensinou). Cabe
a nós, professores, ampliarmos este repertório, esta rede de conhecimentos que
o aluno possui e mobilizá-los a serviço do seu desenvolvimento pessoal.
Daí a importância da contextualização, pois
ela mobiliza as relações no repertório que cada um possui, ampliando o
conhecimento, que é “prenhe de vida”. E a contextualização está centrada neste
princípio. Por isso, trazer situações significativas, que tenham relações com a
vida para o aluno, é contextualizar. É diferente, portanto, de apenas “dar
exemplos”.
Contextualização é princípio e,
não, estratégia.
Mas a contextualização, além de ser efetivada
pedagogicamente, ou seja, a partir do que tem significado para o aluno, também
se realiza numa rede de conhecimentos: conceitos e conhecimentos de determinada
disciplina são contextualizados no tempo, no espaço e no próprio universo do
conhecimento. É a interdisciplinaridade sendo aplicada. Podemos afirmar, então,
que a interdisciplinaridade como prática pedagógica é uma forma de
contextualizar o conhecimento.
Por princípio, a interdisciplinaridade
articula as disciplinas na busca de superar a fragmentação, que dificulta a
compreensão da complexidade dos mundos físico e social.
Um currículo construído de forma
interdisciplinar aponta a necessidade de reconstrução do homem como ser
integral, através da interação de conhecimentos específicos. E o processo de
interdisciplinaridade se dá através da negação, da superação, da complementação
e da ampliação de conceitos, em permanente questionamento.
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DO ESTADO DA PARAÍBA
1ª GERÊNCIA REGIONAL DE ENSINO
ESCOLA ESTADUAL COMPOSTOR LUÍS RAMALHO
FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO ENSINO MÉDIO
ORIENTADORA: PROFESSORA ANA BETÂNIA
GRUPO DA SEGUNDA FEIRA
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DO ESTADO DA PARAÍBA
1ª GERÊNCIA REGIONAL DE ENSINO
ESCOLA ESTADUAL COMPOSTOR LUÍS RAMALHO
FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO ENSINO MÉDIO
ORIENTADORA: PROFESSORA ANA BETÂNIA
GRUPO DA SEGUNDA FEIRA
REVISANDO
OS CADERNOS III E IV
Nós docentes precisamos
sensibilizar os alunos em busca de uma melhor concentração em sala de aula uma
vez que a avaliação é contínua. Esta se da de forma emancipatória diagnóstica,
possibilitando aos alunos o desenvolvimento social e intelectual. A avaliação é
fundamental para a constituição da autonomia do aluno, onde este precisa
aprender o que precisa saber para poder fazer melhor. Existe a necessidade de
se ter aulas de campo, projetos, seminários e atividades lúdicas para envolver
o alunado e fazer com que este sinta prazer em frequentar o ambiente escolar
que estar inserido.
Faz-se a necessidade dos discentes
terem um bom comportamento, assiduidade, participação nas atividades escolares,
postura, respeito com seus colegas, professores e todos que compõem para o bom
funcionamento da escola, serem organizados em relação aos seus materiais,
realizarem as atividades propostas, serem pontuais na entrega de trabalhos e
avaliações.
Devemos ao longo do ano letivo
levar em consideração o estado psicológico do aluno, ou seja, devemos analisar
o aluno de forma integral, sendo necessário analisarmos a família a qual o mesmo
estar inserido, o seu aspecto social, econômico e cultural, objetivando
transmitir o conhecimento voltado para a realidade a qual o mesmo pertence.
Com os dados encontrados no PPP
(Plano Político Pedagógico) da Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio
Compositor Luis Ramalho, a cerca do índice de aprovação, reprovação e abandono
comparando os anos de 2010 e 2011 podemos verificar que a nossa escola
melhorou, porém ainda não alcançamos a meta para o IDEPB, pois em 2012
alcançou-se uma nota de 3,8, e em 2013 uma nota de 3,7, onde a meta do MEC é de
4,5. Esses índices não são discutidos com os professores no planejamento anual,
ou seja, no início do ano letivo, são apenas informados aos professores.
Para que o PPP da escola
funcione bem, todos da comunidade escolar devem participar da produção e
execução de projetos. Existe também a necessidade de se ter uma equipe
pedagógica na escola para a elaboração adequada do PPP, onde possa reorganizar
a proposta do mesmo, para melhor adequar a escola.
SECRETARIA
DE EDUCAÇÃO DO ESTADO DA PARAÍBA
1ª
GERÊNCIA REGIONAL DE ENSINO
ESCOLA
ESTADUAL DE ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO COMPOSITOR LUÍS RAMALHO
FORMAÇÃO
DE PROFESSORES DO ENSINO MÉDIO
PROFESSORA-ORIENTADORA
ANA
BETÂNIA DO NASCIMENTO
GRUPO DA TERÇA-FEIRA
or o tema para o grupo: Em busca de uma Educação
Física Integradora;
Depois
colocar as questões a serem levantadas para o grupo pesquisar a
partir das experiências vivenciadas na escola em que estuda ou
naquelas que já estudou. O professor vai dialogar com o grupo e
expor as vantagens e as dificuldades da disciplina nas escolas, a
partir disto, os alunos vão tentar criar os questionamentos para
serem vivenciados;
Os
alunos deverão procurar as Instituições responsáveis pela
Educação Física no Estado, no caso de João Pessoa, a Secretaria
de Educação no setor da SEJEL (Secretaria de Estado da Juventude,
Desporto e Lazer), no caso, as questões aqui apresAtividade III e IV – O currículo do Ensino Médio, seus sujeitos e desafios da formação humana integral. Áreas de conhecimento e integração.
Observando e refletindo sobre a realidade de sua escola, após o estudo e aprofundamento adquirido na primeira etapa da Formação, na prática, o que muda no cotidiano escolar com relação aos temas abordados nos cadernos de Estudos?
O educando precisa estar em contato com o conhecimento a todo momento e este contato se através de diversas formas (didática do professor), cabe ao professor orientar este contato, tornando a aula mais motivada e interessante para o alunado, que busca sempre algo diferente, algo fora dos padrões tradicionais da educação antiga. O alunado busca uma prática inovadora, algo que mexa com seus interesses para que ele possa então pesquisar, ir atrás, formular seus próprios conhecimentos, montar suas estruturas de saber através de uma prática participativa. Cultivar o prazer em se ter acesso ao conhecimento, precisa se converter em um dos critérios balizadores da ação de planejar a ação educativa, assim como o exercício do raciocínio
lógico e da autonomia de pensamento. Converter o saber escolar por meio das transposições didáticas, é o meio de que dispomos para nos aproximarmos da realização de um projeto educativo no qual esteja no horizonte o exercício da autonomia, da reflexão e da crítica.
Processo Educacional de Um Educador Físico Facilitador
Proposta para lançar com uma das turma do ensino médio, no sentido de incrementar; proliferar a crítica superadora para aqueles que iniciarem na Educação Física nas Escolas numa esquematização de acordo com o filme.
Primeiro, selecionar a turma que vai atuar;
Em seguida, propentadas, é apenas
uma simulação para ilustrar a atividade, que são:
- Qual é proposta para incentivar a prática da Educação Física nas escolas;
- Quais são os projetos já existentes para que o alunado possa participar nas aulas ou como atleta, representando assim o Estado;
- Se as escolas possuem condições de infra-estrutura e materiais desportivos para atender uma turma de 45 (quarenta e cinco) alunos;
- Se nos Municípios do Estado existe algum projeto para a Educação Física voltado para uma prática Escolar ou Competitiva; Verificar se tem um quadro demonstrativo dos resultados dos alunos em caso de uma Educação Física voltada para resultados de rendimentos físico e um quadro voltado para o nível de aprovação escolar enquanto uma Educação Física pedagógica;
- Se existe uma parceria com a UFPB para que os futuros profissionais de Educação Física vivenciar a realidade nas escolas.
Enfim,
após montado o esquema dos questionamentos ver o que vai ser preciso
para que o grupo utilize para coletar os dados necessários para
compor os conteúdos da atividade proposta, tais como:
- Sistema de gravação de som;
- Sistema de gravação em vídeo;
- Tablet para registrar digitalmente a fala das pessoas que forem entrevistadas;
- Câmara fotográfica;
- Transporte necessários para ir ao local da entrevista.
Ver
o que vai ser preciso e o grupo vai tentar conseguir obter os
equipamentos necessários para a entrevista.
Após
a coleta dos dados, ver o que vai ser preciso para apresentação dos
resultados obtidos para uma turma próxima a sua série e ou depois,
para as turmas da escola e professores.
Ver
a questão da interdisciplinaridade na escola. Os professores podem
colaborar nas seguintes questões, sugestionadas:
- Professores de matemática orientar no quadro de percentual de alunos praticantes e alunos acadêmicos; Montagem de gráficos, o que é e como é montado um gráfico;
- Professores de Artes plásticas, orientarem na montagem de um painel ilustrativo ou painéis;
- Professores de Biologia, ver a questão de rendimentos orgânico. Qual é o processo para um aluno chegar a um nível de rendimento alto em provas de competições;
- Professores de Língua Portuguesa, orientarem na forma de usarem a gramática correta...
Foi
deixado o mesmo modelo, pois, a ideia é a mesma, fazer com que os
professores percebam através de suas ações reais com os alunos o
verdadeiro sentido de uma educação inovadora e renovadora, que,
através de atitudes em grupos, tanto os professores, como, com o0s
alunos, a necessidade de mudanças de metodologias que os alunos
possam participar conscientemente e construir seus conhecimentos a
partir da real cultura tecnocrata em que vive.
Um
arrastão de conhecimentos em prol de uma Educação de qualidade.
A
minha reflexão e o que foi deixado como algo positivo para uma
mudança no cotidiano está explicito acima, nas atividades
desenvolvidas com os alunos, que é uma de muitas que podem ser
utilizadas no processo.
As
ideias que se seguem são as de Fátima e em seguida as de Maria Edna
em relação ao questionamento:
Fátima
– Ativ. III
O
caderno III tem como tema central " O currículo do Ensino
Médio, seus sujeitos e o desafio da formação humana integral ",
traz um foco muito interessante sobre a formação do currículo do
Ensino Médio e sua trajetória ao longo dos anos, e sua oscilação
entre uma finalidade voltada ora para a formação acadêmica dos
detentores do poder econômico desse país, ora voltada para uma
formação técnica, com vista a preparação para o trabalho.
A
trajetória do ensino médio entre a divisão da formação das
elites condutoras das riquezas desse, e a reservada ao ensino
técnico-profissional, destinada as classes menos favorecidas
encarregadas de manter o privilegio da primeira classe, verificamos
claramente a fragmentação do conhecimento em disciplinas estanques
e hierarquizadas, valorizando assim algumas áreas em detrimento de
outras.
O
isolamento e a hierarquização entre as áreas do conhecimento nos
faz pensar em que modelo de educação queremos perpetuar. Necessário
se faz pensar numa educação voltada às transformações históricas
e sociais tão presente, as quais geram e sustentam uma diversidade
de mundo e de juventudes que lutam por novos anseios e projetos.
As
novas propostas, ditadas pelas Diretrizes Curriculares Nacionais traz
um direcionamento voltado a um ensino médio que engloba o trabalho,
a ciência, a tecnologia e a cultura, onde possa se organizar a
partir de um eixo comum, e que se integre a partir desse eixo à
totalidade dos componentes curriculares. É possível reconhecer
nessa orientação a possibilidade de um currículo que seja capaz de
atribuir novos sentidos à escola e de dinamizar às experiências
oferecidas aos jovens alunos.
Atualmente, urgentemente
se faz necessário que as escolas se proponham a interagir com um
currículo que seja aplicável, diversificado, flexível e
encorajador, compreendendo que o mundo do trabalho, da cultura, das
inter-relações, do desenvolvimento cientifico e tecnológico
precisam estar conectados. As escolas precisam interagir mais com o
mundo lá de fora, precisa estar fazendo parte de fato com o mundo
dos alunos que acontece lá fora, caso contrário à educação vai
continuar sem vida para a maioria dos alunos.
Maria
Edna – III e IV
Questão
1) O que muda no ambiente escolar quanto ao tema abordado nos
cadernos III e IV é o perceber a realidade em que o educando vive a
partir de um contexto em que trabalho, ciência, tecnologia e cultura
estão presentes na organização de um eixo comum, como proposta da
atividade curricular do ensino médio, através da qual o indivíduo
possa explorar suas potencialidades sem se limitar aquela antiga
visão do ensino propedêutico que separava a formação das
elites dos demais. É importante que os
educandos participem de uma sociedade que não é apenas
qualificada para o trabalho, mas também exerce cidadania com plena
consciência da importância do seu papel, pois é fundamental para o
desenvolvimento da nação, inclusive, formar integralmente e não
apenas mirar um foco específico.
Questão
2) A contribuição que esse conhecimento trouxe para realidade
escolar é no sentido de que ao conhecer as novas DCNEM, abrem-se
novas perspectivas, novos horizontes para a escola, pois
passa-se a enxergar as várias possibilidades e potencialidades
a partir de uma formação comprometida com a relação dos conteúdos
específicos, porém voltadas para um contexto único em que o
educando, como sujeito dessa produção será o maior beneficiado e
consequentemente contribuirá para construção de uma sociedade
melhor.
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO E CULTURA DO
ESTADO DA PARAÍBA
ESCOLA ESTADUAL COMPOSITOR LUÍS
RAMALHO
PACTO PELO FORTALECIMENTO DO ENSINO
MÉDIO-PACTO
ORIENTADORA: PROFESSORA ANA BETÂNIA DO
NASCIMENTO
GRUPO DA QUINTA-FEIRA
Professoras
Cursistas: Liliane Alves de Sousa e Mônica Maria Ferreira de Souza Nascimento - (relatoras)
COMPARTILHANDO CONHECIMENTO
Reflexão dos Cadernos
III e IV
Sabe-se que a Educação Básica tem como
objetivo a promoção do desenvolvimento do educando em suas potencialidades,
tornando-o um indivíduo capaz de solucionar problemas, tomar decisões e viver
em sociedade. É importante que a escola seja um espaço onde se valorize essa
autonomia, de modo que as ações propostas e vivenciadas pela comunidade escolar
visem experiências interdisciplinares e que tenham relação com sua vida cotidiana,
de maneira que reflitam no futuro do educando, em suas escolhas e decisões.
Contudo, para que a escola seja esse
espaço de interação e compartilhamento de saberes, se faz necessário que sua
proposta pedagógica seja reformulada e leve em consideração o contexto social
em que o aluno está inserido, suas experiências anteriores e aspirações para o
futuro. Para tanto, é preciso proporcionar vivências interdisciplinares, em que
o aluno possa perceber o conhecimento como algo integrador e não apenas compartimentado
em disciplinas e conteúdos isolados.
Por outro lado, para que se possa
alcançar tal objetivo é necessário que haja no ambiente escolar uma equipe
pedagógica comprometida com a promoção de um ensino contextualizado e
significativo para o educando. Uma vez que muitas escolas não possuem em seu
quadro equipe pedagógica dando suporte ao trabalho do professor, que por vezes
atua isoladamente. Vale ressaltar que essa atuação isolada traz prejuízos ao
processo de ensino-aprendizagem, visto que o trabalho coletivo é de suma
importância para se alcançar os reais objetivos da Educação Básica.
Como cita o texto base, em seu caderno
IV, “o processo de ensino-aprendizagem contextualizado é um importante meio de
estimular a curiosidade e fortalecer a confiança do educando” (p. 36). Sendo
assim, esse ensino contextualizado exige do educador consciência de seu papel
nesse processo, como também práticas inovadoras, as quais possam despertar no
educando o interesse pelo conhecimento.
Diante do exposto, somos levados a
refletir acerca da nossa realidade escolar marcada por desafios que buscamos
superá-los a cada dia, dentre eles, a falta de espaço físico adequado, material
para realização de atividades, como também a falta de uma equipe pedagógica que
dê suporte e seja participativa na construção das ações vivenciadas no âmbito
escolar. É de suma importância, mesmo diante de tantas dificuldades, que o
educador perceba-se como um agente transformador do espaço onde está inserido.
Para tanto, não podemos imaginar um professor que cruze os braços diante das
dificuldades e as use como desculpa para não realizar aquilo que lhe compete.
Os desafios surgem, e como qualquer outro profissional, o educador deve buscar
superá-los.
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