segunda-feira, 14 de julho de 2014

PAUTA DE TRABALHO - SEMANA DE 14 A 17 DE JULHO/2014-CADERNOS III E IV

SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DO ESTADO DA PARAÍBA
ESCOLA ESTADUAL COMPOSITOR LUÍS RAMALHO
SISMÉDIO/PACTO PELO FORTALECIMENTO DO ENSINO MÉDIO
ORIENTADORA : ANA BETÂNIA DO NASCIMENTO
SEMANA DE 14 A 17 DE JULHO


PAUTA DE TRABALHO
OBJETIVOS :

- Apresentar os trabalhos do Caderno II
- Revisar os conteúdos dos Cadernos III e IV- O currículo do Ensino Médio, seus sujeitos e desafios da formação humana integral; Áreas de conhecimento e integração curricular.
- Refletir sobre a importância dos conteúdos estudados na realidade escolar

MATERIAL UTILIZADO

1-     14/07 a 18/07: Atividade Final dos Cadernos III e IV- O currículo do Ensino Médio, seus sujeitos e desafios da formação humana integral; Áreas de conhecimento e integração curricular. Por serem temáticas que se complementam, serão integrados estes dois Cadernos de Estudos.
2-     PPP da escola
3-     Dados educacionais da escola
4-     Texto motivacional


ATIVIDADES:
- Leitura e reflexão  sobre o texto motivacional ;
- Reflexão sobre os Cadernos III e IV ;
- Releitura do PPP e dos dados educacionais da escola ;
- Reflexão , em grupo , sobre a importância dos conteúdos ; estudados nos Cadernos III e IV na realidade escolar.

Texto motivador
BREVES CONSIDERAÇÕES SOBRE A APRENDIZAGEM POR COMPETÊNCIAS

 A meta da educação básica é promover o desenvolvimento pessoal do aluno, tornando-o capaz de tomar decisões ao longo de sua vida e de intervir socialmente. O que o tornará sujeito crítico, capaz de solucionar problemas e tomar decisões é uma aprendizagem por competências. Através dela, o aluno terá que enfrentar desafios apresentados pelo professor, pelo grupo e/ou pela sociedade.
 O jovem aprende a enfrentar desafios através da mobilização de competências frente a problemas significativos para ele. Logo, terão significado para o aluno os problemas referentes ao seu contexto. Cada aluno é único, com histórias e “repertório” diversificados (saberes e competências acumulados pela escolaridade e pelo que a vida lhe ensinou). Cabe a nós, professores, ampliarmos este repertório, esta rede de conhecimentos que o aluno possui e mobilizá-los a serviço do seu desenvolvimento pessoal.
 Daí a importância da contextualização, pois ela mobiliza as relações no repertório que cada um possui, ampliando o conhecimento, que é “prenhe de vida”. E a contextualização está centrada neste princípio. Por isso, trazer situações significativas, que tenham relações com a vida para o aluno, é contextualizar. É diferente, portanto, de apenas “dar exemplos”.
Contextualização é princípio e, não, estratégia.
 Mas a contextualização, além de ser efetivada pedagogicamente, ou seja, a partir do que tem significado para o aluno, também se realiza numa rede de conhecimentos: conceitos e conhecimentos de determinada disciplina são contextualizados no tempo, no espaço e no próprio universo do conhecimento. É a interdisciplinaridade sendo aplicada. Podemos afirmar, então, que a interdisciplinaridade como prática pedagógica é uma forma de contextualizar o conhecimento.
 Por princípio, a interdisciplinaridade articula as disciplinas na busca de superar a fragmentação, que dificulta a compreensão da complexidade dos mundos físico e social.

Um currículo construído de forma interdisciplinar aponta a necessidade de reconstrução do homem como ser integral, através da interação de conhecimentos específicos. E o processo de interdisciplinaridade se dá através da negação, da superação, da complementação e da ampliação de conceitos, em permanente questionamento.

















SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DO ESTADO DA PARAÍBA
1ª GERÊNCIA  REGIONAL DE ENSINO
ESCOLA ESTADUAL COMPOSTOR LUÍS RAMALHO
FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO ENSINO MÉDIO
ORIENTADORA: PROFESSORA ANA BETÂNIA

GRUPO DA SEGUNDA FEIRA



REVISANDO OS CADERNOS III E IV


             Nós docentes precisamos sensibilizar os alunos em busca de uma melhor concentração em sala de aula uma vez que a avaliação é contínua. Esta se da de forma emancipatória diagnóstica, possibilitando aos alunos o desenvolvimento social e intelectual. A avaliação é fundamental para a constituição da autonomia do aluno, onde este precisa aprender o que precisa saber para poder fazer melhor. Existe a necessidade de se ter aulas de campo, projetos, seminários e atividades lúdicas para envolver o alunado e fazer com que este sinta prazer em frequentar o ambiente escolar que estar inserido.
             Faz-se a necessidade dos discentes terem um bom comportamento, assiduidade, participação nas atividades escolares, postura, respeito com seus colegas, professores e todos que compõem para o bom funcionamento da escola, serem organizados em relação aos seus materiais, realizarem as atividades propostas, serem pontuais na entrega de trabalhos e avaliações.
              Devemos ao longo do ano letivo levar em consideração o estado psicológico do aluno, ou seja, devemos analisar o aluno de forma integral, sendo necessário analisarmos a família a qual o mesmo estar inserido, o seu aspecto social, econômico e cultural, objetivando transmitir o conhecimento voltado para a realidade a qual o mesmo pertence.
               Com os dados encontrados no PPP (Plano Político Pedagógico) da Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Compositor Luis Ramalho, a cerca do índice de aprovação, reprovação e abandono comparando os anos de 2010 e 2011 podemos verificar que a nossa escola melhorou, porém ainda não alcançamos a meta para o IDEPB, pois em 2012 alcançou-se uma nota de 3,8, e em 2013 uma nota de 3,7, onde a meta do MEC é de 4,5. Esses índices não são discutidos com os professores no planejamento anual, ou seja, no início do ano letivo, são apenas informados aos professores.
                Para que o PPP da escola funcione bem, todos da comunidade escolar devem participar da produção e execução de projetos. Existe também a necessidade de se ter uma equipe pedagógica na escola para a elaboração adequada do PPP, onde possa reorganizar a proposta do mesmo, para melhor adequar a escola.

              



SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DO ESTADO DA PARAÍBA
1ª GERÊNCIA REGIONAL DE ENSINO
ESCOLA ESTADUAL DE ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO COMPOSITOR LUÍS RAMALHO
FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO ENSINO MÉDIO
PROFESSORA-ORIENTADORA
ANA BETÂNIA DO NASCIMENTO

GRUPO DA TERÇA-FEIRA


or o tema para o grupo: Em busca de uma Educação Física Integradora;
Depois colocar as questões a serem levantadas para o grupo pesquisar a partir das experiências vivenciadas na escola em que estuda ou naquelas que já estudou. O professor vai dialogar com o grupo e expor as vantagens e as dificuldades da disciplina nas escolas, a partir disto, os alunos vão tentar criar os questionamentos para serem vivenciados;
Os alunos deverão procurar as Instituições responsáveis pela Educação Física no Estado, no caso de João Pessoa, a Secretaria de Educação no setor da SEJEL (Secretaria de Estado da Juventude, Desporto e Lazer), no caso, as questões aqui apresAtividade III e IV – O currículo do Ensino Médio, seus sujeitos e desafios da formação humana integral. Áreas de conhecimento e integração.

Observando e refletindo sobre a realidade de sua escola, após o estudo e aprofundamento adquirido na primeira etapa da Formação, na prática, o que muda no cotidiano escolar com relação aos temas abordados nos cadernos de Estudos?

O educando precisa estar em contato com o conhecimento a todo momento e este contato se através de diversas formas (didática do professor), cabe ao professor orientar este contato, tornando a aula mais motivada e interessante para o alunado, que busca sempre algo diferente, algo fora dos padrões tradicionais da educação antiga. O alunado busca uma prática inovadora, algo que mexa com seus interesses para que ele possa então pesquisar, ir atrás, formular seus próprios conhecimentos, montar suas estruturas de saber através de uma prática participativa. Cultivar o prazer em se ter acesso ao conhecimento, precisa se converter em um dos critérios balizadores da ação de planejar a ação educativa, assim como o exercício do raciocínio
lógico e da autonomia de pensamento. Converter o saber escolar por meio das transposições didáticas, é o meio de que dispomos para nos aproximarmos da realização de um projeto educativo no qual esteja no horizonte o exercício da autonomia, da reflexão e da crítica.


Processo Educacional de Um Educador Físico Facilitador

Proposta para lançar com uma das turma do ensino médio, no sentido de incrementar; proliferar a crítica superadora para aqueles que iniciarem na Educação Física nas Escolas numa esquematização de acordo com o filme.
Primeiro, selecionar a turma que vai atuar;
Em seguida, propentadas, é apenas uma simulação para ilustrar a atividade, que são:


  1. Qual é proposta para incentivar a prática da Educação Física nas escolas;
  2. Quais são os projetos já existentes para que o alunado possa participar nas aulas ou como atleta, representando assim o Estado;
  3. Se as escolas possuem condições de infra-estrutura e materiais desportivos para atender uma turma de 45 (quarenta e cinco) alunos;
  4. Se nos Municípios do Estado existe algum projeto para a Educação Física voltado para uma prática Escolar ou Competitiva; Verificar se tem um quadro demonstrativo dos resultados dos alunos em caso de uma Educação Física voltada para resultados de rendimentos físico e um quadro voltado para o nível de aprovação escolar enquanto uma Educação Física pedagógica;
  5. Se existe uma parceria com a UFPB para que os futuros profissionais de Educação Física vivenciar a realidade nas escolas.


Enfim, após montado o esquema dos questionamentos ver o que vai ser preciso para que o grupo utilize para coletar os dados necessários para compor os conteúdos da atividade proposta, tais como:
  1. Sistema de gravação de som;
  2. Sistema de gravação em vídeo;
  3. Tablet para registrar digitalmente a fala das pessoas que forem entrevistadas;
  4. Câmara fotográfica;
  5. Transporte necessários para ir ao local da entrevista.
Ver o que vai ser preciso e o grupo vai tentar conseguir obter os equipamentos necessários para a entrevista.
Após a coleta dos dados, ver o que vai ser preciso para apresentação dos resultados obtidos para uma turma próxima a sua série e ou depois, para as turmas da escola e professores.
Ver a questão da interdisciplinaridade na escola. Os professores podem colaborar nas seguintes questões, sugestionadas:
  1. Professores de matemática orientar no quadro de percentual de alunos praticantes e alunos acadêmicos; Montagem de gráficos, o que é e como é montado um gráfico;
  2. Professores de Artes plásticas, orientarem na montagem de um painel ilustrativo ou painéis;
  3. Professores de Biologia, ver a questão de rendimentos orgânico. Qual é o processo para um aluno chegar a um nível de rendimento alto em provas de competições;
  4. Professores de Língua Portuguesa, orientarem na forma de usarem a gramática correta...


Foi deixado o mesmo modelo, pois, a ideia é a mesma, fazer com que os professores percebam através de suas ações reais com os alunos o verdadeiro sentido de uma educação inovadora e renovadora, que, através de atitudes em grupos, tanto os professores, como, com o0s alunos, a necessidade de mudanças de metodologias que os alunos possam participar conscientemente e construir seus conhecimentos a partir da real cultura tecnocrata em que vive.


Um arrastão de conhecimentos em prol de uma Educação de qualidade.


A minha reflexão e o que foi deixado como algo positivo para uma mudança no cotidiano está explicito acima, nas atividades desenvolvidas com os alunos, que é uma de muitas que podem ser utilizadas no processo.


As ideias que se seguem são as de Fátima e em seguida as de Maria Edna em relação ao questionamento:

Fátima – Ativ. III

O caderno III tem como tema central " O currículo do Ensino Médio, seus sujeitos e o desafio da formação humana integral ", traz um foco muito interessante sobre a formação do currículo do Ensino Médio e sua trajetória ao longo dos anos, e sua oscilação entre uma finalidade voltada ora para a formação acadêmica dos detentores do poder econômico desse país, ora voltada para uma formação técnica, com vista a preparação para o trabalho.
            A trajetória do ensino médio entre a divisão da formação das elites condutoras das riquezas desse, e a reservada ao ensino técnico-profissional, destinada as classes menos favorecidas encarregadas de manter o privilegio da primeira classe, verificamos claramente a fragmentação do conhecimento em disciplinas estanques e hierarquizadas, valorizando assim algumas áreas em detrimento de outras.
            O isolamento e a hierarquização entre as áreas do conhecimento nos faz pensar em que modelo de educação queremos perpetuar. Necessário se faz pensar numa educação voltada às transformações históricas e sociais tão presente, as quais geram e sustentam uma diversidade de mundo e de juventudes que lutam por novos anseios e projetos.
            As novas propostas, ditadas pelas Diretrizes Curriculares Nacionais traz um direcionamento voltado a um ensino médio que engloba o trabalho, a ciência, a tecnologia e a cultura, onde possa se organizar a partir de um eixo comum, e que se integre a partir desse eixo à totalidade dos componentes curriculares. É possível reconhecer nessa orientação a possibilidade de um currículo que seja capaz de atribuir novos sentidos à escola e de dinamizar às experiências oferecidas aos jovens alunos.
            Atualmente, urgentemente se faz necessário que as escolas se proponham a interagir com um currículo que seja aplicável, diversificado, flexível e encorajador, compreendendo que o mundo do trabalho, da cultura, das inter-relações, do desenvolvimento cientifico e tecnológico precisam estar conectados. As escolas precisam interagir mais com o mundo lá de fora, precisa estar fazendo parte de fato com o mundo dos alunos que acontece lá fora, caso contrário à educação vai continuar sem vida para a maioria dos alunos.

Maria Edna – III e IV

Questão 1) O que muda no ambiente escolar quanto ao tema abordado nos cadernos III e IV é o perceber a realidade em que o educando vive a partir de um contexto em que trabalho, ciência, tecnologia e cultura estão presentes na organização de um eixo comum, como proposta da atividade curricular do ensino médio, através da qual o indivíduo possa explorar suas potencialidades sem se limitar aquela antiga visão do ensino propedêutico que separava  a formação das elites dos demais. É   importante   que    os    educandos participem de uma sociedade que não é apenas qualificada para o trabalho, mas também exerce cidadania com plena consciência da importância do seu papel, pois é fundamental para o desenvolvimento da nação, inclusive, formar integralmente e não apenas mirar um foco específico.


Questão 2) A contribuição que esse conhecimento trouxe para realidade escolar é no sentido de que ao conhecer as novas DCNEM, abrem-se novas perspectivas, novos  horizontes para a escola, pois passa-se a enxergar as várias possibilidades  e potencialidades a partir de uma formação comprometida com a relação dos conteúdos específicos, porém voltadas para um contexto único em que o educando, como sujeito dessa produção será o maior beneficiado e consequentemente contribuirá para construção de uma sociedade melhor.




SECRETARIA DE EDUCAÇÃO E CULTURA DO ESTADO DA PARAÍBA
ESCOLA ESTADUAL COMPOSITOR LUÍS RAMALHO
PACTO PELO FORTALECIMENTO DO ENSINO MÉDIO-PACTO
ORIENTADORA: PROFESSORA ANA BETÂNIA DO NASCIMENTO


GRUPO DA QUINTA-FEIRA


Professoras Cursistas: Liliane Alves de Sousa e Mônica Maria Ferreira de Souza Nascimento - (relatoras)

COMPARTILHANDO CONHECIMENTO

Reflexão dos Cadernos III e IV


Sabe-se que a Educação Básica tem como objetivo a promoção do desenvolvimento do educando em suas potencialidades, tornando-o um indivíduo capaz de solucionar problemas, tomar decisões e viver em sociedade. É importante que a escola seja um espaço onde se valorize essa autonomia, de modo que as ações propostas e vivenciadas pela comunidade escolar visem experiências interdisciplinares e que tenham relação com sua vida cotidiana, de maneira que reflitam no futuro do educando, em suas escolhas e decisões.
Contudo, para que a escola seja esse espaço de interação e compartilhamento de saberes, se faz necessário que sua proposta pedagógica seja reformulada e leve em consideração o contexto social em que o aluno está inserido, suas experiências anteriores e aspirações para o futuro. Para tanto, é preciso proporcionar vivências interdisciplinares, em que o aluno possa perceber o conhecimento como algo integrador e não apenas compartimentado em disciplinas e conteúdos isolados.
Por outro lado, para que se possa alcançar tal objetivo é necessário que haja no ambiente escolar uma equipe pedagógica comprometida com a promoção de um ensino contextualizado e significativo para o educando. Uma vez que muitas escolas não possuem em seu quadro equipe pedagógica dando suporte ao trabalho do professor, que por vezes atua isoladamente. Vale ressaltar que essa atuação isolada traz prejuízos ao processo de ensino-aprendizagem, visto que o trabalho coletivo é de suma importância para se alcançar os reais objetivos da Educação Básica.
Como cita o texto base, em seu caderno IV, “o processo de ensino-aprendizagem contextualizado é um importante meio de estimular a curiosidade e fortalecer a confiança do educando” (p. 36). Sendo assim, esse ensino contextualizado exige do educador consciência de seu papel nesse processo, como também práticas inovadoras, as quais possam despertar no educando o interesse pelo conhecimento.


Diante do exposto, somos levados a refletir acerca da nossa realidade escolar marcada por desafios que buscamos superá-los a cada dia, dentre eles, a falta de espaço físico adequado, material para realização de atividades, como também a falta de uma equipe pedagógica que dê suporte e seja participativa na construção das ações vivenciadas no âmbito escolar. É de suma importância, mesmo diante de tantas dificuldades, que o educador perceba-se como um agente transformador do espaço onde está inserido. Para tanto, não podemos imaginar um professor que cruze os braços diante das dificuldades e as use como desculpa para não realizar aquilo que lhe compete. Os desafios surgem, e como qualquer outro profissional, o educador deve buscar superá-los.