SECRETARIA
DE EDUCAÇÃO DO ESTADO DA PARAÍBA
EEEFM
COMPOSITOR LUÍS RAMALHO
FORMAÇÃO
DE PROFESSORES DO ENSINO MÉDIO/SISMÉDIO 2014
PROFESSORA
ANA BETÂNIA
SEGUNDA
ETAPA : CADERNO I – ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO NO ENSINO MÉDIO
SEMANA
DE 24 A 29 DE NOVEMBRO
PAUTA
DE TRABALHO
OBJETIVOS :
1-
Apresentar
o CADERNO I – ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO NO ENSINO MÉDIO,através de
slides,de forma objetiva e com a participação do grupo.
2 -
Trabalhar, de forma articulada , os componentes curriculares.
3 -
Definir dia e horários da Formação.
1º MOMENTO :
– VÍDEO MOTIVADOR
:Imagine um mundo perfeito...
2º MOMENTO :
- Decidir ,em grupo ,
os dias e horários da Formação –segunda etapa.
3º MOMENTO:
Apresentação do
Caderno I : Organização do Trabalho Pedagógico no Ensino Médio – slides/resumo .
.
4° MOMENTO : Exibição
do vídeo do professor Miguel Arroyo
ATIVIDADES:
1ª - REFLEXÃO E
AÇÃO – Grupo I: (página 13/14)
O professor Miguel
Arroyo realiza uma discussão acerca da diversidade na sociedade e na escola.
Faça uma reflexão com
seus colegas, com base nas questões:
1-
A
diversidade e a pluralidade constituem desafio na organização do trabalho
pedagógico escolar? Quais?
2-
2-
A pluralidade e a diversidade podem ser mola propulsora de nova organização do
trabalho pedagógico? Como? Por quê? Essa reflexão possibilitou um novo olhar
sobre a diversidade da sua escola? Registre as conclusões dessa reflexão,
destacando os aspectos que a comunidade escolar precisa considerar na reescrita
do PPP e na elaboração do Plano de Trabalho Docente. Apresente os registros
dessa reflexão ao Conselho Escolar para análise, apreciação e deliberação
quanto a mudanças necessárias das práticas pedagógicas e de gestão da escola.
2ª REFLEXÃO e AÇÃO
– Grupo II : (página 20)
Professora e
professor, propomos uma reflexão acerca dos espaços de participação ampliada de
estudantes, professores, funcionários e familiares nos processos de gestão democrática
da escola, com vistas à socialização do conhecimento e democratização das
relações internas na escola. Realize uma discussão com os estudantes em pelo
menos uma de suas turmas para debater as formas de participação no
Conselho Escolar, no Grêmio Estudantil e no Conselho de Classe Participativo,
como locus do exercício do diálogo enquanto ferramenta de construção da autonomia
dos atores da escola, como por exemplo, a reescrita do PPP. Nesta atividade
formativa de reescrita do PPP, todos os sujeitos do processo educativo assumem
o seu papel social de ator e de autor do projeto da escola em condições de
igualdade, superando os limites da democracia representativa que circunscreve o
exercício de voz e voto apenas àqueles representantes eleitos. Nesta reflexão,
realize as seguintes atividades: 1) Explicite as principais características da
pluralidade e diversidade dos sujeitos (professores e estudantes) como
fundamentos a serem considerados no PPP. 2) Faça uma discussão com os
estudantes de uma de suas turmas acerca do empoderamento e dos desafios
decorrentes dessa relação democrática. 3) Realize uma reflexão sobre a
dualidade estrutural do Ensino Médio, identificando as manifestações nos
estudantes e professores. 4) Faça uma discussão sobre a formação continuada
como espaço de debate e de aproveitamento das experiências docentes. A partir
dessas reflexões e dos registros decorrentes dessas atividades, faça uma
análise com os professores cursistas de sua turma, considerando as seguintes
questões: a) Quais são os problemas que precisam ser resolvidos
imediatamente na escola? b) O que já foi feito para resolvê-los? c) Como
cada segmento pode contribuir para mudar essa situação? Destaque as
contribuições dos estudantes. Agora, encaminhe os registros desta atividade ao
gestor e ao Conselho Escolar como contribuição para a reescrita do Projeto
Político-Pedagógico.
3ª REFLEXÃO E AÇÃO – GRUPO III : ( página 32 )
Faça uma reflexão
acerca do esquema apresentado como síntese desta unidade do Caderno,página 31.
A seguir, em pequenos grupos, discuta com seus colegas e escreva os principais
problemas da escola (Ensino Médio) na coluna da tabela. Analise os impactos
desses problemas na escola. Agora, proponha ações para mudar essa realidade.
Socialize os resultados desta atividade como contribuição para a reescrita do
PPP.
PROBLEMA
(O que precisa ser
mudado)
|
IMPACTOS NEGATIVOS
(Do problema)
|
AÇÕES
(Para resolver o
problema)
|
4ª: REFLEXÃO E AÇÃO – GRUPO IV (página 40)
I - Mediante sua
participação no Conselho de Classe, responda:
1-Quais foram os
problemas levantados?
2-Quais os
encaminhamentos propostos?
3-Estabeleça a
diferença entre queixa e problema.
4-Quais questões de
ensino e aprendizagem foram tratadas no Conselho?
5-Quais foram as
sugestões propostas?
6-Quais práticas de
gestão democrática você identificou no Conselho?
7- Que mudanças você
propõe para a realização do Conselho de Classe?
OBSERVAÇÃO :
1-
Selecione
um líder ,em cada grupo.Ele ficará encarregado de enviar as atividades realizadas
para mim.
2-
Todas
as atividades realizadas serão apresentadas no próximo encontro.
BOM TRABALHO!
REGISTRO FOTOGRÁFICO
Eu e a nossa formadora : Maria Prazeres dos Santos Macedo
Professores e professoras da escola
Assistindo à exibição do vídeo do professor Miguel Arroyo
Apresentação do Caderno I
Atividades em grupo
DIVISÃO DOS GRUPOS:
GRUPO I:
Janaína
Maria Tavares
Alda
Marquidove
GRUPO II
Mônica
Shirley
Marcelle
Diego
GRUPO III
Paulo
Edna
Fátima
Armando
GRUPO IV
Adeilma
Joana D'Arc
Rita de Cássia
Liliane
ATIVIDADES
E. E. E. F.M COMPOSITOR LUIS RAMALHO
PACTO PELO FORTALECIMENTO DO ENSINO MÉDIO
PARTICIPANTES:Janaina, Marquidove, Alda, Maria Tavares,
PROFESSORA ORIENTADORA: ANA BETÂNIA
GRUPO 1 - (PG. 13/14) - 1ª ATIVIDADE - REFLEXÃO E AÇÃO
1. A diversidade e a pluralidade
constituem desafio na organização do trabalho pedagógico escolar? Quais?
O
primeiro desafio é reconhecer a diversidade cultural, diagnosticar este
universo complexo da sociedade em que estamos inseridos. Pois nesse interior
surgem diferenças relevantes que marcam fronteiras entre os grupos sociais, dos
quais surgem os movimentos responsáveis por determinadas conquistas que
expressam as formas de resistência, suas sabedorias e construções de
conhecimento, sua visão de mundo, mas não apenas uma reivindicação de direitos
e de justiça, mas uma forma de afirmação de um patrimônio cultural específico.
Considerar
esse processo educativo induz à estruturação de uma sociedade com capacidade de
romper estereótipo que geram exclusões, combater o preconceito e discriminação.
Logo, não podemos confundir diagnóstico com juízo de valor. Não podemos
discriminar, o que significa negar oportunidades , negar acesso e sim respeitar a diversidade e saber viver
com ela, contribuindo para o crescimento pessoal e de todos ao nosso redor.
Para conhecer melhor o alunado, a família tem que ser participativa, ter uma equipe pedagógica e ativa, sendo os mediadores entre a família, professor e aluno, e também o grande número de aluno por sala.
2. A pluralidade e a diversidade podem ser mola propulsora
de nova organização do trabalho pedagógico? Como? Porquê? Essa reflexão
possibilitou um novo olhar sobre a diversidade da sua escola ? Registre as
conclusões dessa reflexão, destacando os aspectos que a comunidade escolar
precisa considerar na reescrita do PPP e na elaboração do plano de trabalho
docente. Apresente os registros dessa relexão ao Conselho escolar para análise,
apreciação e deliberação quanto a mudanças necessárias das práticas pedagógicas
e de gestão da escola.
O
reconhecimento da diversidade e da pluralidade presente no contexto social
permite distinguir diferentes possibilidades de organização familiar. Com essa
reflexão o núcleo familiar constitui um espaço de humanização em que se
estabelece um relacionamento entre pessoas com valores e organização
específicos, e são construídos vínculos afetivos, de proteção e de
responsabilidade, essenciais ao desenvolvimento humano em condições dignas e de
respeito aos direitos humanos. Esta reflexão deve estar presente na elaboração
do plano de trabalho docente buscando fundamentos no PPP e na participação da
comunidade escolar ( alunos, familiares, gestão escola, regimento interno,
etc).Esta articulação nos possibilita repensar a escola nos aspectos múltiplos
e singulares como via de construção da identidade da escola de Ensino Médio.
Para que
este crescimento aconteça a articulação da diversidade e a pluralidade gera
justiça coletiva, atos de cidadania que devem ter base legal para as políticas
públicas não excluírem os ´injustiçados`. Temos que pra isso ter todo um
contexto histórico, conhecer bem a fundo a nossa escola ou seja quem faz parte
dela.
Segundo Goglec:
O multiculturalismo é conhecido como um fenômeno que estabelece a coexistência de várias culturas em mesmo espaço territorial e nacional.
Multiculturalismo tende a combinar elementos de diversas culturas em uma nova e diferente expressão cultural. Vendo por este ângulo, entende-se que é um movimento altamente nivelado, pois deixa de lado todas as representações discriminatórias.
Vendo assim, já para pensar que realmente a discriminação não existe, mas engana-se todos que acreditavam no conceito de pluralismo ou multiculturalismo.
Sabemos que diversidade cultural engloba as diferenças que encontramos entre pessoas, como: na linguagem, vestuário, tradições, crenças, religiões, racial e gênero. “No nosso Pais “Brasil” a grande diversidade dar-se pelo fato de ter sido “colonizado” e habitado por povos diferentes.
É necessário na escola uma política “plano de ação” ou conjunto de práticas com ações sociais concretas que atenda a todos com intuito de organização; Com agentes que abordam a causa e resgate esses indivíduos por meio da informação, comunicação, interação e cooperação.
A escola fará oficinas e palestras para os gestores, professores e funcionários com objetivo de capacitar multiplicadores, buscar ajuda junto às ONGs que trabalham com a diversidade e os professores no seu planejamento já devem Alencar ações neste sentido. Buscando o tão almejado pluralismo que tem aplicações em diversos âmbitos e que está associado a pluralidade e a convivência de coisas bastantes diversas. Como é sabido o pluralismo aceita, reconhece e tolera a existência de diferenças, posições e ideologias e pensamentos. O pluralismo valoriza e promove a igualdade de todos. Por isso a escola deve-se trabalhar para relegar as diferenças e discriminações existentes no nosso meio.
E. E. E. F.M COMPOSITOR LUIS RAMALHO
PACTO PELO FORTALECIMENTO DO ENSINO MÉDIO
PARTICIPANTES: MÔNICA,SHIRLEY,MARCELLE,DIEGO
PROFESSORA ORIENTADORA: ANA BETÂNIA
CADERNO I – ATIVIDADE 2- Grupo II
Num cenário marcado por incertezas,
dúvidas e muitas indagações a elaboração do PPP e sua implementação supõe
rupturas com o presente e projeções intencionais visando à interferência em uma
realidade escolar objeto de estudo e de reflexões por seus protagonistas. A
dimensão mobilizadora do PPP revela-se no leque de possibilidades de reflexões
e múltiplas indagações no macro contexto das políticas educacionais e de seus
desdobramentos, mas prioritariamente, no questionamento e na problematização do
que é possível fazer, no micro contexto da escola, ainda que diante de um
cenário ‘complexo’ e multifacetado. Cenário este que também contempla diversas
perspectivas de análises e de ações coletivas e institucionais. É neste
reconhecido desafio de lidar com o instituído, com as tensões e contradições do
cotidiano escolar que reside o espaço e a relevância do planejamento, enquanto
o pensar e agir edificantes de novas práticas pedagógicas.
Nesta perspectiva, partindo-se de uma
concepção de planejamento participativo é que o PPP constitui-se em instrumento
de intervenção na realidade escolar visando proporcionar a organização do
trabalho pedagógico; a utilização dos tempos e espaços escolares;
identificar e valorizar aspirações, ideais e anseios; e sobretudo, mesmo no
bojo das diretrizes gerais da política educacional e de uma ‘autonomia
relativa’ permite dentre tantas limitações que a comunidade escolar possa
refletir, definir, construir coletivamente os pilares de sua trajetória
histórico-social.
O PPP remete ao estudo da realidade e
do cotidiano escolar instigando conquistas coletivas; não apenas se reporta ao
cenário das grandes revoluções; como também remete-se ao âmago das pequenas e
contínuas mudanças, das legítimas conquistas resultantes da autoria
intelectual coletiva dos seus diversos protagonistas capazes de pensar,
projetar e desenhar um caminho e de identidade institucional peculiar a cada
escola.
Nessa ótica, Veiga (2003) esclarece que tanto a inovação regulatória como a emancipatória provocam mudanças na escola, entretanto, deve-se considerar as diferenças substanciais existente entre elas. As inovações emancipatórias têm sua origem e destino nas necessidades do coletivo escolar, ao contrário as inovações regulatórias decorrem de prescrições, de recomendações externas à escola; por isso tendem a ser burocratizadas, não sendo resultado de processos participativos e partilhados pela comunidade escolar. É justamente a perspectiva emancipatória do PPP que buscamos destacar no enfoque práticas dialógicas e democráticas.
Nessa ótica, Veiga (2003) esclarece que tanto a inovação regulatória como a emancipatória provocam mudanças na escola, entretanto, deve-se considerar as diferenças substanciais existente entre elas. As inovações emancipatórias têm sua origem e destino nas necessidades do coletivo escolar, ao contrário as inovações regulatórias decorrem de prescrições, de recomendações externas à escola; por isso tendem a ser burocratizadas, não sendo resultado de processos participativos e partilhados pela comunidade escolar. É justamente a perspectiva emancipatória do PPP que buscamos destacar no enfoque práticas dialógicas e democráticas.
Assim, entendemos que o projeto
político-pedagógico é instrumento de comunicação, interação entre a comunidade
escolar e extra-escolar configurando-se também valioso instrumento de
intervenção na realidade escolar. A esse respeito indicamos o estudo da Sala
Ambiente 1 – Realidade Escolar, como essencial para a construção de uma projeto
de intervenção. Nessa ótica também concebemos o processo de elaboração,
implementação e avaliação do projeto político-pedagógico como objeto
privilegiado de contínuas reflexões, estudos sistemáticos e de pesquisas
interdisciplinares e multidisciplinares.
O PPP
constitui-se em um imprescindível instrumento de intervenção na realidade
escolar e de comunicação entre os sujeitos que interagem no cotidiano escolar,
bem como configura-se como canal de diálogo e de participação dos diversos
protagonistas da comunidade externa.
Concebido nesta perspectiva o PPP ganha força como instrumento para o aprendizado dos princípios da autonomia intelectual “e da construção da identidade institucional” no exercício de uma gestão colegiada caracterizada pela tomada de decisão coletiva e pela contínua reflexão em torno das demandas, necessidades, fragilidades e potencialidades apresentadas na realidade escolar.
Destacamos as palavras de José Mário Aleluia (2009) ao afirmar que
Concebido nesta perspectiva o PPP ganha força como instrumento para o aprendizado dos princípios da autonomia intelectual “e da construção da identidade institucional” no exercício de uma gestão colegiada caracterizada pela tomada de decisão coletiva e pela contínua reflexão em torno das demandas, necessidades, fragilidades e potencialidades apresentadas na realidade escolar.
Destacamos as palavras de José Mário Aleluia (2009) ao afirmar que
A
comunidade escolar como um todo possui o direito e o dever de tornar públicas
as informações relevantes de interesse coletivo. Neste sentido, para tornar
comum, informações, problemas, soluções, projetos, necessitamos intensificar
processos de comunicação no ambiente escolar. Por exemplo, o [Projeto
Político-Pedagógico – PPP] [link para o texto da sala PPP], como instrumento de
participação e de gestão democrática, precisa ser entendido como um documento
público, comum a todos que compõem a comunidade escolar, e, para tanto, a sua
comunicação é imprescindível nesse processo. Tornar comum tanto a construção do
documento quanto a sua operacionalização e avaliação.
Nessa circunstância, destacamos que o
PPP é também de responsabilidade compartilhada entre todos os membros da
comunidade escolar (professores, coordenadores pedagógicos, diretores, equipe
de gestão e de suporte pedagógico, alunos, pais de alunos, servidores
técnico-administrativos). A esse respeito destacamos anteriormente o relevante
papel do coordenador pedagógico enquanto mobilizador da reflexão, do diálogo e
da comunicação no âmbito do planejamento dialógico participativo.
Gadotti (2000) destaca que “o projeto
pedagógico da escola está hoje inserido num cenário marcado pela diversidade.
Cada escola é resultado de um processo de desenvolvimento de suas próprias
contradições. Não existem duas escolas iguais”. Nisto reside a pluralidade de
projetos pedagógicos desenvolvidos à luz do marco referencial e a partir de uma
efetiva análise da realidade escolar peculiar a cada instituição de ensino.
A democratização da gestão escolar tendo por sustentáculo a participação dos sujeitos escolares na elaboração/implementação do PPP e na atuação dos órgãos colegiados requer, portanto, mudança de mentalidade. Implica a mudança no uso de tempos e espaços escolares, na organização do trabalho pedagógico e nas formas de comunicação e interação. Por isso, vale destacar as palavras de Gadotti (2000) ao afirmar que a “gestão democrática é, portanto, atitude e método. A atitude democrática é necessária, mas não é suficiente, precisamos de métodos democráticos de efetivo exercício da democracia. Ela também é um aprendizado, demanda tempo, atenção e trabalho”.
A democratização da gestão escolar tendo por sustentáculo a participação dos sujeitos escolares na elaboração/implementação do PPP e na atuação dos órgãos colegiados requer, portanto, mudança de mentalidade. Implica a mudança no uso de tempos e espaços escolares, na organização do trabalho pedagógico e nas formas de comunicação e interação. Por isso, vale destacar as palavras de Gadotti (2000) ao afirmar que a “gestão democrática é, portanto, atitude e método. A atitude democrática é necessária, mas não é suficiente, precisamos de métodos democráticos de efetivo exercício da democracia. Ela também é um aprendizado, demanda tempo, atenção e trabalho”.
E. E. E. F.M COMPOSITOR LUIS RAMALHO
PACTO PELO FORTALECIMENTO DO ENSINO MÉDIO
PARTICIPANTES: Edna,Paulo,Fátima,Armando
PROFESSORA ORIENTADORA: ANA BETÂNIA
CADERNO I – ATIVIDADE 3- Grupo III
PROBLEMA
|
IMPACTOS NEGATIVOS
|
AÇÕES
|
Ausência de interação entre o corpo docente e os funcionários
|
dificulta o trabalho coletivo, pois atrasa o processo, devido as ações individuais que não têm objetivos em comum.
|
Propor uma reflexão coletiva de professores e funcionários, que levem a construção da unidade escolar.
|
Falta de cronograma das atividades pedagógicas anuais.
|
Os professores trabalham individualmente, dificultando as atividades pedagógicas como um todo.
|
Construir um calendário no início do ano letivo, levando em consideração as propostas lançadas durante o planejamento.
|
Não valorização do profissional, enquanto ser colaborador, quanto ao respeito, salários, recursos didáticos,...
|
Causa insatisfação ao profissional e oportuniza disseminação de doenças psicossomáticas, levando ao desconforto e tornando as relações sociais difíceis.
|
Mostrar à comunidade as angústias vividas pelos profissionais da educação para sensibilizar, reconhecer e valorizar em relação aos aspectos mencionados anteriormente.
|
Falta de interesse do corpo discente
|
A não assimilação dos conteúdos formais, e consequentemente prejuízo quanto a qualificação para o trabalho, causando falta de profissionais capacitados para provimento da necessidade.
|
– estruturar a escola a partir de uma mudança metodológica que vise levar o aluno a construir o conhecimento de maneira contextualizada e significativa para o mesmo.
|
Falta de aplicação do PPP local de forma abrangente, integrando todos os componentes da comunidade.
|
Carência de ações interdisciplinares quanto ao programa proposto durando o ano letivo, bem como, a difícil interação na busca das soluções pertinentes as problemáticas que surgem no decorrer do processo.
|
Colocar o PPP em prática a partir do primeiro planejamento levando-o em consideração nas etapas subsequentes.
|
E.
E. E. F.M COMPOSITOR LUIS RAMALHO
PACTO
PELO FORTALECIMENTO DO ENSINO MÉDIO
PARTICIPANTES:
ADEILMA BASTOS;
LILIANE
ALVES, JOANA D’ARC; RITA DE CÁSSIA
PROFESSORA ORIENTADORA: ANA BETÂNIA
GRUPO IV
ATIVIDADE 4
1 O conselho de classe de nossa escola não
está, ainda, acontecendo a contento; contudo a equipe escolar, na última
reunião colocou em pauta tal problema, e todos, numa coletividade decidiu, que
deve-se regularizar as reuniões para o ano letivo de 2015. Nesse sentido, percebemos
que o primeiro problema foi a regularidade das reuniões, para o ano letivo
seguinte deveremos organizar os encontros.
2. Regularidade das reuniões; discutir os
problemas gerais da escola e como isso está influenciando negativamente na
relação ensino-aprendizagem dos educandos; proposta de acompanhamento mais
efetivo da frequência dos educandos (essa atividade já vem sendo desenvolvida
por projetos de professores da escola), entre outras questões.
3.Queixa
são as insatisfações, na maioria das vezes, localizadas e que tem reflexo nas
subjetividades dos envolvidos e que nem sempre tem relação com toda a
comunidade escolar e que não traz prejuízo para
esta mesma comunidade, geralmente tem relação com a contingência do
cotidiano escolar, como conflitos localizados entre professores e alunos,
desgastes profissionais, etc; já o problema é mais objetivo e mais fácil de
identificar, uma vez que sempre tem relação direta com toda a comunidade escolar
e que afeta o cotidiano geral da escola e toda a coletividade nela inserida,
tais como: falta de infraestrutura adequada para o desenvolvimento das
atividades escolares, indisciplina generalizada, tráfico de drogas e violência
nas escolas, racismo institucional, desrespeito às diferenças, etc.
4. A falta de interesse generalizada da juventude
por temas mais clássicos da sociedade, a alta conectividade mal aproveitada dos
educandos, as drogas e a violência escolar e na juventude em geral, a busca de
alternativas para a melhoria do ensino- aprendizagem e para a motivação dos
educandos.
5.
Mais empenho por parte dos docentes, planejamento frequente para evitar a
rotina e a improvisação, planejamento por área de ensino e também por
componente curricular, horário de atendimento para os educandos e para a
realização de estudos por parte dos professores, etc.
6.
A roda de diálogo entre os presentes no conselho, a troca de experiências e
tentativa de soluções dos problemas a partir da narrativa de experiências dos
professores mais experientes com os professores mais jovens, a atenção por
parte da gestão para ouvir as opiniões dos docentes e da comunidade escolar,
etc.
7.
A existência de um calendário de reuniões bimestrais sem prejuízo dos dias
letivos do calendário escolar, que estas sejam ordinárias e que elas não se
centrem em queixumes em relação ao cotidiano escolar, mas que ela seja bem
conduzida por profissionais competentes para que não caia na esparrela de só
elencar problemas sem propor soluções, que as reuniões sejam exitosas no
sentido de nos aclarar as soluções para o cotidiano escolar e consequentemente
otimizar o processo de ensino-aprendizagem.










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